30 de dez de 2008

Mensagem de fim de ano do Corey

O vocalista do Slipknot, Corey Taylor, está tirando uma folga de 9 dias para aproveitar o fim de ano com a família. Mas antes de voltar pra casa depois da turnê pela Europa, ele mandou para a revista 'Kerrang!' uma mensagem:

Para todos os leitores da Kerrang!,

Cuide das pessoas que você ama. As vezes, não precisa sempre se colocar em primeiro lugar - pode ser mais gratificante colocar em primeiro lugar as pessoas que você gosta. E não tenha medo de fazer isso com todas as suas forças.

- Corey Taylor

Fonte: Kerrang!

Scans!
















Rock Sound - Dezembro
Scans da revista 'Rock Sound' do mês de Dezembro, onde Corey Taylor é capa e dá uma entrevista onde fala sobre sua vida, entre outras coisas. Em breve a tradução desta matéria aqui no Slipknot Brasil.


Scans - Rock Sound (Dezembro)


Esta edição ainda conta com um calendário de Janeiro de 2009 exclusivo do Slipknot.

Mike Portnoy revela seus 10 CDs de 2008

O baterista do Dream Theater, Mike Portnoy, revelou em seu site oficial os seus 10 preferidos lançamentos de 2008.

01. METALLICA - Death Magnetic
02. PROTEST THE HERO - Fortress
03. THE MARS VOLTA - The Bedlam In Goliath
04. BEARDFISH - Sleeping In Traffic Part 2
05. SLIPKNOT - All Hope Is Gone
06. OPETH - Watershed
07. BLOODBATH - Unblessing The Purity / The Fathomless Mastery
08. FROST - Experiments In Mass Appeal
09. TRIVIUM - Shogun
10. STEVEN WILSON - Insurgentes

Portnoy ainda citou alguns álbuns que não couberam entre os 10 primeiros colocados:

DIR EN GREY - Uroboros
CYNIC - Traced In Air
EXTREME - Saudades de Rock
GOJIRA - The Way Of All Flesh


Fonte: Roadie Crew

27 de dez de 2008

Slipknot na Metal Hammer especial de fim de ano

A Metal Hammer lançou uma edição especial de fim de ano contendo alguns presentes para os leitores. Entre os brindes estão cartões de Natal do Slipknot e alguns adesivos.

Além dos presentes, a revista traz uma matéria sobre a passagem da banda pela Finlândia.

Veja a capa da edição abaixo:



The Eye of a Clown: Blindsite


Este alce ficou na calçada por dois dias e ninguém o tiraria de lá, então eu disse "Preciso ir lá pesquisar isso" porque estou sempre estudando coisas mortas. Quando eu cheguei lá, vi que seus chifres haviam sido retirados. Achei bem escroto alguém deixar um alce morto para uma outra pessoa retirar, e ainda assim pegar os chifres para algum tipo de decoração. Eu não entendo isso, não consigo. E você não consegue me fazer entender também. Isso me perturba.

Quando olhei, não sabia o que era essa espuma - essa coisa vermelha. Depois descobri que, aparentemente, o alce tinha essa espuma em seu pulmão, e às vezes, quando são atingidos, essa espuma sái. O vento a espalhava.

Meu cunhado estava dirigindo e me viu, e disse "Ei, cara, você está tirando foto deste alce?" E eu disse, "Sim." Ele retrucou "É, eu vi essa coisa correndo desesperada pelo bairro como se não soubesse o que ocorria." O alce devia ter estigmatismo no olho direito e não viu o objeto chegando.

Então eu decidi fazê-lo um rockstar. Milhões de pessoas vão celebrar seus momentos finais. Ele era uma bela criatura e lá está ele se decompondo, mas vamos fazê-lo eterno, deveríamos?

- Shawn Crahan


Fonte: Headbanger's Blog

23 de dez de 2008

Mensagem de Paul Gray

“ENTÃÃÃO... Nós finalmente terminamos nossas 10 semanas de turnê. Fomos em 20 países e tocamos MUITOS shows! Todos os shows foram FANTÁSTICOS!! O apoio dos fãs foi inacreditavelmente FODA! Todos os shows lotaram, então MUITO OBRIGADO por isso! Nós ganhamos alguns álbuns de Platina e de Ouro, muito obrigado a todos os fãs que tornaram isso possível!! Eu me diverti pelo fato de ter minha esposa comigo conhecendo diferentes culturas, em vez de ficar sozinho chapado no hotel toda noite, então valeu muito a pena e eu fiquei muito feliz de tê-la comigo!!! A TURNÊ FOI FANTÁSTICA! Tenho seis semanas pra fazer uma cirurgia no joelho, relaxar e me recuperar nos momentos livres antes de cair na estrada novamente! MAS o legal é que vou ter minha esposa como escrava cuidando de mim......... VADIA, VAI PEGAR A POMADA, SENÃO VOCÊ VAI VER O QUE É BOM PRA TOSSE!! (brincadeira, provavemente ela vai me matar por isso!) Nós retornamos em Janeiro na turnê pelos Estados Unidos, se nós não formos até sua cidade, por favor, não se preocupe, nós estaremos lá nessa turnê e isso inclui todos vocês loucos filhos da puta do mundo inteiro. Iremos até a América do Sul, Canadá, México, e estamos pensando na Tailândia, Malásia, África do Sul e Oriente Médio e todos os lugares que eu possa ter esquecido, tá tarde e eu estou cansado. Então sejam pacientes, por favor. Obrigado por deixar nosso álbum em primeiro lugar no mundo, palavras não conseguem descrever como eu me sinto por causa disso!! Então obrigado novamente. Eu sei que eu repito muito isso, eu não entro muito aqui pra postar mas eu sou um puta retardado de computador e é muito muito muito trabalho pra mim (Minha esposa... hahaha) Espero que todos tenham um novo ano maravilhoso, ele será bom!! Esperamos seu apoio.

E pra molecada que acha que não consegue pegar aquela líder de torcida gostosa, agarre os cabelos dela e dê um beijo daqueles, e mostre que você é bom de pegada!!! Funcionou comigo (embora minha esposa não seja mais uma líder de torcida desde a faculdade). Eu vou escrever um novo blog antes de voltarmos a tocar, e acho que terei algumas novas fotos pra colocar também! Agora eu vou me deitar, muito obrigado a todos os meus irmãos e irmãs por todo o seu amor e respeito! Boa noite.

Obs.1: Espero ver todos vocês loucos filhos da puta nos nossos shows!
Obs.2: Estou recebendo muitas mensagens, e estou tentando responder o máximo possível, por favor seja paciente, estou muito ocupado e é dificil fazer isso, então não fique bravo se você não for respondido... mas eu tento. 8')”

23/12/08
Paul Gray #2

Myspace






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22 de dez de 2008

Slipknot no Second Life








12 das maiores bandas de metal do mundo vão entrar no Second Life. Slipknot, Ramones, Trivium, Bullet for My Valentine e Cradle of Filth estão entre as bandas que vão lançar as mercadorias oficiais na Rock Vault do Second Life.

O projeto foi desenvolvido pela Bravado, a divisão de merchandise da Universal Music Group e The Sine Wave Company.

Essa é uma ótima maneira dos fãs enxergarem nosso merchandise, eles podem ter uma camiseta legal para o seu avatar, ver as novidades e comprar as camisetas de verdades nas lojas virtuais das bandas.

- Mark Stracey, diretor da D2C web/móvel/digital de Bravado em Londres.


Queremos que a ilha seja uma comunidade virtual, e criando coisas criativas para as bandas, vamos encoraja-los a vir conhecer as pessoas e tocar em shows.

- Rohan Freeman, diretor da The Sine Wave Company.



fonte: Bravado.com / thanks to Dixectional

20 de dez de 2008

Slipknot nos principais festivais alemães em 2009


Segundo o site oficial do festival alemão, o Slipknot está entre as bandas participantes do Rock am Ring e do Rock im Park 2009, que serão realizados do dia 5 ao dia 7 de Junho.

Além do Slipknot, outras bandas mainstream também participarão, como Killswitch Engage, Placebo, The Killers, The Kooks, The Subways, e Trivium.

Para mais informações, acessem o site oficial do evento acesse:

http://www.rock-am-ring.com/

19 de dez de 2008

Corey: "Coldplay faz música que você usa pra limpar a bunda"



O vocalista do Slipknot, Corey Taylor, falou mal do Coldplay, os acusando de "fazer música para se usar de papel higiênico".

Taylor fez o comentário quando foi pedido que falasse sobre o novo álbum do Coldplay "Viva la vida or Death and All His Friends".

Essa merda é uma das coisas mais egocêntricas que eu já ouvi na minha vida toda, vá chupar um pau. Está assistindo isso Martin? Chupe. Vai comer um saco de merda, eu odiei muito essa porcaria, é música pra se limpar a bunda.
- Corey para a MTV2


Fonte: Gigwise

"All Hope is Gone" é disco de ouro nos Estados Unidos





O último álbum do Slipknot, "All Hope is Gone""All Hope is Gone" é disco de ouro nos Estados Unidos, foi oficialmente disco de ouro nos Estados Unidos, certificado pela Recording Industry Association of America dia 9 de dezembro, com vendas acima de 500 mil cópias. De acordo com Nielsen Soundscan, o cd teve 592 mil cópias vendidas desde o lançamento dia 26 de agosto.

"All Hope is Gone" conquistou a tão cobiçada primeira posição no top 200 da Billboard depois de uma recontagem histórica feita pela Soundscan. O álbum tinha sido anunciado como segundo colocado dia 3 de dezembro com apenas 13 cópias a menos que o primeiro colocado, o rapper The Game, marcando a menor margem de cópias da história. O resultado veio com 238,272 cópias do All Hope is Gone na primeira semana de vendas, contra 238,285 do rapper. Com uma diferença tão pequena, a Roadrunner Records pediu uma recontagem, e o Slipknot foi ao primeiro lugar com uma diferença de 1.134 álbuns vendidos.

Corey: Aquilo foi incrível. Ainda tem momentos em que eu me pergunto se realmente aconteceu. Claro que quando você entra em um negócio assim, seu objetivo é chegar no topo, mas tivemos que pedir uma recontagem porque os números não estavam claros e o The Game estava em primeiro lugar com uma diferença de apenas 12 álbuns. Nossa gravadora, a Roadrunner, pediu uma recontagem e descobriu eramos os primeiros colocados com mais de 1.200 cds na frente. Chegamos no topo mas tivemos que conquistar. Diferente dos outros, fomos investigar para descobrir que eramos os primeiros.

Fonte: Blabbermouth

The Eye of a Clown : Uterus




Essa semana, o percusionista e artista do Slipknot, Shawn Crahan, fala sobre sexo, usa as palavras "vagina" e "nudez" e nos mostra uma foto que parece normal, mas é cheia de sensualidade, especialmente se você é um daqueles anormais que se excita em playgrounds.

"Vai ter um estágio na minha vida em que eu vou fotografar coisas exóticas e nudez. Eu gosto disso pela beleza do nascimento de uma criança, e a intimidade entre homem e mulher no que eu acho a melhor coisa pra se fazer no mundo. Eu andei nesse escorregador muitas vezes antes de tirar a foto, coloquei minha energia ali, de escorregar ali dentro. Então eu tento ir pra frente e pra trás.

Quando eu estou na estrada, trago a polaroid e câmera digital, saio com as pessoas e achamos as coisas, e eu fotografei isso com a digital. Tirei essa foto na Alemanha depois de uma passagem de som, lá pelas 6 da tarde. O sol estava se pondo e foi lindo. Tinha um muro de tijolos com uma escada e essa vagina gigante pras crianças subirem e descerem, assim como adultos americanos que andam por aí tocando música pesada. Vai saber."

Fonte: Headbangers Blog

Corey Taylor na 'Kerrang!' de Natal

A 'Kerrang!' lançará uma edição especial dupla de Natal contendo 88 páginas.

A edição natalina da revista conta com Corey Taylor, James Hetfield (Metallica) e Pete Wentz (Fall Out Boy) na capa e, além das matérias especiais, a revista é acompanhada de alguns posteres, incluindo um do Corey.

Veja a capa abaixo:



Mick e James na capa da Guitar Part

A edição do mês de Dezembro da revista francesa Guitar Part traz na capa os guitarristas Mick Thomson e James Root do Slipknot.

Veja a capa abaixo:


Entrevista de Corey Taylor na Finlândia 07/11/08

O Slipknot se apresentou em Helsinki, Finlândia, dia 07 de Novembro. Durante a apresentação do Machine Head, momentos antes do Slipknot entrar no palco, Corey Taylor foi entrevistado pela voice.fi:

“Estou construindo um estúdio em casa; estou começando minha própria produtora; estou comprando coisas pra começar minha própria gravadora; estou pensando numa companhia de marca de roupas, que não terá nada a ver com nenhuma das bandas, é apenas a minha visão; estou pensando em fazer um livro... E por aí vai. Estou fazendo tudo isso.”
O video você confere aqui:
http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/247527

Entrevista com Corey Taylor na Loveline


Corey Taylor foi entrevistado dia 27 de Agosto pela lovelineshow.com, um dia após o lançamento do All Hope Is Gone, mas o áudio foi disponibilizado na internet há pouco tempo.

O programa recebe o entrevistado e várias ligações ao decorrer da entrevista, com perguntas que revesam entre assuntos da banda em questão e assuntos de problemas sexuais dos ouvintes, tudo com muito bom humor ,a tradução segue abaixo.



Stryker: Hoje é um grande dia para o nosso convidado da noite. Você é o número 8, não é?

Corey: Espero que sim. Está escrito isso na minha cueca.

Stryker: Certo. Não sei se vocês conseguem reconhecer somente pela voz, mas ele está muito bonito, muito excitante. (Risos) O novo CD do Slipknot está nas lojas hoje. Parabéns, Corey.

Corey: Obrigado, senhor. Muito obrigado.

Stryker: Este é o quarto álbum?

Corey: Este é o quarto álbum, tecnicamente.

Stryker: Certo. E como se sente hoje comparado aos álbuns anteriores?

Corey: Não estou tão tenso. Estou animado de que ele esteja lançado, estive torcendo muito para esse álbum ser lançado, porque estou muito orgulhoso dele. E agora está aí, e todo mundo pode ouvir. Estou empolgado.

Stryker: Ouvi Psychosocial na rádio centenas de vezes, e ela é muito boa. Isso foi bom pra vocês.

Corey: Muito bom, cara. Todos estão muito focados. Todos estão amando muito isso, então eu não poderia estar mais agradecido.

Stryker: Vocês são de...?

Corey: Iowa. Des Moines, Iowa.

Stryker: Correto. Vocês já devem ter respondido isso muitas vezes, mas para os seus novos fãs, diga como uma banda de Iowa consegue ser descoberta, assinar um contrato e se dar tão bem como aconteceu com vocês?

Corey: Você tem que trabalhar umas 8 vezes mais do que as outras bandas. Sério mesmo. Quando nós surgimos, cara... 9 caras numa banda, vestindo máscaras, macacões, tocando metal... você tá me zoando? Mas nós aceitamos isso, sabe? Nós tivemos momentos de sorte e os aproveitamos. Muitas bandas acham que eles param de trabalhar quando conseguem um contrato, e não é verdade, este é apenas o primeiro passo. E nós agarramos todas as oportunidades que surgiram, todas as chances, e aqui estamos 10 anos depois.

Stryker: A gravadora pode ser a maior, mas se a banda não se empenhar, o álbum fracassa. O que acontece é que o álbum não sái tão bom e blablabla.

Corey: Exato. Você tem que pensar 10 passos adiante, literalmente.

Stryker: O primeiro single que vocês tiveram foi 'Wait and Bleed'?

Corey: Sim, 'Wait and Bleed' foi o primeiro que saiu. 'Spit It Out' foi banido da MTV (Risos), o que foi chato, porque eu caí daquela escada umas 10 vezes durante a gravação pensando "Nossa, isso vai ficar maneiro na MTV" e aí eles viram o vídeo e disseram "Negativo!". Mas sim, 'Wait and Bleed' foi tipo o inicio de tudo, mas é uma daquelas músicas que... todo mundo que está numa banda há tanto tempo tem uma música que eles param e pensam "Putz, temos que tocar essa coisa de novo", e essa música é assim pra mim. Mas continua sendo legal, sabe? Continua significando muito pra mim.

Stryker: É tipo a 'Cococabana' de Barry Manilow...

Corey: Na verdade o certo é 'Copacabana'.

Stryker: Ah, é 'Copacabana'? (Risos)

Corey: Me surpreende ter que te corrigir, Stryker.

Stryker: Você conhece Barry Manilow melhor do que eu. (Risos)

Corey: Ele escreve as músicas que fazem o mundo inteiro cantar, ok? Ele é um homem bonito. E faz letras puras. (Risos) Você já viu como ele está? Nossa senhora!

Stryker: Ele é gay?

Corey: Manilow? Hmm acho que não. Ele começou como pianista da Bette Midler.

Stryker: Nossa, dessa eu não sabia.

Corey: É, ele a ajudou a escrever algumas músicas.

Stryker: All Hope Is Gone está nas lojas, oficialmente o quarto CD. Quanto tempo levou a gravação desse álbum?

Corey: Não demorou muito, cara. Levou apenas uns 2 meses e meio pra gravar. E o gravamos em Iowa, foi a primeira vez que fizemos isso. E o estúdio era a meia hora da minha casa. Eu entrava no carro, ia até lá, trabalhava por 8 horas, voltava pra casa, brincava com meu filho, arrumava uma janta, dormia na minha cama; foi o melhor sentimento de todos. Foi maravilhoso.

Stryker: Bom pra você.

Corey: Uma grande experiência, cara.

Stryker: E quem produziu o álbum?

Corey: Dave Fortman. Ele já havia trabalhado antes com o Evanescence, Mudvayne, Superjoint Ritual; já trabalhou com muita gente, e ele é uma das pessoas mais engraçadas desse planeta. Ele é incrível.



Stryker: Temos uma chamada agora, e aí Davin de Florida?

Davin: Olá, essa é uma pergunta para Corey Taylor.

Corey: Ah não. (Risos)

Davin: Eu tenho sido um grande fã de vocês desde o Mate.Feed.Kill.Repeat. Você fez algumas turnês com o Anthrax, e aquela música 'Bring on the Noise'. Você tem algum plano para o futuro com o Anthrax?

Stryker: Não é apenas 'Bring the Noise'?

Corey: Sim, é só 'Bring the Noise'. Na verdade eu estava fazendo um álbum com eles, mas tivemos que parar no meio do caminho porque eu tinha que voltar para o Slipknot. Mas continua vago, eu fiz algumas músicas com eles, é algo que têm sido discutido mas não há nada confirmado no momento.

Stryker: Como é Scott Ian, ele é legal?

Corey: Demais! Ele é um dos meus melhores amigos. E é interessante porque eu cresci ouvindo aqueles caras, então é bem legal conhecer seus heróis pessoalmente.

Stryker: Legal. E Davin, não sei se você sabe, mas essa música 'Bring the Noise' foi criada pelo Public Enemy.

Corey: Public Enemy, exatamente.

Stryker: "Never badder than bad cause the brother is madder than mad at the fact thats corrupt as a senator. Soul on a roll, but you treat it like soap on a rope, cause the beats in the lines are so dope. Listen for lessons Im saying inside music that the critics are blasting me for..." [Trecho da música 'Bring the Noise']

Corey: Concentre-se, Stryker. Concentre-se.

Stryker: Ok, ok, vamos lá. (Risos) Gabriel!?

Gabriel: Oi.

Stryker: Você está na linha, cara.

Gabriel: Eu tenho uma pergunta pro Corey. Quando vocês começaram, quem deu a idéia de usar máscaras?

Corey: Ah cara, essa é uma pergunta pro Clown. Quando eu entrei na banda essa coisa de máscara já estava estabelecida. Mas foi algo que eles começaram a fazer nos ensaios, cara. Depois decidiram levar para o palco, e funcionou. Eu me lembro de ter ido no primeiro show do Slipknot e de ter ficado espantado de ver o quão envolvido naquilo eles estavam. E depois que eu entrei na banda, eu pude usar isso e participar também, sabe? Eu não sei exatamente o por quê, mas... funcionou.

Gabriel: Eu amo as máscaras, pra mim elas são loucas.

Corey: Elas cheiram muito bem também.

Stryker: Vocês vomitaram nelas algumas vezes né?

Corey: É, algumas vezes. Muito fluídos. Aliás, é incrível a quantidade de fluídos saem do nosso rosto. As secreções que... enfim.

Stryker: Vocês acabaram de fazer a turnê Mayhem, certo?

Corey: É, acabamos de sair dessa turnê, foi muito divertida. Provavelmente a turnê mais divertida que eu já fiz.

Stryker: Stone Sour é o seu outro projeto, e eu não quero chamá-lo de projeto paralelo, pois vocês têm ido muito bem.

Corey: É, têm ido muito bem.

Stryker: E porquê você decidiu fazê-lo?

Corey: Na época que o álbum Iowa foi lançado, eu estava meio que me sentindo incompleto musicalmente, porque eu também sou um compositor. Eu queria fazer a minha música em conjunto com a música deles. Stone Sour é uma banda que eu já estava mesmo antes do Slipknot, o primeiro álbum não deu muito certo, mas o 'Come What(ever) May' estourou, sabe? 'Through Glass' ficou no topo das paradas.

Stryker: É aquela música do clipe que foi gravado em Hollywood?

Corey: É, a 'Through Glass'.

Stryker: Aquele vídeo, cara, se você quer ver um vídeo legal de verdade, - eu sei que estamos aqui pra falar do Slipknot, mas - vá até o YouTube e dê uma olhada, ficou muito bem feito. Ficou muito, muito bom.

Corey: Ficou muito bacana, cara. Da primeira vez que eu vi o clipe pronto, eu disse "Isso é muito legal" (Risos). Porque eu não sou um grande fã de vídeos, sabe? Então quando são feitos corretamente, eu curto muito.

Stryker: Você já esteve na Loveline antes?

Corey: Eu nunca. Mas acredito que alguns dos outros caras já estiveram. A um bom tempo atrás, talvez 2, 3, 8, 10 anos atrás, não tenho certeza.

Stryker: Estou muito grato por você estar aqui conosco hoje.

Dr. Drew: Quando você estava contando os anos ali eu achei que você estava falando quem é que esteve aqui antes, "o #2, #3, #8, #10" (Risos)

Corey: É, aquele décimo integrante. Alguém que não está mais na banda.

Stryker: Não existe um décimo integrante. E você que pensou que o vocalista do Slipknot e do Stone Sour ouvia apenas músicas de balançar a cabeça, nós tivemos uma conversinha bacana sobre Barry Manilow.

Corey: Tivemos, tivemos sim.

Stryker: Eu falei 'Cococabana', você me corrigiu.

Corey: Eu te corrigi. O certo é 'Copa... cabana'. "Her name was Lola, she was a showgirl"(Risos) [Trecho da música 'Copacabana']



Stryker: Alô, Marcos?

Marcos: E aí Drew, Stryker, vocês são demais, caras.

Dr. Drew: Valeu, Marcos.

Marcos: Corey, só pra você saber, o Slipknot é minha banda favorita, mano. Comprei o álbum hoje e estou curtindo cara, é maneiro.

Corey: Legal. Manda ver, cara! Obrigado.

Marcos: Antes de mais nada, tenho uma rápida história pra contar.

Corey: Ah não.

Marcos: Eu encontrei uma velha amiga numa festa, e ela perguntou se eu gostava de fazer coisas estranhas. Eu disse que sim, e ela quis fazer sexo ouvindo Slipknot. (Risos)

Corey: Fale pra ela que ela é minha heroína.

Marcos: Eu perdi minha virgindade ouvindo a música 'The Blister Exists', e foi muito maneiro, mano. (Risos) Corey, por favor diga para o Joey que a bateria nessa música foi demais, mano. (Risos)

Corey: Nossa, cara. (Risos) Mas só pra esclarecer, você perdeu sua virgindade ao som de uma música que tem a palavra 'Blister' [bolha de queimadura] no meio...(Risos)

Marcos: Foi muito legal.

Corey: Achei interessante, vou contar pro Joey sim, pra ele saber que você foi capaz de manter o ritmo com a batida de pedal duplo. (Risos)

Marcos: Só mais uma pergunta, gostaria de saber quando vocês entrarão em turnê novamente nos Estados Unidos.

Corey: Nós planejamos retornar dia 23 de Janeiro do ano que vem. Nós vamos viajar agora, pro Japão, Austrália, Russia e Europa em apenas 2 meses. É, nós não paramos. Somos insanos.

Stryker: Alô, Brian, você está na linha com o Corey do Slipknot.

Brian: Ô.

Corey: Alô!?

Brian: Oi Corey, existe alguma chance de relançar o Mate.Feed.Kill.Repeat.?

Corey: É engraçado responder isso... eu não cantei nesse álbum, mas eu gosto muito do álbum. E nós já conversamos sobre relançá-lo daqui um tempo. Eu não sei quando faremos isso, mas é algo que está na nossa cabeça. Eu gostaria muito, porque é uma boa forma de mostrar de onde a banda surgiu e mostrar também a evolução. Nós já gravamos algumas poucas músicas daquele álbum, e continua sendo bom pra mim, sabe? Continua tendo muita vitalidade também. Se dependesse de mim eu faria. É algo que nós temos comentado sobre, então... fique ligado.

Stryker: Falando sobre nova música... nova, nova, nova música... curta esse novo álbum, Brian, por enquanto. (Risos)

Corey: É. Novo álbum.

Stryker: E aí sim, retorne para o Mate.Seed.Kill.Repeat.

Corey: "Mate.SEED."?

Stryker: Mate... o que eu disse?

Corey: De novo o lance do 'Cococabana'? (Risos)

Stryker: Sabia que o Corey está numa banda que ganhou um Grammy, Dr. Drew?

Dr. Drew: Legal, vencedor de Grammy.

Corey: É, muito legal.

Stryker: Em que ano foi isso?

Corey: Foi em dois mil e... acho que cinco, mas acho que foi em 2006. Foi em 2005? Foi?

Stryker: Todos na banda pegaram o prêmio, né?

Corey: Sim. Exato.

Stryker: Olha só isso, Drew, esse cara com aquela banda em Iowa, com 86 integrantes no conjunto, fazendo um monte de barulho... veceram o Grammy.

Dr. Drew: Vestir máscaras... nada de mais.

Stryker: É, vestir máscaras. Venderam mais de 1 milhão de cópias nos três álbuns anteriores. Vamos tocar uma música agora, 'Dead Memories'. Quer dizer alguma coisa antes?

Corey: Primeiramente, essa é acho que a primeira música do Slipknot com pegada de rock que não tem grito nenhum. É completamente melódica. Provavelmente será o segundo single, gravaremos o vídeo dela na próxima semana. E a letra é basicamente uma história dos últimos 10 anos da minha vida. É bem intenso.

Stryker: Parece legal. Vamos ouví-la agora, 'Dead Memories' na Loveline.

*Toca Dead Memories*



Stryker: Ainda está estranhando ouvir suas músicas na rádio?

Corey: É muito estranho, cara. E ainda mais estranho quando é em outra cidade, porque se eu estou em Des Moines e me ouço na rádio, eu penso "Hmmm é, faz sentido", mas se eu estou tipo em Phoenix, e alguma rádio começa a tocar 'Duality', sei lá, eu penso "Sou eu! Minha nossa senhora, sou eu! Sou eu!" (Risos)

Stryker: Essa é uma excelente música, 'Duality' é uma ótima música do Slipknot, eu gosto dela.

Corey: É muito boa.

Stryker: Eu deveria saber disso, mas... vocês continuam na Roadrunner Records né?

Corey: Sim.

Stryker: E é uma grande gravadora, certo?

Corey: Com certeza.

Stryker: Continua operando da mesma forma que nos álbuns anteriores?

Corey: Sim. Nós nunca mudamos de gravadora, eles nos apoiaram muito, eles nos ajudaram em muitas coisas, assim como nós fizemos por eles. Eu não consigo dizer muito sobre isso, é uma organização muito boa.

Stryker: Legal. E você procura bandas para assinar contrato, etc?

Corey: Eu faço algumas coisas assim, eu produzo muitas bandas. Recentemente fiz um EP com uma banda chamada Walls of Jericho, fizemos um EP acústico no meu estúdio em Des Moines com meu parceiro, e ficou muito bom. Estou começando a colocar minha mão nessas coisas. Mas continuo principalmente como compositor e tal.

Stryker: A banda que o Corey está com vários outros homens...

Corey: Delícia.

Stryker: o Slipknot, de Iowa, está com o álbum All Hope Is Gone nas lojas hoje. Você gosta de alguma música do Michael Jackson?

Corey: Eu sou um grande fã de Michael Jackson. Tenho uma tatuagem do Michael Jackson nas minhas costas.

Stryker: Sério?

Corey: Tenho sim.

Stryker: E de que tamanho ela é?

Corey: É grandinha. Quer ver?

Stryker: Eu gostaria de ver.

Corey: Beleza, eu mostro.

Stryker: Deveríamos estar filmando isso. Anderson, você tem a câmera aí? (Risos) Vamos ver.

Dr. Drew: Meu Deus.

Stryker: Ele tem o Michael Jackson numa pose das antigas naquela foto contra o muro de tijolo.

Corey: 'Off the Wall' é o melhor álbum!

Stryker: Você acha que é o melhor álbum?

Corey: É o melhor álbum! 'Thriller' é uma farsa! (Risos)

Stryker: É o único homem famoso que você tem tatuado?

Corey: Não, eu tenho o Heath Ledger bem aqui. Que acabou de ser feito.

Stryker: Uau!

Corey: Foi feito por um cara chamado Shane O' Neill. Se você está querendo tatuar um retrato, ele é o cara. Shane O' Neill.

Stryker: Corey do Slipknot tem o Heath Ledger, como o personagem do 'The Dark Knight' no braço dele.

Corey: Isso, o 'Joker'.



Stryker: Beleza, vamos falar com a Valerie, como vai, Val?

Valerie: Olá. Corey, meu Deus do céu, eu preciso te dizer, ouvindo sua música agora há pouco, eu tive um orgasmo. Sua voz é uma tentação, sabia?

Corey: Oh (Risos). Obrigado Valerie. Tenho isso estampado na minha cueca. Patrocinada por coreytaylor.com, vai lá (Risos)

Valerie: Já pensou em fazer um álbum só de faixas como aquela que você fez no álbum do Stone Sour?

Corey: Aquela coisa falada? Omega.

Valerie: Exatamente. É lindo.

Corey: Eu tenho muita coisa como aquela, na verdade estou planejando fazer um álbum solo. Provavelmente daqui a um ano e meio terei alguma coisa pronta.

Valerie: Você é como se fosse o Jim Morrison da nossa geração, eu realmente acredito nisso.

Corey: Oooh! Eu nasci no mesmo dia que ele.

Stryker: Sério?

Corey: É, 8 de Dezembro.

[Depois de uma longa conversa sobre assuntos sexuais da Valerie...]

Valerie: Antes de você sair do estúdio, você poderia dar um grito?

Stryker: Ahhhh. Não sei se temos microfone pra isso. Mas o álbum está nas lojas. (Risos)

Corey: Vamos ver. Vou fazer um teste de microfone depois.

Stryker: Última pergunta, você já foi no redtube.com ?

Valerie: redtube? Não.

Stryker: Ok, é um bom site pra você dar uma olhada.

Corey: Passe uma noite nele.

Valerie: Eu vou.

Corey: Ou pornhub.

Valerie: Vou passar uma noite ouvindo a gravação desse programa, estou gravando. Corey, você é demais.

Corey: Oh, obrigado. (Risos)

Stryker: Verdade. Vamos falar com Eduardo. E aí, cara?

Eduardo: Olá, tenho uma pergunta pro Corey.

Corey: Oi.

Eduardo: Primeiramente eu gostaria de te mandar uma mensagem do outsidethenine, queremos dizer "Olá" pra você.

Corey: Olá - só pra dizer, outsidethenine é o nosso fã clube.

Eduardo: Nós estamos com saudades, nós o amamos e queremos saber como estão Sid e Joey.

Corey: Muitos ferimentos na turnê Mayhem. (Risos) Na primeira noite em Seattle, Sid pulou do alto da estrutura do palco e quebrou os dois calcanhares.

Dr. Drew: Isso é mau, cara. Isso é mau.

Corey: Ah é sim. Por sorte ele quebrou de uma forma que não precisou de pinos, não precisou de cirurgia, apenas colocaram essas botas nele e ele precisou ficar preso numa cadeira de rodas até o final da turnê. E faltando uma semana pro fim dessa turnê, Joey torceu o tornozelo no backstage. Nós achamos que era só uma coisa leve, colocamos gelo e tudo mais, mas ninguém olhou de perto. E ele continuou tocando, mas como não estava melhorando, nós chamamos alguém pra ver, pois estava começando a piorar. E os médicos descobriram que estava quebrado, então ele ficou se apresentando com um pé quebrado. (Risos)

Foi loucura. Mas, Sid está melhorando muito rapidamente e vai estar de pé e caminhando em muito breve, e o pé de Joey também não precisou de cirurgia e já está se recuperando muito bem, vai fazer uma fisioterapia e voltará melhor do que nunca. Então ambos estão se recuperando muito bem.

Stryker: Beleza.

Corey: Então são notícias muito boas, eu gostaria de mandar um "oi" pra todos no Slipknot, bom, eles provavelmente não estarão ouvindo, mas...

Stryker: Joey tocou com o pé quebrado em quantos shows?

Corey: Cinco. (Risos) Tocou com o pé quebrado por uma semana. Ele é louco, cara, e o curioso é que ele tava tocando mais rápido com um pé só. Foi insano, cara, velocidade dobrada; eu dizia pra ele "Você é uma máquina, cara."

Stryker: Drew, você sabe que eles ganharam um Grammy né?

Dr. Drew: Sim.

Stryker: Mas eles foram indicados para cinco ou sete outros Grammys.

Corey: Nove. Fomos indicados nove vezes.

Stryker: Nove Grammys? E ganharam uma de nove, certo?

Corey: Na verdade eu fui indicado nove vezes, duas ou três vezes pelo Stone Sour e seis ou sete pelo Slipknot. Então somos tipo a Susan Lucchesi do metal.

Stryker: Mas vocês ganharam um.

Corey: Ganhamos um, mas um de nove.

Stryker: Não está mal.

Corey: Eu seria demitido de qualquer time profissional de futebol. Se eu ganhasse uma de nove.



Stryker: O novo CD do Slipknot está nas lojas hoje, e eu amei o artwork, amei essas máscaras gigantes, aliás.

Corey: Os cabeções. (Risos)

Stryker: Vocês estão com novas máscaras para a banda?

Corey: Sim, alguns de nós estamos. A minha por exemplo, eu evoluo com o passar dos anos, sabe? Mas o Mick encontrou a dele e está feliz com ela. Ele tem algumas novas já prontas, mas... todas elas passam por mudanças e tudo mais. É legal evoluir com isso, sabe? Particularmente, eu queria algo que você visualmente muito simples, mas ao mesmo tempo perturbador. E pra falar a verdade eu estou assustando mais adultos do que crianças, o que eu acho muito engraçado.

Stryker: Bacana. Eu ainda não consigo acreditar que deu certo.

Corey: O quê?

Stryker: Você é tão esperto, e eu acho que a pessoa tem que ser esperta pra estar numa banda de sucesso, porque se você for estúpido, não acho que estará numa banda de sucesso. Pessoas estúpidas deixam escapar. Mas vocês ficaram tão loucos quanto uma plantação de bananas e... sei lá, é legal. (Risos)

Corey: É... obrigado? (Risos)

Stryker: Sei lá, foi uma metáfora. Foda-se o que eu disse também.

Corey: Não, tô brincando, obrigado. Tem um provérbio chinês que diz "Antes de parecer brilhante, precisa-se parecer tolo." - E por alguns anos as pessoas não nos entendiam. Mas tem muito pensamento envolvido na banda, tem muita arte, muito conteúdo, muita positividade. Tem muita coisa que envolve o Slipknot, não são só máscaras bizarras e chocar os outros a todo momento. As coisas que nós dizemos são muito reais, entende? Então tem muito conteúdo, cara, então eu fico grato de receber isso de você.

Stryker: Bom.

Corey: Eu gosto das suas comparações.

Stryker: Muito obrigado. Você foi muito pior que eu (Risos).

Dr. Drew: William!?

William: Sim.

Dr. Drew: Obrigado por esperar uma hora e meia no telefone. (Risos)

William: Porra, cara, achei que nem iam receber mais minha ligação. Beleza, em Junho, meu pulmão direito deu problema, não foi muito grave, mas bem quando eu estava num show do Slipknot em Fresno, meu pulmão esquerdo falhou. E não voltou até a manhã seguinte. Eu tive que operar e fiquei 2 semanas num hospital. Fiquei com uma cicatriz do lado esquerdo do peito que vai me fazer lembrar daquele show pra sempre. E agora eles querem que eu volte para operar o lado direito, eu só queria saber, pois sou um cantor de heavy metal, como isso vai afetar minha performance? Porque isso me restringe muito palco, etc.

Dr. Drew: Você tinha alguma pré-disposição a sofrer esse tipo de coisa?

William: Eles disseram que era por causa de uma vesícula.

Dr. Drew: Sim, são vesículas, mas existem algumas condições que pré-dispõem a isso.

William: Pelo que eu saiba, eu não tinha nada. Mas eu fumava muito cigarro e maconha, mas já parei com os dois.

Dr. Drew: Certo, isso é o principal agora.

William: Então eu gostaria de saber se deveria parar, e quanto tempo você acha que vai levar para que eu possa voltar aos palcos, porque eu ainda sinto um incômodo do lado esquerdo quando eu tento inalar.

Corey: Boa pergunta. Meu ponto de vista como cantor, minha filosofia sempre foi "Vá de acordo com sua condição", você impõe seu limite, praticamente. Então se você sabe que vai explorar seu corpo, deve ter certeza que fisicamente você pode fazer isso. Mas se você continua sentindo isso, eu diria pra ficar em estado de alerta e fique parado por um tempinho. Pegue o máximo possível de conselhos médicos antes de até mesmo pensar em subir no palco.

Se fosse comigo, eu ficaria treinando pra tentar manter e tudo mais, mas tem muitas coisas cardiovasculares em questão, se você é um cantor, essa é sua ferramenta, sabe? Seus pulmões e suas cordas vocais. Então a primeira coisa que você deve fazer é saber como seu corpo está fisicamente. Meu conselho é: Faça o que deve ser feito no hospital, converse muito com os médicos e depois você decide.

Stryker: Boa sorte com os pulmões estragados.

Corey: É isso aí. Não sei se isso responde ou não sua pergunta, mas... pelo menos pra mim, sendo um cantor e estando em turnê, acho que você fica em sintonia com seu corpo, você sabe quando está doente, quando não está se sentindo bem, sabe quando será capaz de fazer tal coisa. Então a primeira croisa que você deve fazer é deixar seu corpo normal e cuidar disso.

Stryker: Corey, muito obrigado por vir na Loveline.

Corey: Obrigado vocês por me receberem, cara, nem acredito que já se foram duas horas. Que coisa!

Stryker: Pois é, obrigado por vir aqui. All Hope Is Gone está nas lojas e nós nos vemos em Las Vegas no show do Barry Manilow.

Corey: Com certeza.

Stryker: Corey, Stryker, Drew, Loveline, tchau.


*Erros de gravação*

Stryker: Leia e depois diga seu nome.

Corey: Haha, "e meu nome". Mas... cara, eu não consigo ler em russo. Que...hieróglifos... que coisa é essa? Cara, olha pra essa letra desse roteiro. Você viu isso? Você consegue ler isso? Olha só! Tá brincando comigo? Cara, meu filho escreve melhor do que isso. (Risos) Vocês estão gravando? Ah, que caralho.

"Olá, aqui é o Corey do Slipknot, o melhor convidado de todos, e você acompanhou a Loveline com Stryker e Dr. Drew. Espero que estejam bem." - olha, em um take só.

Stryker: Isso foi muito engraçado.

Corey: Foi divertido, cara.
Veja o video aqui:
http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/247526

16 de dez de 2008

Clown:"Quero o Slipknot na capa da National Geographic"

Durante a turnê Mayhem, a Roxwel entrevistou o percussionista Clown, que falou sobre sua máscara e sobre a cultura do Slipknot. Alguns fãs também foram entrevistados e falaram um pouco sobre suas relações com a banda.No link abaixo o vídeo legendado da entrevista:

http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/247411

14 de dez de 2008

Harddrive apresenta: Slipknot

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O programa semanal "Harddrive" apresentado por Lou Brutus colocou no ar um especial sobre o Slipknot do dia 3 à 6 de dezembro nos Estados Unidos. O Programa conta com entrevistas e quatro faixas ao vivo exclusivas gravadas na turnê europeia: Psychosocial, Dead Memories, Duality e Before I Forget.
Abaixo você confere a tradução na íntegra:





Interrompemos sua programação com essa gravação especial do Slipknot. Com o seu apresentador Lou Brutus.

A turnê do Slipknot com "All Hope is Gone" de 2009 começa dia 23 de Janeiro com Coheed and Cambria e Trivium. A banda nos pediu para anunciar essa turnê e disponibilizar essas faixas ao vivo do seu set, isso vem daqui a pouco, mas agora aqui está o vocalista Corey Taylor falando sobre a resposta da platéia.

Corey: O retorno que temos depois dos shows é muito bom, as pessoas ficam "ah, vocês tocaram isso" e você chega num nível na sua carreira onde você não precisa ser o mais louco, as pessoas simplesmente comemoram o fato de você estar lá, e se você faz direito as pessoas vão se divertir vendo você, e eles sabem que a última coisa que queremos fazer é decepcioná-los, então você faz de tudo e as pessoas vão ficar felizes.

Claro que o retorno é sempre maravilhoso, é o Slipknot oras.

Corey: Tem algumas músicas que não tocamos faz tempo e estamos adaptando no setlist, é bom cara e estamos mudando as coisas um pouco, tem músicas que não vamos tocar, um set novo, um visual novo, nós estamos de volta.

A turnê mundial de "All Hope is Gone" de 2009 começa dia 23 e janeiro em St. Paul Minessota, com Coheed and Cambria e Trivium como bandas de abertura.

Corey: Em cada turnê nós tentamos levar bandas boas e diferentes, e essa turnê não vai ser diferente, Coheed and Cambria que é uma ótima banda nova assim como o Trivium, as duas bandas vão trazer elementos diferentes para a turnê e vai ser ótimo, as 3 bandas colocando fogo no palco.

A turnê de All Hope is Gone marca o 12ª turnê americana desde 1999, ao longo dos anos a banda usou 77 ônibus, venderam milhares de camisetas e tocaram para mais de 10 milhões de fãs pelo mundo. Algum desses lugares inclui Rússia, Coréia, Tailândia e Singapura.

Sid: Cara, subir naquele palco é muito bom. O perigo não é mais tão grande como antes, mas ele continua lá.

E o Sid sabe do que está falando, ele já se machucou tanto que até perdeu a conta. Ele bateu a cabeça no estúdio, Clown o jogou no chão durante uma sessão de fotos e esse nem é o começo das centenas de machucados que eles tiveram no palco, aqui está o DJ, Sid Wilson.

Sid: Eu sempre machuco meus dedos na bateria do Clown, o Jim já me acertou com a guitarra algumas vezes, é normal pra gente, quer dizer... O palco vai ficando mais e mais perigoso, as pessoas podem achar que não somos mais tão malucos como antes, mas isso não significa que deixou de ser perigoso, algumas das coisas que a gente faz tem um ensaio, tipo quando a bateria do Joey levanta, gira e fica de cabeça pra baixo, essas coisas, a única parte ensaiada é a parte eletrônica e das máquinas, porque é perigoso e pode te matar sabe.

Aqui vai um pedacinho do que vocês vão ter na turnê de 2009 do All Hope is Gone, essa é "Psychosocial" gravada ao vivo recentemente na Europa, e virá daqui a pouco para os Estados Unidos.

Gravado recentemente na Europa, essa versão exclusiva e nunca divulgada de Psychosocial. Como eu disse antes, o Slipknot é uma banda que teve muitos machucados dentro e fora do palco, mas é de se esperar, nove caras manuseando máquinas pesadas onde essas coisas estão pré dispostas a acontecer durante o show. Na verdade, o Slipknot foi forçado a cancelar uns shows na Europa por causa de machucados sérios sofridos por 2 integrantes: Sid Wilson o Dj que quebrou os dois calcanhares no dia da abertura do Rockstar Mayhem Tour, e o baterista Joey Jordison, que quebrou o tornozelo no fim da Mayhem Tour. Os dois já estão bem e prontos pra voltar para a estrada.

Corey: Estou orgulho do fato de que só cancelei quatro shows em toda a minha carreira, e foi somente porque eu estava fisicamente incapaz de me apresentar, mas se você pode fazer pelo menos suba lá e faço seu melhor, os fãs agradecem isso mais do que qualquer coisa, e eu acho que é por isso que nós ainda estamos aqui, porque nunca deixamos essas coisas nos deter.
Sid: O equipamento do Clown vai pra cima e pra baixo, fica rodando, vai mais alto que antes e eu caí outro dia, fiquei preso num gancho e cai pro lado, tinham coisas afiadas e eu olhei e pensei que meu braço podia parar ali a qualquer momento e ser cortado fora. O equipamento do Chris é automático, são três partes eletrônicas e se movem rápido sabe? Eu estava testando e fui jogado uns 6 ou 7 metros de distância.
Corey: Tiveram turnês que fizemos sem o Paul por causa de seus problemas médicos, Jim perdeu o último mês da turnê do Vol. 3 porque quebrou o pulso. Então você vai se adaptando mas não pode decepcionar a platéia, essa é a pior coisa do mundo.

Slipknot não é uma banda que se esforça para ser controversa, mas acaba caindo nisso de uma maneira ou de outra. Em 2006 ladrões de túmulos de Kansas City deixaram um pedaço de papel com uma letra do Slipknot, eles também processaram o Burger King por usar uma banda de metal com máscaras em uma campanha de marketing. O Slipknot ganhou o processo.

Corey: No verão passado, demos pra vocês o Mayhem, agora é o All Hope is Gone com o Slipknot, na turnê de 2009. Os fãs podem esperar a mesma loucura, o mesmo nível de intensidade, um set diferente, mais luzes que vocês podem agüentar e mais aço que podemos colocar no palco.

Os ingressos vão começar a ser vendidos na segunda e terça feira para o fã clube do Slipknot, vocês sabem que são, dia 3 de dezembro uma pré-venda pelo iTunes, na sexta feira dia 5 de Dezembro, pré-venda liberada, sábado dia 6 venda nos postos credenciados, você também pode ir ao allhopeisgone.com, aqui estão as datas dos shows com Coheed and Cambria e Trivium como bandas de abertura:

23/01/09- Xcel Energy Center - St. Paul, MN
24/01/09- Sprint Center - Kansas City, MO
25/01/09- Mid America Center - Council Bluffs, IA
27/01/09- Alliant Energy Center Memorial Coliseum - Madison, WI
28/01/09- Wells Fargo Arena - Des Moines, IA
30/01/09- Allstate Arena - Rosemont, IL
31/01/09- The Palace of Auburn Hills - Auburn Hills, MI

Mais datas estão surgindo, mas agora, outra música que a banda gravou recentemente da turnê do All Hope is Gone na Europa, a música single "Dead Memories"

Dead Memories gravada recentemente na Europa, e agora vamos continuar com as datas dos shows da turnê "All Hope is Gone"

02/02/09- Peoria Civic Center - Peoria, IL
03/02/09- Pepsi Coliseum - Indianapolis, IN
05/02/09- Madison Square Garden - New York, NY
06/02/09- Tsongas Arena - Lowell, MA
07/02/09- Susquehanna Bank Center - Camden, NJ
09/02/09- Greensboro Coliseum Complex - Greensboro, NC
10/02/09- Cricket Arena - Charlotte, NC
11/02/09- Bi-Lo Center - Greenville, SC

Sou Lou Brutus e voltarei com vocês depois dessas mensagens com mais faixas ao vivo exclusivas do Slipknot e mais datas da turnê.

Bem vindos de volta, sou o Lou Brutus e se você acaba de ligar o rádio, sua estação local teve a programação normal interrompida, assim podemos trazer informações sobre a turnê do "All Hope is Gone", nós temos comentários da banda, informações da turnê e faixas ao vivo exclusivas como essa, gravada recentemente na turnê européia, a música Duality.

Duality, mais uma faixa exclusiva do Slipknot.

Corey: 2009 marca o 10º aniversário de quando a banda foi lançada profissionalmente, e o mais legal disso tudo é que nós não fomos atrás da indústria, a indústria musical que veio atrás da gente e durante 10 anos nós tocamos de acordo com as nossas regas, por 10 anos nós fizemos as coisas do nosso jeito e nessa turnê não vai ser diferente, estamos fazendo do nosso jeito, maior, melhor, obviamente pegando fogo e não tem nada que ninguém possa fazer sobre isso. Tentem nos parar.

Em 2009 faz 10 anos que o Slipknot vem compondo, tocando e fazendo turnês. Sim, houveram pausas entre os álbuns, mas eles fizeram turnê em quase todos os anos pelos dez anos em que estiveram juntos. Eu mesmo me lembro de ter visto pela primeira vez o Slipknot em um Ozzfest em Hardford (Connecticut) em 1999, eles entraram meio dia começando com uma platéia boa, muito calor e poeira subindo do público, no fim do show já tinha um pit enorme de poeira e suor, depois nós fomos até o ônibus deles para fazer uma entrevista e tinham nove macacões suados, 9 máscaras de borracha (algumas com vômito) não era uma vista bonita, mas foi uma ótima entrevista e a minha introdução com a banda. Agora vamos com mais datas da turnê de All Hope is Gone.

13/02/09- 1st Mariner Arena - Baltimore, MD
14/02/09- Rupp Arena - Lexington, KY
15/02/09- Sommet Center - Nashville, TN
18/02/09- UCF Arena - Orlando, FL
19/02/09- Pensacola Civic Center - Pensacola, FL

Tenho mais datas a seguir, mas agora vamos voltar a musica, mais uma faixa ao vivo exclusiva: "Before I Forget"

Corey: Para aqueles que nos viram na turnê Mayhem, se preparem para um set totalmente diferente, um espetáculo totalmente novo, mais músicas, mais louco, tudo vai ser mais exagerado, tudo maior do qualquer outro show, tudo melhor. Esperem tudo e muito mais.

A turnê mundial do All Hope is Gone 2009 com Trivium e Coheed and Cambria chega ao Texas dia 21 de fevereiro com um show no Concrete Street Amphitheater em Corpus Christ, segue as outras datas:

22/02/09- Nokia Theater - Dallas
23/02/09- Oklahoma Arena - Tulsa
26/02/09- Wireless Theater - Houston, TX
28/02/09- El Paso County Coliseum - El Paso, TX
01/03/09- Freeman Coliseum - San Antonio, TX

Corey: O que faz um bom show, um show do Slipknot é ver a energia dos fãs alimentando a banda e vice-versa, é tipo um ciclo frenético que fica no ar e a intensidade é enorme e quando você pensa que não pode ficar melhor, fica melhor, mais rápido, mais louco. Então pra mim o show perfeito não é apenas ver a insanidade dos fãs mas se alimentar disso com os meus outros 8 irmãos do Slipknot.

Aqui estão o resto das datas da turnê do All Hope is Gone

03/03/09- Denver Coliseum - Denver, CO
04/03/09- Tingley Coliseum - Albuquerque, NM
05/03/09- Jobing.com Arena - Glendale, AZ
07/03/09- The Forum - Inglewood, CA
08/03/09- Cox Arena - San Diego, CA
10/03/09- Citizens Business Bank Arena - Ontario, CA
11/03/09- ARCO Arena - Sacramento, CA

.

13 de dez de 2008

Corey anuncia álbum solo em 2009 em entrevista para a Rock Radio




96.3: Rock Radio no SECC, e eu estou aqui com Corey Taylor. Como têm sido fazer a turnê com o Machine Head?

Corey: Têm sido ótimo, cara. Já fizemos turnê com eles antes, são grandes amigos nossos. Quando estávamos planejando essa turnê, o nome do Machine Head estava em primeiro lugar, dizíamos "Essa banda é a primeira." E quando o Children Of Bodom ficou disponível, pensamos "Ah, quer saber? Vamos chamar esses caras." - Mas com o Machine Head nem pensamos duas vezes, apenas dizemos "Eles vão com a gente. Levaremos eles por 10 semanas, ponto final."

96.3: São caras bacanas também?

Corey: São grandes homens. Eles foram a primeira banda que realmente conhecemos, eles estavam terminando de fazer o "The Burning Red" no estúdio que entraríamos depois pra fazer o primeiro álbum do Slipknot. Então os conhecemos já há mais de 10 anos.

96.3: Nossa, então tem muita história com o Machine Head. Você também fez parte do show da Roadrunner United. E uma das perguntas que surgiram de um de seus fãs foi: Robb Flynn cantou uma de suas músicas, a 'Surfacing'. Pra você, como foi assistir Robb, um grande amigo seu, cantar uma de suas músicas?

"Se alguém fosse cantar aquilo, Robb era o cara que realmente tinha pego o espírito da música."
Corey: Foi estranho, cara. Mas também foi muito legal, sabe? Se alguém fosse cantar aquilo, Robb era o cara que realmente tinha pego o espírito da música. Foi estranho, mas foi fantástico, foi legal demais.

96.3: Nessa turnê, uma das perguntas que muitos de seus fãs têm perguntado: As máscaras. Os novos estilos. Você pode nos contar um pouco?

Corey: É evolução. Uma coisa que os nossos fãs de verdade entendem nessa banda é que nós evoluímos de acordo com a música. Alguns de nós mudaram sutilmente, alguns de nós mudaram radicalmente, como eu. Eu tinha uma perfeita visão de como eu queria que minha máscara fosse. Muitas pessoas criticam, mas sinceramente eu não estou nem aí, eu amo o sentimento que ela traz; eu amo o formato dela.

Uma máscara não traz nenhuma personalidade quando você simplesmente olha ela em cima da mesa, mas quando eu a coloco, ela se torna o que é. E é a isso que as pessoas estão começando a reagir. Quando eu subo lá no palco eles pensam "Ah, agora eu entendi. Minha nossa!" Não é alguma coisa que você simplesmente olha e diz "Isso é assustador", se você simplesmente olhar, ou ver uma foto, é sem graça; Mas quando se vê a emoção, ela adquire aquela beleza que se movimenta. Então pra mim já era hora, era hora de levá-la para o próximo nível.

96.3: E as máscaras dos outros caras?

"Quando Clown veste a máscara eu nem chego perto. Esse cara é muito esperto."
Corey: Ah, os outros caras... como eu disse, alguns mudaram só um pouquinho e outros mudaram totalmente, tipo a do Clown, quando ele veste a máscara eu nem chego perto. Esse cara é muito esperto. Quando eu penso que a minha máscara abalou, ele detona comigo. (Risos) É sempre assim, cara, juro por Deus. Quando eu vi a nova máscara do Clown pela primeira vez, eu fiquei tipo "Cacete, você continua melhorando, que droga!" (Risos) Eu fiquei tão puto! Pensei que tinha feito a melhor e é como se ele dissesse "Não. Você não me vence!" Então foi muito bacana.

96.3: Legal. Musicalmente, você falou sobre a evolução, e isso me lembra de outra pergunta comum: Disseram que o novo álbum está mais brutal, vocês voltaram um pouco com o som trash, vocês recomeçaram o ciclo?

Corey: Boa pergunta. Sinceramente, acho que isso apenas acontece. Não foi considerado diferente, a música veio do jeito que veio, acredite, as músicas no começo tinham 8 ou 9 minutos de duração, haviam muitas idéias. O lado bom disso é que elas eram tão longas que eu podia ouví-las e dizer "Ok, isso aqui vai funcionar", eu fiz muitos arranjos nelas. Parece que havia uma energia lá que eu não sentia na nossa música faz tempo. Mas também tem aquela pegada antiga, que eu adoro. Riffs precisos, ótima melodia... se você não está um passo a frente, então você está ficando pra trás no jogo. Então acho que nós atingimos um novo nível.

Acho que aconteceu inconscientemente, sabe? Nunca foi intencional, mas nós sempre quebramos barreiras em todos os álbuns. Nós sempre encontramos um ponto que as pessoas não conseguem descobrir o que nós vamos fazer. Se você está fazendo algo que é muito previsível, então você não está mais fazendo música, você está fazendo comerciais.



96.3: Nós estamos falando sobre o último álbum e sobre o estúdio... qual foi a música mais difícil de gravar?

Corey: Elas todas surgiram juntas. Eu posso dizer a que eu estava mais nervoso pra gravar, que foi 'Snuff'. Foi uma música que eu fiz inteira, e eu nunca havia feito uma música completa no Slipknot. Eu sempre escrevo músicas e jogo um riff em tal parte, mas eu nunca tinha mostrado nessa banda uma música completa minha. E eu escrevi 'Snuff' especificamente para o Slipknot. Quando fui gravar eu tremia, era somente eu e o guitarra acústica, mas tinha aquela melancolia que eu coloco em muitas das coisas do Slipknot. Então eu gravei a demo com a guitarra, e deixei os caras tocarem nela, bateria, baixo e tudo mais.

"Nunca estive tão orgulhoso de estar numa banda que é tão expressiva."
E então eu saí do estúdio por uma semana e disse "Não me ligue até que esteja tudo gravado." - Quando eu voltei, eles tocaram e eu desabei, cara. Foi pesado, foi muito forte pra mim. Não acho que estive tão orgulhoso de estar numa banda que é tão expressiva, sabe? Foi um momento maravilhoso pra mim, de verdade. Os caras colocaram tanto amor nela. Porque você pode seguir qualquer caminho numa música como aquela, e eles colocaram a dose certa de intensidade nela, eu não consigo descrever, fiquei sem palavras. Então essa foi provavelmente a música que eu fiquei mais nervoso, mas quando eu a ouvi, foi como um presente pra mim, sabe?

96.3: É uma das suas favoritas de tocar ao vivo?

Corey: Nós ainda não a tocamos ao vivo, ela é lenta. Mas definitivamente acho que é algo que podemos fazer. Eu amaria se chegássemos ao ponto de tocar essa música, se fizermos isso vai espantar muita gente. Porque é uma faixa muito controversa, tem muita gente que acha que eu deveria ter guardado ela pro Stone Sour, e eu vou lá e digo "Você não me diga o que eu tenho que fazer, essa música é minha. Eu faço ela onde eu quiser", sabe?

Se eu escrevi pro Slipknot, eu escrevi pro Slipknot e não quero que ninguém condene isso. Eu acho que ela fica na altura de algumas músicas do Vol.3, então como as músicas do Vol.3 podem ser "estilo Slipknot" e 'Snuff' ser "estilo Stone Sour"? Só porque eu escrevi, sabe? Isso não faz nenhum sentido pra mim.

"Estou começando a juntar algumas coisas e pensando em fazer um álbum solo."
96.3: Temos uma pergunta sobre o Stone Sour, porque você também conseguiu um grande número de fãs para essa banda, vocês tocaram em 2007 aqui. Seja com o Slipknot, Stone Sour, ou alguma outra banda, você está planejando alguma gravação em 2009?

Corey: Estou começando a juntar algumas coisas e pensando em fazer um álbum solo. Estou pensando em gravá-lo no final de 2009. Minha prioridade agora é o Slipknot, então estou totalmente focado nisso, estamos em turnê, divulgando e tudo mais. Mas devagarzinho eu estou começando a montar algumas coisas, porque eu escrevi 50 músicas nos últimos 2 anos.

Eu escrevi muita música, e elas são músicas que fiz pra mim, não são músicas que eu escrevi para as pessoas. Então estou começando a pensar em montar uma banda pra gravar e tudo mais. Eu posso muito bem ir lá e gravar tudo sozinho, eu toco um pouco de todos os instrumentos. Quero ser meu próprio produtor, quero poder fazer uma banda e dizer "É isso que eu quero ouvir, é isso que eu quero que vocês tentem fazer", sabe? Eu imagino isso nas músicas que eu escrevi. Isso provavelmente acontecerá por volta de Novembro ou Dezembro de 2009, e possivelmente sair em turnê depois. O tempo dirá, mas é isso que tenho em mente no momento.

96.3: Isso é brilhante, os fãs ficarão muito satisfeitos de ouvir.

Corey: Estou recebendo cada vez mais perguntas sobre isso, talvez seja melhor eu calar a boca.



96.3: Em 2008, nesse ano, eu viajei para Leeds, vocês eram uma das atrações principais, mas infelizmente Joey quebrou o tornozelo. Como foi isso pra você?

Corey: Foi uma merda! Foi um choque na hora. Foram os festivais 'Leeds' e 'Reading', e eu estava muito ansioso por estes shows, são dois dos meus festivais favoritos, e já se foram 6 anos desde a última vez, então eu estava louco pra fazer. Mas foi a coisa certa a se fazer, foi melhor terminar a turnê Mayhem e ficar um tempo parado. Porque o tornozelo dele era a prioridade ali. Tinha uma parte de mim que desejava que isso nunca tivesse acontecido e que pudéssemos tocar, mas, você tem que fazer o que precisa ser feito.

Se tivéssemos forçado e ido se apresentar nesses festivais do mesmo jeito, talvez não estivéssemos aqui hoje. Poderia ter ficado pior. Então tivemos que cancelar toda a turnê européia. Dê um passo pra trás, e então você poderá dar um enorme passo pra frente depois. Eu fiquei desapontado por uns 5 minutos, mas depois pensei melhor, e isso acontece, é assim que é.

96.3: Ele está bem agora?

Corey: Ele está bem. Ele ainda está com algumas dores, mas isso é a recuperação. Mesmo com o ferimento ele ainda trabalhou muito, sabe? Então obviamente causaria um estrago, mas ele faz seus exercícios, coloca um gelo ali se começar a doer um pouco, mas ele está indo bem.

96.3: Uma das faixas mais pedidas é 'Dead Memories', vocês vão tocá-las ao vivo hoje?

Corey: Shhhh (Risos)

96.3: Ok, eu vou deixar o silêncio no ar. Falando sobre o SECC (ginásio em que o Slipknot se apresentou em Glasgow), quando você olha pro público e vê tantos adolescentes, eles são a futura geração do rock, você acha que está os inspirando?

Corey: Pergunta interessante. Acho que sim, cara. No final das contas, o que nós fazemos é tentar compartilhar nosso gosto musical, sabe? Nós criamos música. Nossa mensagem sempre foi... mostrar o ordinário e envolver o extraordinário. Muitas bandas parecem ter o mesmo som, muitas bandas não te oferecem nada, exceto "Aqui está o álbum, aqui está o seu show. Boa noite." E isso é uma merda! Pra mim, as bandas que eu amei foram as bandas que se dedicaram a cada segundo. As bandas que surpreendiam a todo momento.

"Não aceite o banal, não aceite o que é normal, porque este não é um trabalho normal."
E estamos transmitindo essa tradição. Estamos mostrando para o mundo que isso ainda é possível. Mesmo com toda a tecnologia e a banalidade da televisão. Ainda existem pessoas no mundo que ainda só querem um pouco de realidade. E se nós conseguimos fazer isso, estamos fazendo nosso trabalho. Então com certeza estou transmitindo isso para a próxima geração. Não aceite o banal, não aceite o que é normal, porque este não é um trabalho normal. Se você está interpretando como normal, a coisa só vai piorar.

96.3: Excelente resposta. Só pra dizer, vocês estão sendo nomeados novamente em 2008. Qual foi a premiação mais memorável que vocês ganharam ou pelo menos participaram?

Corey: Nós ganhamos um Grammy em 2005 para o clipe de 'Before I Forget', e isso foi bem legal... ah, foi em 2006, sei lá, não me lembro. Pra mim, os quadros que ganhamos das vendas de álbums são as que eu mais valorizo. Porque elas são o reflexo do número de pessoas que estão apreciando sua música. Não há muito tempo atrás, descobrimos que o primeiro álbum atingiu Álbum de Platina no Reino Unido, e isso são 300.000 cópias... durante 10 anos (Risos), mas ei, continua vendendo e isso que é o curioso. E o novo álbum já adquiriu Álbum de Ouro, e pegamos os dois quadros em uma só noite.

Então aqui sempre será como um segundo lar para nós, e sempre foi. Sempre nos sentimos compreendidos aqui, foi um dos primeiros lugares a entender o Slipknot. E nunca esqueceremos isso, o Reino Unido sempre teve um lugar muito especial em nossos corações. Então pra mim, não só conseguindo Disco de Ouro ou Platina, mas só de estar aqui significa muito, mesmo depois de 10 anos e isso foi um grande feito. Porque existem bandas que lançam dois álbuns e racham fora, sabe? Eles estouram e depois caem mortos, e nós continuamos crescendo - e pra mim isso faz uma banda ser lendária, e nós agradecemos aos fãs.

96.3: Ou seja, você vai manter essas premiações de álbuns e vender as outras, né? (Risos)

Corey: Exato. Eu deixo meu Grammy no banheiro, mas mantenho todos quadros de premiações de álbuns pendurados pelas paredes da casa.

96.3: Legal. Só uma última pergunta. Você não é de Glasgow, eu não sou de Glasgow, mas vamos ser sinceros, nós dois sabemos que o pessoal de Glasgow é muito louco, você tem alguma lembrança de Glasgow por este motivo?

Corey: Sim (Risos), uma história engraçada, é meu aniversário hoje.

96.3: Nossa! Feliz aniversário.

Corey: Já é a segunda vez que passo meu aniversário em Glasgow. Digamos que eu não estou contando com o dia 9 de Dezembro, porque provavelmente eu estarei com uma pequena ressaca. Está rolando alguns planos, algumas brincadeiras aí e eu sei o que está acontecendo, então eu só espero sair com vida porque esse lugar é um completo caos. Eu amo isso.

96.3: Muito obrigado Corey Taylor por vir na Rock Radio.

Corey: É isso aí, cara.

Enquete Getcloser.com

Está em progresso uma enquete do site Getcloser.com para o "Melhor Álbum de 2008", e All Hope Is Gone está competindo. A banda está pedindo o apoio na votação, então certifique-se de que registrou seu voto. Entre e vote para ajudar o Slipknot a vencer essa competição.

http://www.polldaddy.com/poll.aspx?p=1163925

Shawn Crahan: The Eye of a Clown VIII




"Tirei essa de uma Polaroid. E foi quando eu comecei a tirar com Polaroids: manipulação, desconstrução, a habilidade de mudar o tempo. A química reage em certos momentos do tempo. Eu estou aqui para destruir o que alguém pensa que é perfeito.

Quando você tira a Polaroid, um monte de poeira junta imediatamente. Na maioria das mentes das pessoas não é útil. Eu vou por outra rota. Eu vou para Marte ou Plutão ou pros meus sonhos ou pesadelos. Eu manipulo as restrições de tempo, as restrições de cores, o jeito que determinadas químicas deveriam reagir com outras químicas em determinados momentos.

Essa é uma dupla exposição de realidades de garotos transparentes que estão cheios do que o mundo traz, e eles estão se encarando e não há nada além do espaço, eles vão colocar a dor pra fora. Eles podem ser reais ou não. Esse é tipo meu pequeno "Ringue de luta." Tem a criança na direita, e o ego dela à esquerda, mas ele é muito mais bonito. Ele é menos completo, menos em chamas e a cabeça dele tá pegando fogo. Essa fotografia é uma vida contínua. É basicamente meu Cézanne ou Van Gogh." - Clown.

Headbangers Blog

DJ Starscream divulga seu novo CD solo

Sid Wilson recentemente lançou seu novo CD 'The New Leader', em seu projeto solo DJ Starscream, pela gravadora N2O Records e fez a divulgação na conhecida Hollywood Boulevard, avenida na qual está a calçada da fama. Jen Meola, apresentadora do programa Music Plus, entrevistou o DJ e eles falaram um pouco sobre o projeto. Legendamos a entrevista e você pode ver o vídeo no endereço logo abaixo.

http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/247370

Divulgando o álbum que está sendo relançado, DJ Starscream se apresentará após todos os shows da turnê All Hope Is Gone em 2009 nos Estados Unidos.
The New Leader

Hit Parader: edição especial Slipknot




Hit Parader apresenta: Slipknot




A revista lançou recentemente uma edição especial com o Slipknot - Hit Parader Special #81

A matéria conta com entrevistas do Joey, Shawn, Chris e Paul, uma biografia chamada "Slipknot - The Story So Far!", uma review do Mayhem Festival, uma entrevista sobre as faixas do cd com Shawn feita por Rick Florino e comentários de Joey e Paul, além de 16 posters. Veja abaixo algumas partes da entrevista:

Shawn: Alguns de nós tivemos que perder shows no passado, eu já tive que ficar em casa cuidando dos meu filhos e o Jim (James Root #4) quebrou o pulso e não podia tocar guitarra. O Sid quebra os pés e diz "Estou aqui, não vou pra casa" e ele ainda faz os shows e toca como DJ. Eu perguntei hoje se ele estava melhorando, e ele disse que se sente melhor do que quando aconteceu. Ele está sentindo muita dor.


Hit Parader: Qual é o ímpeto artístico por trás do "All Hope is Gone"

Shawn: Você nunca sabe onde esta indo. Você acha que sabe o que anda acontecendo, até que todo mundo do Slipknot se junta. Um minuto que você pisca a música fica louca. A mesma coisa acontece com arte, fotos, roupas, máscaras. Essa é a verdade. Tudo muda.


HP: Se você pudesse trocar de máscara com qualquer integrante por um dia, quem seria e porque?

Paul: Não iria querer trocar com ninguém. Sou feliz com o que eu tenho, se eu tivesse que tocar bateria, iria a loucura. Sou um péssimo baterista. É como uma maratona todo dia usando as mãos e os pés. Prefiro baixo ou guitarra, não sei ser Dj ou mexer com samples. Estou feliz e não vou mudar, nem mesmo por um dia.


HP: Você acha que o "All Hope is Gone" é mais como o "Iowa"? Mais extremo, feroz e metal?

Joey: Iowa foi um álbum de Death Metal, quase, e o All Hope is Gone é extremo como aquilo de muitos jeitos. "Vendetta" é uma das minhas músicas preferidas porque captou exatamente o que queríamos com esse novo álbum.



Chris: Mesmo que você esteja muito bravo com alguém da banda se algo está errado, quando você entra nisso, tudo vai embora.


HP: Você acha que a banda deu para Iowa um reconhecimento maior?

Chris: Eu acho que não. É tão no meio do nada e tão chato, que Des Moines só entraria no mapa se Jesus descesse ali. Ele entraria na cidade dizendo "Yo, eu voltei!". Fora isso, todo o centro oeste é como um grande estado. Nebraska, Iowa, tudo isso, é tudo chato, mas a noção de família por ali ainda é muito forte, ética também. É difícil crescer por ali e é dificulta no geral. Eu não pediria pra nascer ou me criar em nenhum outro lugar. Cresci ali, sou parte daquilo e feliz de ser de lá.



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"Nós sentamos, e algumas pessoas vem com as idéias e outras apenas dizem "deixa rolar." Cada um apresenta sua opinião"
Paul gray, sobre a escolha do setlist.

"Nós amamos ser o Slipknot de novo, ver nossos fãs na primeira fila com lágrimas nos olhos, porque estão felizes em nos ver de novo!"
Joey Jordison, sobre a volta da banda depois de 2 anos.

"Obviamente, o álbum não é leve, nem um pouco. É mais dinâmico. Você não pode deixar todo mundo feliz, nós fizemos aquilo que nós queríamos. Se você gosta, gosta. Se não, deixa na prateleira, não posso agradar todo mundo"
Paul Gray, sobre o álbum Vol. 3: The Subliminal Verses

Ao vivo na Escócia: Curiosidades

Dia 8 de Dezembro o Slipknot tocou em Glasgow, Escócia, e celebrou o aniversário do vocalista Corey Taylor. Uma curiosidade foi que alguns integrantes da banda, como Corey, Chris e Clown, tocaram vestindo saias escocesas - conhecidas como 'kilts'. A multidão chegou a cantar "Happy Birthday" para Corey antes da apresentação da música 'Dead Memories'. No final do show o vocalista levantou a saia, recebeu flores de Chris e em seguida um abraço, que também recebeu de Clown.

O fundo musical foi a música 'Til We Die', cuja letra fala sobre o sentimento de união entre os nove. Veja um pequeno trecho do final do show filmado por handcam:

http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/247369

Slipknot no Download Festival e Kerrang Readers Poll




Na edição dessa semana da revista Kerrang!, o vocalista do Slipknot, Corey Taylor, revelou que a banda está perto de fechar participação no Download Festival. Ele disse: "Tivemos uma oferta do Download, mas temos também outras opções abertas no momento. Tem gente na banda querendo muito voltar e fazer o Reading e o Leeds. Obviamente tivemos que cancelar esse ano e faz muito tempo que não tocamos lá, então é uma opção que com certeza estamos considerando."

O Slipknot foi forçado a cancelar alguns festivais europeus (incluindo Reading e Leeds), performances para a MTV Européia e para a Virgin TV no verão passado, depois que o baterista Joey Jordison quebrou o tornozelo e precisou ficar afastado por 4 ou 6 semanas.

O álbum All Hope is Gone foi votado para "Melhor álbum" e "Pior álbum" de 2008 na Kerrang! Readers Poll 2008. A banda foi citada nas seguintes categorias:

Melhor álbum: All Hope is Gone (1º lugar)
Pior álbum: All Hope is Gone (1º lugar)
Melhor faixa: Psychosocial (1º lugar)
Melhor vídeo: Dead Memories (2º lugar)
Melhor vídeo: Psychosocial (3º lugar)
Melhor banda: Slipknot (2º lugar)
Melhor banda ao vivo: Slipknot (2º lugar)
Herói do ano: Corey Taylor (4º lugar)
Vilão do ano: Corey Taylor (2º lugar)
Pior coisa de 2008: Slipknot cancelando o Reading e o Leeds Festival (4º lugar)


Fonte: Blabbermouth

Joey Jordison na Drum! Magazine: Tradução



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É mais um dia entediante de Junho em Iowa e a chuva tem sido uma presença constante desde os dias catastróficos e enchentes que atingiram a região há algumas semanas e deixaram centenas de pessoas desabrigadas. A família de Joey não foi prejudicada pela tempestade, eles vivem numa região mais elevada.

"Nós estamos em casa por enquanto, desde Janeiro," diz Joey Jordison. "Ontem, dirigindo de casa até o estúdio, pegamos uma chuva de granizo com pedras de uns 5cm atingindo meu carro. Eu dizia 'Não precisamos de mais chuva, cara.'"

Ele passou os últimos meses com seus 8 irmãos do Slipknot gravando o álbum All Hope Is Gone, e a banda está prestes a embarcar na turnê Mayhem. Joey não está se importando com os críticos e pessoas que sempre quiseram acabar com o Slipknot. Aqueles que continuam achando que o Slipknot é apenas uma coisa passageira, ou uma turma de desocupados sem talento e que precisam vestir máscaras pra atrair pessoas para o show. Aqueles inimigos sem face que estão sempre postando críticas na internet sobre o novo álbum da banda, mesmo ainda não tendo ouvido.



O desrespeito que Joey sente que têm crescido exponencialmente. Em apenas cinco minutos da nossa tranquila conversa, ele surta e demonstra sua raiva como um animal feroz. Joey não vai mais aguentar isso.


"Vão se foder, seus filhos da puta, foda-se. Não tenho sido sensível como de costume."

"Nossa música vai te matar, caralho. Vai foder você inteiro. Eu não estou nem fodendo pra que outra banda é, porra. Nós vamos literalmente despedaçar a porra da sua banda." Seu tom de voz aumenta. "Quando nós nove nos unimos, é o que há. Mal posso esperar até o primeiro dia da turnê porque todas as outras bandas que vão tocar conosco estão completamente fodidas." Ele fica mais incisivo e deixa bem claro: "Eu odeio a porra do metal de hoje, as porcarias inúteis das bandas falam merda da gente agora." Ele está gritando histéricamente. "Você quer ouvir metal? Você quer ouvir coração e alma?" Ele começa a berrar."Vão se foder, seus filhos da puta, foda-se. Não tenho sido sensível como de costume."

Ele pausa por um tempo e se recompõe. A sala ecoa o som de seus berros. "Eu odeio entrevistas, caralho. Faça logo a próxima pergunta."


O INÍCIO.
Para um cara que é conhecido por vestir uma máscara Kabuki inexpressiva, Joey começou sua carreira como baterista num lugar muito confortável - a casa de seus avós: "Eu fui até lá e vi um kit de bateria que estava jogado num quartinho. Meu avô montou pra mim. Foi aí que descobri o que eu queria fazer."


"Minha mãe arrumava uns baldes e panelas pra eu tocar."

Embalado pelo ritmo de John Bonham e Keith Moon - seu "baterista favorito desde sempre" - O pequeno Joey, com 5 anos de idade na época, ensaiou com qualquer coisa que pôde. "Minha mãe arrumava uns baldes e panelas pra eu tocar." diz ele. Insatisfeito com um instrumento, Joey logo aplicou seus dotes musicais em outras coisas: guitarra; piano; e xilofone, que ele tocou na quarta série. Seu interesse continuou crescendo, assim que possível, ele entrou para a banda de jazz da escola.

"Quando entrei na faculdade, eu participava de competições de jazz, viajamos por todo o Centro-Oeste - cinco estados - e eu venci todas aquelas premiações, tenho tudo na minha casa. Mas eu comecei a faltar nos ensaios da banda, porque eu estava em outras bandas de trash e punk. Fui expulso da banda de jazz. E quer saber? Eles ficaram em último na competição seguinte. Era tudo por minha causa. Mas eu era um cara do metal, e comecei a ficar desleixado. E foi aí que a minha vida começou a se transformar em música."

Literalmente. Mal era um adolescente, e Joey já estava começando a causar impacto na cena do metal e punk local, depois que ele se formou não tinha mais volta. Numa de suas primeiras bandas, ele tocou com Craig Jones, atual sampler do Slipknot, que na época tocava guitarra. Joey relembra "Eu era o mais novo - tinha uns 14 anos - tocando com uns caras de 24, 25, se apresentando o dia inteiro pra um monte de punks."


"Fui lá e aprendi 4 músicas, as únicas 4 que Shawn e Paul tinham. E deu certo!"

Lidando com outros músicos, Joey começou a imaginar o que se tornaria o Slipknot. "Eu continuei trabalhando num posto de gasolina em Sinclair. Eu saía e ficava esperando pela próxima oportunidade. Paul [Gray, baixista] sempre vinha à Sinclair - 'Ei cara, você gostaria de tocar comigo qualquer hora?' - E então eu fui até um de seus ensaios com Shawn, que estava tocando bateria no momento, e eu disse, 'Deixa eu ficar na bateria'. Fui lá e aprendi 4 músicas, as únicas 4 que ele e Paul tinham - e deu certo."



Por volta de 1995, a formação do Slipknot estava quase montada. Através de contatos de amigos, o guitarrista Mick Thomson foi recrutado, e o grupo de 7 integrantes alternou as funções novamente. Finalizaram a formação com o vocalista Anders Colsefini, gravaram e lançaram o primeiro álbum, Mate. Feed. Kill. Repeat, no dia das bruxas de 1996, ganhando algumas execuções na rádio e apresentações pela cidade. Mas isso não duraria muito - Anders sairia da banda em pouco tempo, deixando-a sem vocalista. Alguns membros da banda já tinham outro em mente.


"Nós fomos até um lugar que Corey trabalhava e ele se cagou de medo!"

"Sempre quisemos Corey [Taylor, atual vocalista], mas não sabíamos se ele poderia aguentar a brutalidade e a ferocidade que o Slipknot traz. Nós fomos até um lugar que ele trabalhava e ele se cagou de medo. Ele estava no Stone Sour no momento, e nós andávamos pela loja e olhando pra ele e conversando entre nós mesmos. Eu sabia que ele conseguiria. É só estar numa sala com um monte de animais revoltados, - 'Sim, ele consegue. Esse é o melhor cantor do mundo. Estou numa banda com o melhor cantor do mundo' - Então nós fomos até o caixa, olhamos pra cara gélida dele e perguntamos se ele queria tentar. Ele tremia. Já haviamos derrotado o Stone Sour na Batalha de Bandas. Fizemos um ensaio particular e eu e Shawn nos sentamos afastados e ficamos falando 'É ele. É ele. Ele é fantástico.'"


"Estou numa banda com o melhor cantor do mundo"

A primeira apresentação da banda com Corey, dois meses depois, forçou a banda a provar sua coragem com um vocalista "menos pesado" de um grupo rival. "Mano, a galera odiou. Corey subiu e... você nunca viu um clube tão lotado antes. Era o vocalista do Stone Sour saindo da banda e entrando num conjunto rival. Mesmo assim foi um bom show, estava muito quente. Me lembro que a maquiagem derreteu em dois minutos. Sabíamos que aquilo ia acontecer. Pensei 'Merda, estamos fodidos. Tomamos a decisão certa?' - Ele é um gênio do caralho. Ponto final."



APERTANDO O NÓ.
No começo de 1998, a banda reformada assinou com a Roadrunner Records e retornou ao estúdio para fazer o álbum 'Slipknot'. A sessão foi marcada pela primeira vez que Corey cantou pela banda, Joey se lembra do dia também por outra razão, ele conta gargalhando:

"Naquela primeira gravação eu quase queimei o estúdio inteiro [Indigo Ranch]. Depois que todos foram embora, eu fiquei lá pra fazer a mixagem com Ross Robinson. Chris Fehn também estava comigo. Todos iam pra casa. Uma certa noite, estava muito frio e eu dormi com um aquecedor bem perto de mim. No meio da noite eu me virei na cama, dormindo, e o lençol ficou muito perto do calor. Pegou fogo - eu acordei e o estúdio inteiro estava repleto de fumaça. Joguei água no quarto todo. Cara, eu quase queimei Indigo Ranch inteiro."

O álbum foi lançado em 1999, no auge do movimento nu-metal. A banda foi chamada pra tocar no Ozzfest no mesmo ano, e chocou a platéia trajando macacões vermelhos, máscaras e seu arsenal musical único. A bateria de Jordison portava toms de 8", 10", 12", 14", e 16", uma caixa de 13", e um bumbo de 22" x 20".

Depois disso o álbum começou a aparecer e ganhar posições em rankings, incluindo uma matéria na revista Rolling Stone descrevendo o álbum como "brutalmente intenso e aterrorizante pra caralho." Por volta de 2000, a banda ganhou a premiação de CD de platina para este álbum. "Foi um momento mágico para o Slipknot", segundo Joey.



Mesmo com o aumento da popularidade da banda, Joey não parou para apreciar a fama. Em vez disso, ele voltou direto às composições. Em Outubro de 2000, ele e o baixista Paul começaram a formular novas idéias para as músicas - que seriam posteriormente inclusas no 'Iowa'.


A música 'Iowa' é uma das mais assustadoras do Slipknot, mas eu a escrevi assistindo o desenho do 'Pernalonga'"

"Não tínhamos tempo para descanso. Não considero que tivemos uma pausa. E foi aí que a tensão começou," diz ele, lembrando que alguns outros membros da banda queriam uma parada antes da gravação de outro álbum. "Eu tinha todos estes riffs, como o de 'People=Shit', 'The Shape', 'Everything Ends', 'Skin Ticket', 'Iowa'. Uma coisa engraçada sobre a música 'Iowa' é que é uma das músicas mais assustadoras do Slipknot, mas eu a escrevi sendado lá na casa da minha mãe assistindo o desenho do 'Pernalonga'".





PAUL GRAY - Co-fundador

Baixistas e bateristas geralmente são bem unidos, mas a parceria de Paul Gray e Joey Jordison vem de muito antes da banda começar a fazer grandes turnês. No começo da década de 90, os dois tinham suas próprias bandas de metal em Des Moines. Paul e Clown começaram com o Slipknot, mas o baterista original não dava conta do trabalho, então eles chamaram Joey para completar, forçando-o a aprender 3 músicas na hora. "Agora você vai pegar 3 músicas. Não é muito, mas nós estamos fazendo músicas que têm 24 variações de riffs diferentes: Death-metal super-técnico e dedilhado - e solando ao mesmo tempo, coisa de louco."

No momento Paul e Clown estavam de olho em Corey Taylor, vocalista da banda rival Stone Sour, para substituir o atual vocalista do Slipknot. "Costumávamos participar da 'batalha de bandas' juntos," diz Paul. "E o Slipknot sempre vencia."

Pra mostrar sua habilidade, Corey reescreveu a letra de uma música do Slipknot e fez a gravação em apenas uma tomada. Paul conta como se sentiu: "Eu estava de mau-humor, pensava 'Se esse cara mandar bem na nossa música...' e então eu coloquei o CD da demo pra tocar e pensei 'Nossa! Ele tem que entrar na banda!'"

Paul e Joey são a mente criativa da banda. "Assim que eu e Joey saímos de uma turnê, começamos a compôr. Muita gente não sabe disso - é meio estranho. Não entenda de forma errada - são nove caras pra fazer o Slipknot, mas tudo começa com as idéias de Paul e Joey."

Para um recente exemplo, pegue o riff da música 'All Hope Is Gone'. Paul o escreveu em 1991 como guitarrista de uma outra banda. "E agora estamos aqui 17 anos depois e eu joguei esse riff na mesa. É uma das músicas que as pessoas vão ouvir e dizer 'Nossa, velho, é o novo hino de guerra do Slipknot!'. Craig Jones compôs a intro, mas o riff do meio da canção é de Joey, e Mick veio com a idéia daquela linha estranha de guitarra. Mas eu disse 'Vamos acelerar para um ritmo de blastbeat.' - E o vocal de Corey tá muito foda. As pessoas vão ficar loucas com essa música."

Então como Joey gosta de trabalhar? "Nós vamos debater sobre algumas coisas, mas no final das contas vai ficar do meu jeito de qualquer forma," impõe Paul, adicionando que os outros caras tiveram talvez uns 4 argumentos considerados em 17 anos de trabalho em grupo. "Joey e eu? Nós temos o controle um do outro, cara."


Com tantas músicas em mente, a banda entrou em estúdio sem férias extendidas. A gravação do 'Iowa' foi afetada pela exaustão do ciclo do primeiro álbum.

"Foi ali que entramos numa guerra. Foi ali que a banda ficou um pouco azeda. Naquele ponto, saindo de um sucesso de uma turnê de 18 meses, e seguindo pra fazer um álbum ainda mais pesado, todos queriam um descanso - mas eu e Paul não. Me lembro que a primeira música que escrevemos foi 'People=Shit'. O 'Iowa' inteirinho foi glória minha e do Paul, eu odeio dizer isso, mas é verdade. Sem dúvida foi o álbum mais pesado já lançado."

Considerado a ser um triúnfo do trabalho pesado, o 'Iowa' foi muito esperado e recebido tanto com aprovação quanto com rejeição, por soar ainda mais nervoso e obscuro do que o anterior. Uma das descrições do álbum que saíram na época foi "É como ter uma sacola na sua cabeça por uma hora enquanto o Diabo usa seu escroto como um saco de pancadas."

A banda fez uma extensa turnê, mais notável no Ozzfest e no Reading Festival. Atrás do kit, Jordison adicionou um bumbo e conseguiu um apoio da Orange County Drum & Percussion. "Eles fizeram dois kits pra mim - um era um 'Black Serpentine', dois bumbos, quatro toms 8", 10", 12", 14", 16", 18", dois bumbos 22" x 20" e duas caixas. Fizeram uma versão roxa de acrílico do mesmo kit que usei no Ozzfest em 2001."

Mas o momento tornou-se cansativo novamente. Por volta de 2002 as atividades da banda pararam. O vocalista Corey Taylor recomeçou sua banda original, o Stone Sour, lançando o álbum que leva o nome do conjunto. Joey estava como guitarrista no Murderdolls e surgiram boatos sobre o fim do Slipknot.

"Permitimos as pessoas entrarem. Foi aí que realmente nos tornamos uma banda"


No final de 2003, descansados e prontos para voltar, a banda começou a escrever o que se tornaria o 'Vol.3: The Subliminal Verses', produzido pelo famoso Rick Rubin. O processo teve complicações - os integrantes da banda se recusavam a conversar uns com os outros - mas eventualmente o faziam nas sessões.

"Eu e Paul recuamos, demos a todos mais espaço pra respirar. Foi quando eu comecei a respeitar ainda mais o Slipknot. Permitimos as pessoas entrarem. Foi aí que realmente nos tornamos uma banda"

Lançado em 2004 e atingindo o segundo lugar da Billboard, o álbum foi experimental, havia melodia, músicas quietas e instrumentos acústicos. O álbum não tinha a vulgaridade pela qual o conjunto era conhecido e as composições eram melhor distribuídas, tornando-se um grupo maduro de músicos com senso renovado.

"No 'Vol.3', músicas como 'Circle', ou 'Prelude' era muito vagas, estilo Pink Floyd - você tem que relacionar isso a Shawn, mesmo que tenhamos o ajudado a fazê-las. Sem ele essas músicas não existiriam."


"Nós aprendemos como respeitar um ao outro."

Sabendo que a banda se apresentava melhor ao saber que estavam sendo gravados, eles entraram numa turnê mundial com planos de produzir um álbum ao vivo. Um ano e diversas turnês de sucesso depois, a banda lançou o '9.0 Live' e faturou um Grammy de "Melhor Performance de Metal" pelo clipe de 'Before I Forget'. Foi uma grande evidência de que o Slipknot havia renovado as relações entre os integrantes.

"Todos nós temos nossas brigas, mas se tem algum dos caras sendo espancado, todos os outros 8 cairão em cima. Nós aprendemos como respeitar um ao outro."



A AUDÁCIA DA ESPERANÇA.
Não só uma marca do crescimento da banda, o álbum 'All Hope Is Gone', é uma reaparição da banda nos estúdios de gravação.


"Eu não me apresso como antes e não erro, porque simplesmente estou em paz."

"Ao invés de ficar assistindo todo mundo, eu saio da sala. Eu os deixo fazer suas partes. E quer saber? Isso faz uma música melhor - Quando você simplesmente deixa um cara expressar seus sentimentos e o que ele quer tirar da música. Pela primeira vez escrevi com Jim [Root, guitarrista], e foi nesse álbum - 'Sulphur', 'Vendetta', 'Child Of Burning Time', 'Gehenna' - todas essas foram feitas por Jim e eu. Foi muito legal. Eu levei minha bateria eletrônica até a casa dele, e foi muito maneiro."



PAUL BUSCH - O arquiteto da loucura


Quando você constrói uma plataforma hidráulica de ferro; personalizada pra içar um baterista e seu vasto kit a 9 metros de altura, virar 90° pra frente, e girar 360° pra ambos lados em variadas velocidades; existe um certo risco gravitacional que deve ser considerado.


"O ponto principal é que você quer que fique confortável para o baterista.", diz Paul Busch da 'Vision Fabrication & Design', construtor do set hidráulico bizarro do Slipknot. "Você está praticamente construindo uma estrutura de um brinquedo de parque de diversões, mas ele tem que conseguir tocar bateria ao mesmo tempo lá em cima."


Quando a construção terminou, Joey foi até a sede da companhia em Minneaolis por 4 dias pra fazer os testes. "No segundo dia ele vestiu o traje e a máscara para sentir como se estivesse no palco. Nós o levantamos, descemos, giramos para um lado e pro outro, pra frente e pra trás e depois, quando retornamos a plataforma ao solo, ele disse 'E aí? Fizemos tudo?'" diz Busch em meio a gargalhas. "Ele estava tão concentrado que nem viu que nós o erguemos - ele fica tão focado que parece que entra em transe."


Antes de Joey iniciar o solo, ele se levanta, o banco é substituido por uma poltrona Recaro de carros de corrida, encaixada em trilhos lubrificados e fixada atrás do baterista. A poltrona, que tem um cinto de segurança de 6 conexões para mantê-lo seguro, é ajustada em menos de 45 segundos. Quando Joey se senta e prende os cintos, ele faz um sinal de positivo e o assistente de palco Mike Morin manipula os movimentos da plataforma por controle remoto durante o solo.


O mais impressionante é que o kit continua no lugar quando tudo vira 90° pra frente. Mesmo com tudo fixado você fica achando que os pratos vão cair ou que ficarão num ângulo muito estranho pra tocar.


"Não, eles são fixados em cima e embaixo com discos e estão bem preparados pra permanecer na mesma posição. Alguns caras gostam que eles fiquem bambos. Joey gosta dos pratos onde eles devem estar." - Busch não tem nada mais do que admiração pela ousadia do Slipknot. "E eles são caras super legais. Mas não sei se deixaria meu filho ouvir a música deles."





"Você não vai sentir mais nenhuma travada nem falha minha. Agora eu só sento lá e toco o dia inteiro."

As novas músicas também mostram o crescimento mental e físico de Joey como baterista, técnico e membro de uma equipe. "Ele é muito mais técnico. Acho que porque em cada gravação, quando eu começo a compôr a música, eu vou lá, ouço os três álbuns anteriores e me pergunto 'No que eu consigo melhorar? Pedal duplo, sei lá, batida de caixa, ou bumbo, não sei' - é mais sentimento que me impulsiona. Minha banda está muito feliz agora. Eu não me apresso como antes e não erro, porque simplesmente estou em paz."



Algumas das novas músicas ilustram as habilidades refinadas de Joey, agora usando pratos da Paiste 14" na potência máxima. "Tenho um splash 14", 12", um chimbal 14" até um 18"."

Apenas 33 anos e Joey Jordison já olha para trás e aprende com seus erros do passado. "Estou envelhecendo, e qualquer baterista vai te dizer, quando você fica mais velho, você consegue respirar melhor. Stewart Copeland é um dos meus bateristas favoritos e eu sempre converso com ele - nos falamos por mais de uma hora e depois eu ouço ele tocar. Ele é uma das minhas maiores influências. Você ouve um dos álbuns antigos do The Police e ele está lá se apressando na batida feito um filho da puta. Você respira mais e então pode tocar mais rápido. Você não vai sentir mais nenhuma travada nem falha minha. Agora eu só sento lá e toco o dia inteiro."

O novo álbum causa orgulho: "Sinceramente, eu não diria isso, sou o meu maior crítico, mas esse é o melhor álbum do Slipknot já lançado. Ele mostra nosso amadurecimento, mas também mostra que não estamos fracos e que estamos absolutamente no topo do nosso jogo agora. Não paramos de balançar a cabeça nos ensaios. Todo mundo está cabeludo e é uma festa de cabelo pra todo lado. Não deveria ser assim, mas é assim que é. Encontro cabelo dos outros integrantes na minha cara."

Nesse momento, Joey se levanta e coloca pra tocar a música 'Gehenna'. Ele a ouve intensamente; fecha os olhos e se move no ritmo da música estalando os dedos. Ele está curtindo a própria música. "Puta merda, esse álbum é muito bom!" o álbum continua tocando. E ele finaliza dizendo "Nossa, é pesado. A energia das antigas está de volta!"