13 de fev de 2009

The Eye of a Clown: Droppen Down



Essa é bem recente e é um exemplo de ser dedicado ao que você faz para capturar a imagem. Eu arrastei uma câmera que é muito pesada, e alguns dias você está no ânimo para fotografar e alguns dias você não está, mas você sabe que se você não tem esse ânimo e acontece bem na sua frente, você fica com ódio de sí mesmo. Então você tem que que ser inconveniente com você mesmo, o bastante para carregar algo que pesa mais de 5kg e tem que cuidar enquanto você janta.Isso está me tirando do caminho, da faixa amarela na estrada e procurando por isso. Estamos em Perth, Australia e isso foi em um grande torneio de aeromodelos. Esse aeromodelos voam em cima da água entre os cones e é um evento prestigiante. Aconteceu que eu estava lá no dia que eles estavam fazendo isso, e aconteceu quando eu estava lá com minha câmera no momento que o cara estava fazendo aquela coisa.Se você ver uma grande nuvem de fumaça no topo, ele na verdade estava na vertical, de cara para o ar e morreu por uns 10 segundos. Mas então derrepente ele virou e começou a descer. Eu senti como estivesse capturando o 'Space Shuttle Crashing'. E ele estava ali se divertindo. É isso que é de tão lindo na arte. Sem explicação você pode pensar que isso não funcionou corretamente.Eu lembro que estava ventoso e estávamos caminhando e caminhando e podíamos ouvi-los do nosso hotel, mas aqui eu estava no lugar certo na hora certa com as lentes certas. É por isso que para mim, essa é uma das minhas fotos favoritas, por que nós, como fotógrafos, sempre buscamos circunstâncias e eu acredito eu peguei algo que eu vi. As pessoas gostam ou não, essa nunca é a questão ou a resposta. Eu não ligo. É o que eu estou tentando aprender e isso que é importante. E quando eu olho para isso eu sinto como se eu estivesse lá e o batimento cardíaco aumenta e eu feliz em conseguir capturar o que eu queria fotografar.
Fonte: Headbangers Blog

Mais datas confirmadas

O Slipknot confirmou mais datas em seu site oficial. São elas:20 de Junho - Nijmegen, Holanda - Sonisphere in Goffertpark26 de Junho - Gothenburg, Suécia - Metal Town Festival3 de Julho - Turku, Finlândia - Ruisrock Festival11 de Julho - Barcelona, Espanha - Sonisphere at The ForumA banda também anunciou que participará do festival Rock On The Range, no dia 16 de Maio, em Ohio, Estados Unidos. O festival também conta com as bandas Alice In Chains, Mötley Crüe, Avenged Sevenfold e Korn.

MTV WorldStage: 13 de Março na MTV

Como anunciamos aqui, o Slipknot acaba de confirmar presença em um novo programa da MTV chamado WorldStage. WorldStage é um novo show com performances ao vivo de grandes bandas pelo mundo. O episódio do Slipknot vai ao ar dia 13 de março e será o show realizado em Londres no Hammersmith Apollo em Dezembro. A banda confirmou em seu Myspace os horários e as datas do programa. No Brasil, o show passará na MTV dia 13 de Março, às 22:30.

** Entrevista de Clown para o The Aquarian **




A banda de nove membros que colocou Iowa no mapa se considera excepcional em sua concepção. Dando ao mundo um visual e música que jamais haviam sido constados antes. Antes de embarcar na turnê com o Trivium e Coheed and Cambria, Clown contou o que move o Slipknot, revelou que tipo de perigos sua alma encara diariamente e também a forma que vê o Slipknot no mundo de hoje.


Como você se sentiu ao saber que o "All Hope is Gone" estava no topo das paradas?


Bem, pra mim, sem querer soar pessimista ou algo do tipo, mas eu sinto no meu coração, no meu espírito que, dez anos atrás, quando nós partimos pelo mundo atrás dos nossos sonhos, eu tive que deixar minha mulher e meus filhos para trás, nós éramos o número 1 quando tomamos essa decisão. Nós temos sido os melhores todos os dias desde então. Eu não sou um daqueles caras que realmente precisa desse reconhecimento, porque tenho trabalhado tanto por tanto tempo que sinto que nós somos vencedores desde que decidimos defender o que nós acreditávamos, ou seja, o Slipknot. Se isso me faz feliz? Claro! Mas é uma faca de dois gumes, porque agora nós temos um estranho processo de pensamentos, tipo "será que da próxima vez eles nos colocarão em segundo? Para que possam falar sobre como não somos mais os primeiros?" É essa porcaria que eu não me conformo nesse negócio, eu trabalho duro todo santo dia, a banda trabalha duro todo santo dia, só para fazer o que fazemos, e essa é a nossa arte. Sim, é muito bom, mas eu acho que nós temos sido número 1 por 10 anos.


Acho que é uma grande lição para qualquer artista.


É, acho que eles nos colocaram onde eles precisam. Somos grandes agora, então as pessoas nos procuram para suas revistas, eles precisam de nós para seus vídeos, programas de rádio, programas de TV, e é tudo baseado no dinheiro, e isso nunca foi dessa forma pra nós. Isso sempre foi meu sonho. Me sacrificar e sair para fazer o que quisermos, nossa vida é viver o que fazemos. Sempre se tratou de sacrificios, nunca foi guiado pelo dinheiro. Então é engraçado esperar o mundo nos alcançar. Eles nos colocaram em primeiro lugar sabe-se lá porquê... Eu nunca fui ligado a isso e não serei, mas parece que terei que trabalhar mais ainda agora. Eu sei que isso poderia soar um pouco hipócrita, claro que isso me faz sentir bem, mas ao mesmo tempo, isso me faz pensar, "Ahh, lá vamos nós, a encheção de saco!" Eu sinto que já demos duro demais, mas agora, nós temos que avançar um nível.







Eu entendo que o "All Hope is Gone" foi o álbum mais colaborativo que a banda já fez. Dito isso, esse é o disco que mais realizou expectativas individuais, é o disco que o Slipknot nasceu para fazer?






Para ser sincero com você, levando em conta o andamento das coisas, eu sinto exatamente o oposto. Eu sinto que esse disco é uma ponte para o futuro. Eu acredito que o último disco foi muito sobre reabilitar nossa amizade, ficarmos juntos, e algumas pessoas pessoas percebendo que existem todos os tipos de pessoas nessa banda com alguma coisa a dizer e a fazer. Nós entramos nesse álbum com uma mentalidade de que todos poderiam ser eles mesmos. Nós temos um ditado que, "Os pedaços são tão bons quanto um inteiro." Isso significa que você pode ser egoísta nessa banda, mas é a banda o que realmente importa. Conheça seu lugar, saiba o que importa. Não tente se destacar e se fazer mais importante. Perceba que o Slipknot é uma entidade. São nove caras fazendo algo inteiro, único. Para o Slipknot, está cada vez mais importante permitir que cada um mostre suas habilidades para trazer algo musical para a banda, e eu acredito que isso está melhorando. Mas eu olho para o futuro, onde será cada vez mais sobre permitir a todos o que eles tem a fazer, e esse é truque no Slipknot. Vai levar tempo.Nós estamos juntos há dez anos anos e só fizemos quatro álbuns, e levamos muito tempo entre os discos. Mas nós olhamos para bandas que começaram junto com a gente, que têm sete discos, e mais da metade são lixo! Eles só queriam sair de sua idéia fundamental de que o que eles pensam tem que ser transformado em disco, apenas para constar. O Slipknot nunca foi desse jeito, nós apenas queremos lançar a arte em que nós acreditamos, e se isso leva três anos... bem, é um bom problema a se ter. Nós temos quatro telas bem distintas que nós pintamos e todas elas pertencem a diferentes períodos, realidades. Nenhuma delas é baseada em outra. Isso diz muito pra mim... que nós temos sinceridade em nossa música. A integridade é algo que preserva a forma da arte. Então eu acho que nós estamos nos ficando melhores em permitir a nós mesmos confiar cada vez mais em nós mesmos. Todos na banda estão realmente se esforçando para ser o melhor que podem ser. Houveram muitas coisas com esse álbum que eram muito ruins, mas cada disco tem sua parcela justa de problemas, mas você apenas os supera e move-se para o futuro.






Você tematicamente diria que o álbum não se trata de lutar contra os demônios, mas de alguma forma exibe um espelho, dizendo que a sociedade nada mais é do que um reflexo de quem nós somos?






Este é outro motivo pelo qual levamos tanto tempo pra fazê-lo, porque nós somos uma banda de turnê. Eu nunca ganhei um dólar vendendo álbum. Eu poderia me importar menos com o álbum. É divertido? Eu gosto de fazer isso? Eu gosto da arte? Eu gosto de gravar? Sim! Todas essas coisas são legais, mas não foi por isso que eu entrei nessa. Eu entrei nessa pela experiência de vida, a experiência de vida é quem eu sou nessa sociedade. Onde é meu lugar? Nós fazemos turnês por tanto tempo e trabalhamos tanto que depois de um ciclo de turnê, nós precisamos relaxar. Apenas pra me lembrar quem eu sou, e me envolver novamente na minha vida, e após seis meses, você começa a dar uma boa olhada à sua volta, e os problemas espirituais nesse mundo, os problemas políticos, os problemas individuais, e você pega tudo o que testemunhou e tudo o que presenciou e a próxima coisa a se fazer é compôr um novo álbum. Você luta pra descobrir quem você é em tal ponto. Você precisa de um tempo pra perceber quem você é.






Você disse que é uma banda de turnês, e é surpreendente ouvir que vocês estão levando o Coheed and Cambria. É uma prova do quão experimental e expansiva a banda se tornou musicalmente?






É, eu não curto muito deixar as pessoas felizes em questão de gêneros, eu sempre disse isso. Sem desrespeito ao metal, mas eu estou no Slipknot não porquê somos uma banda de metal, mas porque nós fazemos nossa própria música. Se precisa estar num gênero considerado metal, é legal pra todo mundo, mas eu nem sou um grande fã de metal. Eu gosto de metal? Gosto. Mas eu gosto de trazer uma turnê diversa para os fãs. Eu quero ser um precursor de fãs vindo e presenciando uma banda como ela é, e uma banda como o Coheed and Cambria que é tão diferente de nós, mas eles foram felizes na arte. Isso é importante. Eu acho que é mais importante deixar os fãs do Slipknot com as mentes abertas, e você não consegue fazer isso colocando-os pra assistir quatro coisas iguais. Não que ninguém mais esteja remotamente perto da gente, porque nós somos nosso próprio negócio. Mas atualmente estou num ponto que preciso de variedade e é disso que se trata... presenciar diferentes níveis de arte. Certamente me anima. Certamente parece certo, porque parece haver algum perigo aqui, o perigo é bom para a alma, o medo é bom para a alma. Se isso vai fazer os fãs perceberem algo, ou verem as coisas de uma forma diferente... é um risco que se corre, não que eu sinta como se fosse um risco, mas as outras pessoas sentem como se fosse diferente o bastante para trazer à tona. É apenas natural, mas me instiga.












Você disse uma coisa muito interessante, que o perigo é bom para a alma. Que tipo de riscos você teve que encarar que foram bons para sua alma nos últimos 10 anos?






Eu tomei a consciente decisão de me casar e ter filhos. Por sorte, eu tenho o apoio da minha família para que eu pudesse viver meu sonho. Isto é um perigo diário; meus filhos crescem muito rápido. Eu decidi perder muito da vida deles, para perseguir esse sonho com egoísmo, esse meu sonho da arte... música. Algo que eu preciso desde que eu era apenas uma criança, então o maior perigo de todos é saber que toda vez eu sou egoísta e entro no ônibus pra viver a experiência, as pessoas mudam e eu me perco no amor e na alegria. No último ciclo de álbum, eu perdi meu pai duas semanas antes do fim da turnê, e passei muito tempo imaginando como isso foi acontecer. A única resposta que eu posso me dar é que a vida é aleatória. É tão aleatória que você nem consegue controlar o seu processo. Isso é o perigo, saber que faltam apenas duas semanas numa turnê de 14 ou 18 meses. Eu poderia ter passado duas semanas com meu pai fazendo inúmeras coisas. A mensagem é para você aproveitar enquanto ainda os tem, porque as pessoas desaparecem da sua vida, e você jamais as verá novamente. Isso é o perigo, eu vivo isso todo dia agora. Todas as vezes que eu saio, eu sei que existem pessoas em minha vida que podem não estar lá depois. Entende onde eu quero chegar? Esse tipo de coisa é muito pesada e todos os artistas que fazem isso para viver, que fazem isso de uma forma séria, presenciam esse tipo de coisa. Começa com nascimentos, aniversários, e casamentos, e depois muda para velórios, essas são coisas que nós temos que aceitar. Bem, eu ainda não aceito, mas são coisas que você estará disposto a aceitar para perseguir uma visão egoísta, e é perigoso. É o medo na forma mais tenebrosa que você já pôde imaginar.






Nossa, obrigado pela sinceridade.






Eu que agradeço pela pergunta.






Você também dirigiu um documentário para a banda recentemente, é um outro ramo artístico que você quer perseguir?






Sim, eu estou orgulhoso por ter feito o filme. Digo, estou muito, muito orgulhoso por ter feito o filme e estou sempre trabalhando no meu ângulo de gravar as coisas. A opinião de algumas pessoas que assistiram o Voliminal, é que não entenderam nada, por causa da forma que seguem as cenas e da arte contida. Mas eu tento reprogramar o que as pessoas pensam sobre essa banda em suas mentes. É isso que me anima. É isso que eu gosto de fazer, e eu vou continuar fazendo isso, não importa se a gravadora aceitará ou não, ou se minha banda aceitará ou não, ou até mesmo se o mundo aceitará ou não, eu vou continuar fazendo isso. Eu realmente não me importo, porque eu sou guiado por essas visões. Eu sou obrigado. Eu vejo metáforas e meu trabalho é ligar os pontos, então em muito breve os pontos se transformam num pensamento conceitual de uma hora e meia. Mas eu amo isso, e estou trabalhando em algumas coisas atualmente, mas isso leva tempo. Estou constantemente coletando, e eu acho que isso é meia batalha. Estou sempre coletando shows do Slipknot. É uma questão de esperar pela inspiração, algo diferente do que nós fizemos surge, e quando surge, eu conecto os pontos, e se tudo der certo, todos se identificam.






Dirty Little Rabbits terá outro EP em breve, certo?






Sim, nosso primeiro EP chamado 'Breeding', teve três músicas, e nós fizemos algumas turnês. Tivemos um EP chamado 'Simon' lançado dia 27 de Janeiro, e nós vamos lançar nosso álbum inteiro por volta de 7 de Abril. Dirty Little Rabbits é mais egoísta. Como eu já disse antes, eu sou apenas um nono de Slipknot. E o Dirty Little Rabbits é a música que eu quero fazer, é a música que eu quero apresentar, e é a música que eu quero compôr.






Você alcançou o equilíbrio na vida, e isso é mais do que a maioria das pessoas pode dizer.






Eu tenho essas duas realidades, e elas são completamente o oposto da outra. Quando estou no Slipknot, eu me movo numa direção, então é mais fácil seguir em outra direção, pois está do lado contrário. Ambas movem-se em direções opostas tornando muito fácil entrar naquela espaçonave e seguir em outra direção.






Como é a preparação para a turnê pra vocês, o aspecto físico disso pra você, é mais intenso do que outras bandas? O que você faz em relação a alguma preparação física ou mental?






Nós temos um ditado que sempre dizemos um ao outro, "Você não vai escapar disso." Dito isso, você simplesmente tem que mergulhar de cabeça. Para essa turnê que estamos prestes a fazer, nós passamos duas semanas no Japão, uma semana na Nova Zelândia e Austrália, e sete semanas na Europa. Se não se sabe o que vamos fazer agora, também podemos sair do jogo. Tivemos quase cinco semanas de descanso, e vamos nos reunir no dia 20 de Janeiro e ensaiar por umas três ou quatro horas, tirar o dia 21 de folga, e dia 22 nós saímos de Des Moines ao meio dia para o ensaio em St Paul, MN, que é onde será o primeiro show, e então vamos ensaiar das 5 às 9. Serão dois ensaios, e não serão à caráter, então não estaremos sobre pressão. Dia 23 será o primeiro show, e goste você ou não, se prepare porque você não vai escapar disso.Somos mágica, essa é a real insanidade do que acontece e da dor envolvida. Quando você se apresentar no dia 23 e meter a máscara na cara, muita dor vai rolar. Mas essa dor que exigimos, é a dor que inventamos. É a dor que só nós conhecemos. Ninguém no mundo jamais saberá como é ser o Slipknot, e isso é metade da excitação e metade do desafio é se tornar o Slipknot novamente. Não dá pra se preparar pra isso; não dá pra treinar para o show, porque é muita adrenalina e muitas outras coisas que ocorrem








Como você vê o Slipknot se encaixando na cena músical atual?








Eu ouço todo mundo reclamar que a indústria é isso ou como os fãs estão roubando música da internet e como determinada gravadora deixa 250 pessoas irem. Esse negócio da música não está funcionando, e todos estão fazendo 360 acordos, e agora as gravadoras tem que estar envolvidas com merchandising, quando normalmente eles se divertiam com isso. Eles tem que ter uma parte das vendas da banda, das publicações e turnês, as gravadoras estão se envolvendo com o gerenciamento, porque ninguém consegue perceber essa porra. O que eu estou dizendo é que tudo pode ser ruim, mas o amor pelo rock 'n' roll está maior do que nunca. Na sociedade atual, com o que está acontecendo e com o mundo estando uma bosta como está, e todas as merdas que nós temos que ver, a necessidade pela música é maior do que nunca, e eu acredito que o Slipknot está no topo. Não existe nenhuma outra banda, não existe outra forma de arte... nada nesse mundo inteiro se aproxima de nós! Nós somos o nosso próprio negócio, somos especiais. Eu estarei aqui por muitos, muitos anos ainda, se tudo der certo. E eu nunca sei quando isso vai acabar. Eu não sei se as coisas irão mudar, devido aos obstáculos que eu enfrento. Um dia, eu poderia querer sair da banda só porque se tornou muito surreal e é difícil, mas eu consigo administrar isso.Então eu nos vejo... somos excelentes, estamos no topo. Posso dizer que, porque nossos fãs são verdadeiros, nada do que nós fazemos é uma mentira, nós tocamos música extrema, e temos um show extremo. Quero dizer, eu conheço bandas que têm três integrantes, e elas duram dois anos, e de repente, eles tem divergências musicais. Eu cuspo nessas bandas. Eu cuspo nessas bostas! Todas essas bandas que estão tentando ter a repercussão dos Beatles, tentando recriar alguma melodia e tentando recriar os Beatles, eu cuspo nessa merda também! Nós somos uma cultura, o Slipknot é uma cultura. Nos identificamos com a vida do ser humano que tem dor, e precisa se livrar dela, e olham para nós para se livrar disso, pra expor suas paixões. Então eu nos vejo dessa forma, e não me importa quem você é ou o que você fez, venha assistir um show do Slipknot e veja o que você não está fazendo. Nós somos a realidade. Eu nos vejo como algo muito necessário para este mundo. Eu poderia me importar menos se o negócio do rock n'roll estivesse fracassando, isso não tem nada a ver conosco, porque não estamos fracassando. Eu vou aos shows e as pessoas estão lá, porque isso é verdade e é necessário. Nós vamos continuar fazendo isso até não conseguirmos mais fazer, nós vamos parar e desaparecer, mas eu não vou sentar e ficar choramingando.Eu não sou música tradicional, eu não tenho nada além porque sou grande agora, e quando não for mais, vou desaparecer - Como nove em dez bandas que estão por aí. Eles chegam com seus truques e porcarias e pronto. Onde eles estão agora? Bem, eu contarei onde nós estamos, nós continuamos fazendo exatamente o que temos feito por dez anos, mas estamos cada vez melhor. Eu não tenho mais tempo pra discutir com ninguém sobre o que é o Slipknot, nós somos o que somos e essa é a realidade.








Vote em Clown

Como muitos de vocês devem saber uma outra paixão de Clown sem ser o Slipknot é a fotografia. E agora o #6 está concorrendo na 'Billboard Magazines Year' com 5 fotos na categoria ' Music Moment Photo'Você pode ver as fotos e votar pelos links a baixo:
Foto 1 Foto 2 Foto 3 Foto 4 Foto 5

Feliz aniversário, Craig! (11.02.2009)





Dia, 11 de Fevereiro, o sampler do Slipknot Craig Jones completa 36 anos de idade. Segue abaixo uma mini-biografia do #5:

Ficha - Craig Jones #5

Data de nascimento: 11/02

Nickname: 133 (133MHz)

Número: #5Função: Samples/Media

Estado Civil: Casado

Projeto Paralelo: Nenhum

Máscara: A primeira máscara de Craig foi apenas uma meia-calça em sua cabeça com uma camisa. Mais tarde usou um velho capacete de mergulho, pintado de preto e com espetos. No álbum IOWA, Craig usou uma mascara de latex com espetos e um zíper na boca. No Vol.3, sua máscara não mudou tirando os espetos que não são mais tão grandes e se movem com mais facilidade para perder a pressão. Atualmente a máscara de Craig é a mesma do Vol.3, só com mais alguns detalhes.Sobre Craig Jones: Pouco se escuta ao seu respeito. Muitos se perguntam o que ele faz na banda, mas se você gosta da introdução de Prelude 3.0, 515, os teclados em Duality e a intro de (sic), você ja sabe o que Craig faz. Craig é o mais misterioso Slipknot, quase não se ouve falar dele.

MTV World Stage:Slipknot

Segundo o site singersroom.com, a MTV irá gravar uma série de concertos entitulada "MTV's World Stage", na qual irá gravar shows de vários artistas pelo mundo a fora. Dentre os artistas que poderão ter os shows gravados está Linkin Park, Enrique Iglesias, e Amy Winehouse. Os que já tem os shows confirmados são Pussycat Dolls e Katy Perry (6 de março), Slipknot (12 de março), Oasis (20 de março), e Franz Ferdinand (27 de março). Os shows já confirmados ainda não tem previsão de exibição na MTV Brasil ou em qualquer outro canal brasileiro. Para mais informações, fique ligado aqui no site.
Fonte: LinkinPark:br

Novos festivais com o Slipknot

20 de Junho de 2009 Holanda: Nijmegen, Goffertpark (Sonicsphere Festival)

METALLICA
SLIPKNOT
LAMB OF GOD
MASTODON

09 de Julho de 2009 Portugal: Algés, Lisboa (Optimus Alive! Festival

METALLICA
SLIPKNOT
LAMB OF GOD
MASTODON

11 de Julho de 2009Espanha: Forúm, Barcelona (Sonicsphere Festival)

METALLICA
SLIPKNOT
LAMB OF GOD
MASTODON

*Obrigado Bruno Alexandre de Portugal pela informação.

Slipknot confirmado no Graspop Festival


De acordo com o site do evento, o Slipknot está confirmado no festival belga Graspop Metal Meeting, agendado para ocorrer dos dias 26 à 28 de Junho deste ano, na Bélgica.Outras bandas também já foram confirmadas:ANTHRAX

BLIND GUARDIAN

DAGOBA

DEVILDRIVER

DISTURBED

DREAM THEATER

EPICA

ETHS

FIREWIND

GOD FORBID

HEAVEN AND HELL

KATAKLYSM

KEEP OF KALESSIN

LAAZ ROCKIT

LACUNA COIL

LEGION OF THE DAMNED

NEGURA BUNGET

PAPA ROACH

PARKWAY DRIVE

SACRED REICH

SAMAEL

SCAR SYMMETRY

SLIPKNOT

TAAKE

TRIVIUM

VOLBEAT

W.A.S.P.

WOLVES IN THE THRONE ROOM

Para mais informações, visite http://www.graspop.com/.
Fonte: Blabbermouth

Novos vídeos promocionais

O site http://www.allhopeisgone.com/ disponibilizou uma nova sequência de vídeos promocionais anunciando shows em alguns lugares. Todos eles foram legendados , veja abaixo:

TULSA, OK
http://cid-ff084fc2d757c0f7.skydrive.live.com/self.aspx/P%c3%bablico/Slipknot%7C_anuncia%7C_show%7C_em%7C_Tulsa,%7C_OK%7C_%7C5legendado%7C_Brasil%7C6.wmv

DALLAS, TX
http://cid-ff084fc2d757c0f7.skydrive.live.com/self.aspx/P%c3%bablico/Slipknot%7C_anuncia%7C_show%7C_em%7C_Dallas,%7C_TX%7C_%7C5legendado%7C_Brasil%7C6.wmv

EL PASO, TX
http://cid-ff084fc2d757c0f7.skydrive.live.com/self.aspx/P%c3%bablico/Slipknot%7C_anuncia%7C_show%7C_em%7C_El%7C_Paso,%7C_TX%7C_%7C5legendado%7C_Brasil%7C6.wmv


MADISON, WI
http://cid-ff084fc2d757c0f7.skydrive.live.com/self.aspx/P%c3%bablico/Slipknot%7C_anuncia%7C_show%7C_em%7C_Madison,%7C_WI%7C_%7C5legendado%7C_Brasil%7C6.wmv

BOSTON, MA
http://cid-ff084fc2d757c0f7.skydrive.live.com/self.aspx/P%c3%bablico/Slipknot%7C_anuncia%7C_show%7C_em%7C_Boston,%7C_MA%7C_%7C5legendado%7C_Brasil%7C6.wmv

PENSACOLA, FL
http://cid-ff084fc2d757c0f7.skydrive.live.com/self.aspx/P%c3%bablico/Slipknot%7C_anuncia%7C_show%7C_em%7C_Pensacola,%7C_FL%7C_%7C5legendado%7C_Brasil%7C6.wmv

NASHVILLE, TN
http://cid-ff084fc2d757c0f7.skydrive.live.com/self.aspx/P%c3%bablico/Slipknot%7C_anuncia%7C_show%7C_em%7C_Nashville,%7C_TN%7C_%7C5legendado%7C_Brasil%7C6.wmv

DENVER, CO
http://cid-ff084fc2d757c0f7.skydrive.live.com/self.aspx/P%c3%bablico/Slipknot%7C_anuncia%7C_show%7C_em%7C_Denver,%7C_CO%7C_%7C5legendado%7C_Brasil%7C6.mpg


ALBUQUERQUE, NM
http://cid-ff084fc2d757c0f7.skydrive.live.com/self.aspx/P%c3%bablico/Slipknot%7C_anuncia%7C_show%7C_em%7C_Albuquerque,%7C_NM%7C_%7C5legendado%7C_Brasil%7C6.wmv


6 de fev de 2009

Novas datas divulgadas


O Slipknot confirmou mais algumas datas em seu site oficial. Confira abaixo os shows confirmados pela banda no prosseguimento da turnê All Hope Is Gone 2009:
Junho:

Dia 6 - Rock Am Ring - Nurburgring, Germany
Dia 7 - Rock Im Park - Nurnburg, Germany
Dia 9 - Torwar - Warsaw, Poland
Dia 13 - Download - Donington Park, UK
Dia 14 - Greenfield Festival - Interlaken, Switzerland
Dia 16 - Dom Sportova 1 - Zagreb, Croatia
Dia 17 - Belgrade Arena - Belgrade, Serbia
Dia 19 - NovaRock Festival - Nickelsdorf, Austria
Dia 24 - Hove Festival - Arendal, Norway
Dia 27 - Graspop Metal Meeting - Dessel, Belgium
Dia 28 - Gods of Metal Festival - Milan, Italy
Julho:
Dia 4 - Roskilde Festival - Roskilde, Denmark
Dia 9 - Alive Festival - Lisbon, Portugal
Dia 10 - Terrazas de Madrid - Madrid, Spain
***Vale lembrar que a banda ainda não confirmou nenhum show em terras brasileiras. Garantimos que quando houver alguma confirmação de show no Brasil, nós imediatamente postaremos aqui no slipknotbr.com. Para mais informações sobre os possíveis shows na América do Sul, clique aqui.

Corey diz que novo álbum do Stone Sour está em primeiro plano


De acordo com 'The Pulse of Radio', o vocalista do Slipknot/Stone Sour, Corey Taylor, causou uma revolta no último mês, quando revelou planos de um álbum solo para o próximo ano. A maior questão dos fãs é o que irá acontecer com a outra banda de Corey, o Stone Sour, que lançou o álbum 'Come What(ever) May' em 2006. Corey disse ao 'The Pulse of Radio' que está mantendo suas prioridades em ordem quando se trata de novos projetos: "Eu acho que o que deixou o pessoal armado é o fato que, sabe, é uma questão do que viria primeiro, álbum solo ou Stone Sour?" ele diz. "Tudo se resume ao fato de que nós adicionamos muita dedicação ao Stone Sour, e para eu virar isso e colocar um álbum solo em primeiro plano, meio que destruiria a fundação que temos construída. Então, a partir de Setembro, começaremos a trabalhar em um novo álbum do SS".Corey disse que espera lançar o novo álbum em Janeiro ou Feveiro de 2010.Ele ainda adicionou que começará a trabalhar em seu álbum solo perto desta época.
Fonte: Blabbermouth

The Eye of a Clown: Snakeypoo



Talvez olhar toda semana as novas fotografias feitas pelo percussionista do Slipknot, Shawn Crahan (mais conhecido como Clown) tem torcido os nossos cérebros. O envio dessa semana para o "The Eye of a Clown" é abstrato e horripilante. É meio que, como se estivéssemos olhando extremamente de perto uma mulher idosa queimando no fogo até a morte. Imaginação bem humorada.Há duas técnicas com as quais eu trabalho e esta é uma delas. Se eu fosse criar o meu material para o mundo, você olharia o lugar inteiro e diria: "Oh, este é um pedaço do Shawn Crahan" apenas pelo que eu utilizo para criar a visão que gostaria de transmitir.Eu não vou explicar muito sobre essa fotografia. Apenas use sua própria imaginação. Eu só direi que queria criar algo que fosse romântico e sexual, de certa forma, ao ponto de violar a morte, mais ou menos. Isso era uma vida contínua, então é algo que eu fiz e tenho que fotografar repetidamente até que chegue ao ponto onde eu tenha criado o que eu vi. É só uma questão de ver as coisas com os maiores músculos do seu corpo, seu cérebro, e abrir sua mente, tentar produzir. E sinto que eu consegui o que queria. E estou experimentando continuamente ainda mais e mais colocando o dedo na ferida.
- Shawn Crahan- Fonte: Headbangers Blog

5 de fev de 2009

Chris "As pessoas vão aos nossos shows em plena crise econômica"



Mais uma vez Chris Fehn concedeu uma entrevista, na qual fala sobre os 10 anos da banda, turnês e do quanto a banda estima os fãs que em plena crise econômica compram ingressos para shows do Slipknot:


Slipknot alcança uma década.


Chris diz que o futuro será brilhante


Conhecido pela percussão pulsante, riffs que sobressaem e um teatro intenso (isto é, aquelas máscaras horripilantes), o Slipknot subiu ao topo rapidamente na cena do metal alternativo dos anos 90, e logo detonaram no mainstream. Agora, uma década depois, a banda continua violenta. Os caras têm um álbum que é o número um em vendas (o 'All Hope is Gone' lançado em 2008). Eles são donos do Grammy de melhor performace do metal. E agora, eles estão com a agenda lotada.


Não há dúvidas:


O Slipknot não está aí atoa.


O site conversou com o percussionista Chris Fehn, melhor conhecido como o #3, durante um intervalo da turnê no Kansas City.

Noise: Essa turnê marca o 10º aniversário do Slipknot. Parabéns! Qual o seu segredo para a longevidade?


Fehn: Acho que a nossa música é realmente forte, e sem a música em primeiro lugar, nada mais seria possível para nós, então eu tenho que dizer que é a música.

- Vocês todos tem sido cada um uma parte do Slipknot por tanto tempo. Você se sente em família nesse ponto?


Fehn: Sim, definitivamente. Nós brigamos como qualquer família, amamos uns aos outros como família. Temos sido os mesmos nove caras numa banda por dez anos, então acho que isso é mais que uma prova.

- No seu novo álbum, "All Hope is Gone", você acha que vocês tomaram um rumo musicalmente diferente?


Fehn: Eu acho que a única direção que seguimos na verdade é para tentar fazer música boa. Nós nunca começamos com um plano ou qualquer tipo de noção preconcebida de como a gravação deverá soar.

- Vocês estão na estrada frequentemente. Qual sua coisa favorita nas turnês?


Fehn: Tocar ao vivo, sem dúvida nenhuma. O resto é realmente duro - viver na estrada e estar longe dos amigos e da família.

- Sobre as suas máscaras: Onde vocês as tem feito?


Fehn: Normalmente tem uns artistas com quem trabalhamos. Nós tiramos os moldes das nossas cabeças e então eles as modelam.

- Quando você põe a sua máscara toda noite, se sente transformado?


Fehn: Não a este ponto, porque eu estou tão acostumado a isso. Mas eu posso lembrar que antigamente, quando nós estávamos fazendo isso nas primeiras vezes, era sem dúvidas mais do que uma transformação. Mas agora é como se colocássemos um capacete de futebol americano para jogar numa partida.


- Você acha que o Slipknot ficará por aí por mais tempo?


Fehn: Sim, definitivamente. Nós temos consciência de que temos muitos fãs e que significamos algo para o mundo. Então eu acho que isso continua nos impulsionando.

- Alguma consideração final?

Fehn: Com a economia do jeito que está, nós realmente estimamos as pessoas que tiram um tempo para sair e vão nos vêr com o seu dinheiro suado. Essas pessoas estarem lá significa muito para nós também. Então, muito obrigado.

Entrevista do Corey Taylor para a Metromix de Des Moines



"All Hope Is Gone" (Toda a Esperança de Foi) atingiu o topo da Billboard ao mesmo tempo que a campanha presidencial de Barack Obama trazia à tona novamente a palavra "Esperança".A ironia não foi perdida pelo vocalista Corey Taylor. Armado com um rico conhecimento em geopolítica, música e tecnologia, ele não é apenas um idiota mascarado. E mais, é um pai dedicado, cidadão orgulhoso de Des Moines e porta-voz de uma nova geração de metaleiros inteligentes.Antes de entrar na turnê de 2009, Corey conversou com a Metromix sobre a importância de estar perto de casa, a ambiguidade da esperança, e trazer de volta um espetáculo (e perspectiva) para o rock 'n' roll.


Diferente de outras bandas de sucesso do Centro-Oeste, vocês permaneceram por aqui.


Nossa, cara, aqui é o meu lar. Eu estive no mundo inteiro e tenho uma residência em Los Angeles, mas aqui é o meu lar. Iowa me deu um trabalho ético que eu nunca desisti, e essa cidade cresceu assim como nós. É um sentimento bom. E nós queríamos gravar em Iowa desde o começo, desde que fizemos o álbum "Iowa". Por sorte nós conhecemos um amigo com um estúdio na cidade, e com isso pudemos dar uma descansada, ficar com nossas famílias e fazer um álbum, e é por isso que eu acho que "All Hope Is Gone" soa tão bem. Nós não tivemos que nos separar de nossas famílias.


"All Hope Is Gone" atingiu o primeiro lugar enquanto Obama assumiu o cargo com um programa de... esperança. Por favor explique.


O título sempre significou algo mais positivo do que negativo. Uma coisa que eu notei nos último oito anos de Bush, é que as pessoas tem um tipo específico de esperança, mas a esperança deveria ser um sentimento que envolve tudo. Deveria ser vital, porque isso instiga a todos nós, mas as pessoas desenvolveram uma esperança egoísta, preocupando-se mais com elas mesmas do que com o que seria bom para todos nós.


Como essa crise afeta seu trabalho?


Eu vejo isso como alguém que depende do público, que se preocupa com a venda de ingressos, mas também com meus amigos. A mudança na indústria já está vindo há muito tempo. Muita culpa disso é associada à Internet, mas esse ponto é óbvio: as pessoas fazem download porque não querem gastar dinheiro com porcaria. Você pode colocar um CD pra tocar e em 30 segundos dizer se é uma bosta. As pessoas fazem download porque não querem correr o risco, o que torna isso difícil pra mim e para a banda, porque nós não lançamos um álbum em uma semana e partimos pra outra. Mas eu não estou resmungando; tudo o que eu tenho é o que eu conquistei. Eu não tenho uma mansão e um monte de dinheiro, mas eu cuido da minha família e dos meus amigos. E eu sempre posso fazer música na minha cozinha.


Sempre tem o Garageband.


O Garageband salvou minha sanidade. Eu escrevo muitas músicas, mas você só pode ir ao estúdio com frequência. No momento estamos remodelando nosso novo estúdio, o qual será o melhor de Des Moines. Eu vou levar bandas e criar uma gravadora autônoma. Estúdios levam eras para serem preparados, mas Garageband é imediato. É bem divertido; Eu descobri diversas formas de compôr, porque eu já esqueci mais músicas do que eu escrevi.


O Slipknot foi muito criticado por ser tão teatral, mas o rock sempre foi ligado ao espetáculo.


O rock costumava ser um evento. Costumava ser algo que prendia a respiração das pessoas. Costumava ser algo que você vivia, mas hoje em dia, a maioria assenta rapidamente. Como essas bandas fúteis que eu ouço, que dizem ser punks. Eu digo, "Beleza, nós precisamos conversar." Tornou-se uma missão pra mim tocar Ramones, Dead Kennedys, Buzzcocks, Clash, entre outras bandas para o máximo de adolescentes possível, pra mostrar para eles de onde o punk realmente surgiu. Acho que a indústria sabe que os jovens não estão por dentro da história da música, então eles excluem essas bandas na cara de pau. Quem vai pesquisar? Então isso é uma missão pra mim agora, mostrar essa história para o máximo de pessoas possível. As pessoas deveríam saber de onde suas músicas surgiram.Fonte: Metromix

Novas fotos no site oficial




O Slipknot postou no slipknot1.com e em seu Myspace algumas fotos do show em Auburn Hills, realizado no último dia 31 de Janeiro.Veja o restante das fotos clicando aqui.

Slipknot confirmado em festival Dinamarquês






O Slipknot foi confirmado para o Roskilde Festival, programado para ocorrer do dia 2 ao dia 5 de Julho, em Roskilde, na Dinamarca. Também estão confirmadas no festival as bandas Madness e Coldplay.
Fonte: Blabbermouth.net

#6 Clown -Um cara normal ¬¬



O site telegram.com postou uma matéria com o percussionista do Slipknot Shawn "Clown" Crahan. Confira a tradução do artigo e da entrevista abaixo:
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Por 10 anos o Slipknot tem sido uma das bandas mais ferozes do planeta.
A banda de nove membros de Des Moines, Iowa, são mais conhecidos por seus shows de horror - Sessões de fotos da banda são o suficiente para dar um mero pesadelo por semanas - Mas têm ganhado respeito entre os metaleiros por seus intensos e perigosos shows.As bagunças do Slipknot no palco levaram a inúmeras lesões, contusões e ossos quebrados - e isso entre os membros da banda.No ano passado o Slipknot lançou seu quarto álbum "All Hope Is Gone", título que praticamente resume a visão de mundo da banda. Mas de acordo com o percussionista e porta-voz, Shawn 'Clown' Crahan, as coisas na banda nunca estiveram melhores.Como prova, "All Hope Is Gone" foi o primeiro álbum da banda a alcançar o número 1 na lista da Billboard. Nós falamos com Clown nesse mês e descobrimos que o louco do bastão de baseball é surpreendentemente normal e um animado tagarela.No lar em Iowa"Eu estou sentando na minha sala de estar, na minha casa em Des Moines, Iowa. Nós acabamos de terminar 10 semanas de turnê pela Europa, Japão e Austrália e todas essas coisas boas. Dez semanas é um bom tempo para sair em turnê, principalmente na Europa, sendo completamente o oposto do que é aqui. Então eu tenho que dizer que esses últimos 14 dias foram de muita ansiedade; estamos prontos para vir para casa e descansar."Celebração de Natal"O Natal foi fantástico. Nós ficamos em casa e fizemos aquela coisa em familia - nós não saímos como costumamos fazer. Eu tenho quatro filhos e minha esposa. Nós fizemos nossas coisas, só nós seis, então foi muito bom. Nós compramos um Nintendo Wii. Nossa meta era acordar, abrir os presentes e jogar video-game e 'Rock Band' e tudo mais. Eu não sou muito bom em jogos. Eu gosto de 'Rock Band' por que você tem o microfone, a bateria e a guitarra. Eu tentei tocar a bateria, mas não era como tocar uma bateria de verdade, eles tiveram que fazer no formato do jogo, então foi bem difícil, na verdade. Eu estava pegando o jeito muito bem. Eu sou um aficionado por estes jogos. Obviamente, não vai fazer você aprender a tocar esses instrumentos, mas te ajuda com o ritmo e o compasso. Eu toquei guitarra só pra mover os dedos mais rapidamente, então foi bem divertido. Nós começamos do começo. Eu acho que fiquei preso numa música por um dia. Meu filhos diziam, 'Vamos lá, papai!' E eu disse, 'Eu desisto, terminem essa pra mim' É bem frustrante.É uma vida maravilhosa"Eu sempre penso que minha vida é um filme por que eu estou felizmente casado há 16 anos com minha melhor amiga. Nós só temos um casamento impecável com altos e baixos, que eu não ia querer de outro jeito. E eu tenho dois garotos, duas garotas que são saudáveis, e eu estou numa enorme banda de metal. Minha vida, para mim, é uma perfeita fotografia."Na estada novamente"Uma coisa que eu aprendi nesse negócio é: em primeiro lugar, eu viajo. É isso que eu faço. Álbuns são ótimos, vídeos são ótimos, entrevistas são ótimas, todas essas coisas são ótimas. Mas a maior extensão de sua arte é poder dividir isso com o mundo, e eu sempre acreditei que dominação do mundo significa você estar determinado a sair da casa em Des Moines, Iowa, e levar sua doença, sua dor, sua arte para um lugar tão longe quanto... a Rússia. O Slipknot recentemente tocou na Rússia. Nós estamos fazendo isso por 10 anos, e nunca estivemos na Rússia. Haviam umas 12.000 pessoas no show. É aí que a realidade por trás de sua arte se torna verdade."Em direção oposta ao metal:"Eu nem sou um metaleiro. Isso não significa que eu não goste, só significa que eu venho de uma cena totalmente diferente e de um jeito totalmente diferente de pensar. Eu estava indo para faculdade. Eu queria ensinar a história da arte. Eu quero pintar e fazer fotografia e poesia. Eu sou um tipo de cara Renascentista; Eu tenho na minha mão um pouco de tudo. Quando pintar não funciona, eu vou para fotografia. Quando fotografia não funciona, eu escrevo músicas. Quando músicas não funcionam, eu escrevo alguma poesia ou uma pequena história."Pronto para aprender“Os ultimos 10 anos foram de pura honra e aprendizado. Todos os dias eu digo para as pessoas que apontam o dedo para nós que eu tenho PHD em rock and roll. Entende o que eu digo? Eu tenho 10 anos de seguidas turnês. Eu posso te falar sobre os palcos; eu posso te falar sobre grandes caminhões; eu posso te falar sobre o dia-a-dia; eu posso te falar sobre gravações, letras, arte, fotografia, vídeo - de HD a mini DV; E a lista se extende cada vez mais, com o que tivemos que preencher nossas mentes. Ganhando Grammys; ganhando como melhor vídeo; pessoas indo à loucura com nossa música; processos; mortes; instituições de caridade. E por aí vai."
Fonte: http://www.telegram.com/

Chris:"O Slipknot gosta de causar terror nas pessoas"



Chris Fehn concedeu mais uma entrevista na qual fala sobre os primórdios da banda, da má impressão que algumas pessoas têm sobre o Slipknot, de como o tédio em Des Moines contribui para sua criatividade, entre outros assuntos. Segue abaixo a tradução da matéria completa: Eles usam máscaras ameaçadoras durantes suas performaces e durante as entrevistas. Os fãs deles são conhecidos como "Maggots" (Vermes). Os shows deles tem sido conhecido como algumas horas de anarquia, com mosh pits insanos dos fãs, membros da banda espreitando o palco com tacos de baseball.Chris Fehn, um dos dois percussionistas do Slipknot, gosta da idéia de que algums fãs possam estar apreensivos devidos as loucuras da banda."Eu acho foda que eles fiquem assustados" disse Fehn numa entrevista dada por telefone enquanto estava em Minneapolis. "Isso é um teatro, saca? Isso é arte, isso é música, é tudo isso numa coisa só. Embora as pessoas possam estar assustadas ou sei lá o que, isso não quer dizer que somos Satanistas"A banda de nove integrantes está por aí desde 1995, formada nos suburbios de Des Moines, em Iowa, lugar que, segundo Fehn, não era exatamente um eixo cultural. Mas a paisagem árida do meio-oeste pode ter contribuído para sua criatividade."Um monte dessas coisas tem a ver com o clima" disse "A metade do ano nós estamos por lá e não tem nada pra você fazer, então acho que você se torna mais criativo quanto mais entediado fica. Aquele tipo de coisa que aciona um pouco de psicose. É daí que a agressão do metal e etc realmente vem. Isso meio que me deu alguma energia em uma atmosfera de pouca energia"A imagem do Slipknot foge do padrão das demais bandas do metal. Eles usam máscaras perturbantes, vestem macacões industriais e etc. Essa imagem geralmente irrita algumas pessoas que moram em alguns lugares em que eles tocam. "Têm uns lugares que as pessoas religiosas chegam e ficam pregando pro pessoal" disse "Em Salt Lake City eles tiveram que recorrer ao exercito pra controlar as pessoas e tudo mais. Mas eles não fazem mais isso. E isso é uma coisa triste. Se eles nos conhecessem, provavelmente diriam 'Meu Deus, vocês tem mais espiritualidade do que nós'. Mas, tudo bem"Fehn, que diz ter sido um atleta no ensino médio, cresceu ouvindo músicas com o pai - The Doobie Brothers, Queen, Bread. Em 1980 ele estava na onda das músicas de Boy George e Michael Jackson.Então, ele descobriu o metal, devorando "Bonded By Blood" do Exodus e "Show No Mercy" do Slayer. "Já era" disse "Eu amei o lado obscuro da coisa, amei o misticismo, amei o poder que aquilo parecia me dar" O sucesso de hoje é um forte contraste entre início da banda, quando os integrantes tocavam no calor, num lugar apertado, estragando os instrumentos ou quando tinham que misturar líquidos inflamáveis e tacar fogo para agitar os fãs."Eramos loucos nessa época" disse "Mas nós crescemos. Não fazemos mais isso - pode até acontecer a qualquer momento - mas não como naquela época. Era difícil para viajarmos. Nove caras, todos os técnicos, toda a equipe em um ônibus. Era como uma lata de sardinha. Mas dessa vez, temos consciência de que poderemos ter alguma longevidade no mundo da música, então cuidamos de nós mesmos, cuidamos uns do outros e só nos espancamos... superficialemente"Embora algumas pessoas possam nunca entender o que impulsiona a banda, Chris Fehn insiste que, embora não seja sempre lindo, isso tem mais a ver com arte do que qualquer tática evaziva de comoção.E enquanto Fehn tiver a energia de agitar a galera, ele sempre estará no palco."Nós amamos a música, amamos o que fazemos. Não é como se estivéssemos em cima do palco tipo 'Oh, Deus. Tenho que tocar "Sweet Emotion" (Doce Emoção) DE NOVO'. Ainda não chegou à esse ponto. Pode até sentir-se assim durante o dia, porque a estrada é tão entendiante, mas logo que começa a introdução do show e nós vemos aquelas crianças, é como...(refletindo) é."
Fonte: Galesburg.com

2 de fev de 2009

Slipknot nomeado ao Echo Awards

O Slipknot foi nomeado ao Echo Awards de 2009 na categoria 'Melhor Grupo Internacional - Rock/Alternativo'. A banda disputa o título com AC/DC, Metallica, REM e 3 Doors Down. Para aqueles que não conhecem o Echo Awards, é a mais importante premiação musical da Alemanha, comparável ao Grammy no país. Em uma declaração através do Myspace, o Slipknot diz ser uma grande honra ser nomeado, e agradecem a todos que ajudaram a tornar isso possível.

Clown fala sobre a turnê 2009 e show em Des Moines

Durante os últimos 10 anos, o Slipknot lançou três álbuns de platina. O mais recente, "All Hope Is Gone" de 2008, foi o primeiro álbum do grupo a atingir o topo da tabela de vendas da Billboard.

A banda se apresentou dia 28 de Janeiro em Des Moines, e o percussionista Clown se pronunciou, "É uma honra, mas nós tocamos no maior ginásio em quase toda cidade. Não menosprezamos isso."

O sucesso da banda é quase pioneiro no gênero do metal. Dentre as bandas que tocaram nos eventos Ozzfest de 1999 e 2004, os quais o Slipknot também participou, muitas terminaram ou foram esquecidas pelos fãs. Mas a popularidade do Slipknot continua consistente, assim como a formação da banda. O grupo tem os mesmos nove membros desde que o guitarrista Jim Root entrou na banda, no final de 1998.

Shawn atribui o sucesso contínuo da banda aos fãs, afetivamente conhecidos como maggots.

"Nossos fãs são aqueles rejeitados pela sociedade. Eles são temidos e às vezes não tolerados. Os fãs são todos os mesmos conosco, estão procurando por alguém que não irá traí-los. Nós acreditamos no que acreditamos, e é disso que eles estão precisando ultimamente."

Alguns membros da banda, como Shawn, continuam chamando Des Moines de lar, mas já fazia um bom tempo desde que a cidade não recebia um show do Slipknot. Os trajes e shows da banda evoluíram durante os anos, e antes da apresentação, Crahan disse, "Des Moines pode esperar o que todas as cidades podem esperar: 100% Slipknot. Eu sinto que há tempos não nos divertíamos como agora. E acho que atualmente estamos no auge do que fazemos. Estamos montando um novo set, o que é bem divertido e desafiador. Conforme envelhecemos, experimentamos mais, pois temos mais álbuns e músicas para misturar. A turnê será lendária se você é um verdadeiro maggot."


O mesmo site postou um review do show que a banda fez em Des Moines:

Um antigo maggot chamado Ed Lowe levou seu filho de 11 anos, Gaidge, para para o primeiro show do Slipknot. Joey Jordison é o integrante favorido de Gaidge.

"Você não acredita no sentimento que é trazer seu filho para um show como esse," disse Lowe.

A banda iniciou o show com três músicas do primeiro álbum. "Here comes the pain!" - gritou Corey Taylor, e os demais integrantes da banda foram à loucura, assim como o pátio repleto de fãs. "Eu sei que se passou um tempo, meus amigos, mas este é o show que estivemos esperando por toda a nossa vida." - Disse o vocalista num intervalo entre duas músicas.

Era incrível ver como uma banda que nasceu em pequenas casas de shows se adaptou ao palco do ginásio Wells Fargo, que estava preenchido por três baterias, incluindo o kit móvel de Shawn Crahan. Corey chamava a multidão de "Minha família, meus amigos", dizia que o álbum atingiu o topo da tabela e isso foi "uma prova de que o mundo não pode ignorar o Centro-Oeste por mais muito tempo."

Ryan Mann, 23, and Mike Stephens, 21, são fãs da banda desde o começo, e vieram ao show vestindo máscaras de Corey Taylor e Mick Thomson, respectivamente. Os dois têm tatuagens de Slipknot e já os viram diversas vezes.

"Eles nunca decepcionam os fãs. Se você é um maggot, você não ficará decepcionado," disse Ryan.

Julgando pela reação dos fãs, ninguém estava mesmo.


Nome: Matt Nyberg
Vocalista da banda Facecage
Chamado de "O Primeiro Maggot" por Shawn Crahan.

Primeira experiência com o Slipknot: Matt conheceu o Slipknot por seu amigo Corey Taylor, que na época estava no Stone Sour. "Eu vi o terceiro show do Slipknot, e a primeira coisa que me veio à cabeça foi 'Essa banda tem conteúdo. Eles vão fazer sucesso.'"

Lembraça favorita do Slipknot: Matt faria algumas propagandas para a banda e Clown pediu para que ele fosse ao Hairy Mary's no dia do seu aniversário de 21 anos para pegar alguns flyers. "Eu entrei no clube e tudo estava escuro, eu vi Shawn sentado no bar vestindo sua máscara. As luzes se acenderam e todos os meus amigos estavam lá para uma festa surpresa. O Slipknot tocou um show particular para mim e uns 300 amigos. Eu jamais esquecerei isso."

Orgulho de Iowa: "Se você disser 'Des Moines' para um fã de metal, é sinônimo de Slipknot. Houveram bandas que descobriram minha banda (Facecage) porque sabiam que o Slipknot era de Iowa e queriam conhecer quem mais tocava em Iowa."


Fonte: Desmoines.metromix