
Biografia
Nome: Mickael Thomson
Data de nascimento: 03/11/1973
Nickname: Log/Seven
Número: #7
Função: Guitarrista
Estado Civil: Sem informações
Projetos Paralelos: Nenhum
Máscara: Desde que se juntou a banda, Mick já usou vários estilos de máscara. Já usou uma de hockey modificada. Durante o Iowa ele usou uma bem metalizada. Atualmente Mick está usando uma máscara futurista com um olhar bem assustador.
Sobre Mick: Mick é um monstro, um cara muito alto. Ele dava aulas de guitarra antes de entrar no Slipknot, e pelo que eu sei, dá até hoje. Mick é um grande fã de gatos e seriais killers. Mick parou de usar guitarras BC Rich em 2004, porque ela não tinha o que ele necessitava. Assim, atualmente ele usa uma Ibanez, e não pretende largar.
Como músico, iniciou notadamente cedo suas experiências, que datam 1992, aos seus dezesseis anos; alguns anos depois, entre 1995 e 1996, ingressaria no Slipknot, onde seria universalmente reconhecido. Freqüentemente as pessoas acham que Mick é o guitarrista solo, mas em algumas músicas, o guitarrista solo é James Root, o #4.
Mick tem senso eclético, apreciando desde Jimi Hendrix a Beatles, de Kiss a Sepultura, conferindo a sonoridade de seu grupo uma amplitude considerável; logo, grande parte dos riffs são compostos por ele, como Left Behind e Disasterpiece. Embora não tenha gravado o MFKR, já aparece no álbum.
Declarações: “Sou fã número 1 da masturbação.”
Anders (ex-membro) sobre Mick: “Eu e ele já fomos pescar juntos diversas vezes. É um bom garoto, embora seja fascinado por seriais killers.”
3 de nov. de 2008
03/11: Feliz aniversário, Mick Thomson!
Postado por
:~~~~ ® G¡®L σf вℓσg © :~~~~~~™©
às
05:55
0
comentários
Josh Rand, guitarrista do Stone Sour fala sobre o próximo álbum.
"Nosso plano é começar os ensaios para o novo álbum no outono de 2009, entrar no estúdio no começo de 2010 e lançar pelo verão. Eu tenho que dizer que todos nós estamos muito felizes em ter o Roy (Mayorga, bateria) no processo de criação dessa vez. Eu ouvi diéias de todo mundo e eu pressinto que esse vai ser o álbum mais diversificado do Stone Sour até hoje!"
Josh vem trabalhando em um novo projeto chamado "Moonshot", uma banda de rock com vocal feminino.
Três músicas estão disponíveis no Myspace ( http://www.myspace.com/moonshotband) da banda, "Blood Red", "Feedback", e "Riptide"
O segundo cd do Stone Sour e disco de ouro "Come What(ever) May" está disponível em edição especial com seis músicas bônus, quatro clipes e um show completo gravado em Moscou.
Fonte: Blabbermouth
Postado por
:~~~~ ® G¡®L σf вℓσg © :~~~~~~™©
às
05:55
0
comentários
Aviso Oficial:
Comunicado postado no Myspace oficial do Slipknot:
Pedimos desculpas a todos os nossos fãs de Tel Aviv, mas fomos forçados a cancelar o show. O cancelamento era inevitável, dois integrantes tiveram que viajar para resolver causas familiares. Faremos o possível para retornar futuramente!
Queremos deixar claro para todos que ESTAREMOS NA RUSSIA!!! Com certeza NÃO DESAPONTAREMOS OS FÃS RUSSOS!!! Mal podemos esperar para chegar e conhecer os lugares e a cultura da Rússia. SE PREPAREM PARA O SHOW DE SUAS VIDAS!!!!
Fonte: MySpace
Postado por
:~~~~ ® G¡®L σf вℓσg © :~~~~~~™©
às
05:54
0
comentários
30 de out. de 2008
Shawn Crahan: The Eye of a Clown

O Percussionista do Slipknot, Shawn Crahan (mais conhecido como Clown) provou mais uma vez que não é bom apenas em bater em latões. Co-dirigindo o clipe de Dead Memories, ele pegou a mente de artista e um excelente olho para detalhes. Além de se expressar nos vídeos, Crahan vem tirando milhares de fotos durante os anos.
Em uma coluna semanal no HeadbangersBlog.com, ele comenta suas fotos.
"Esse é um outro retrato que eu fiz, que aconteceu quase que por destino. Eu fiz uma sessão de fotos com a banda American Head Charge que são meus amigos. Eles tinham um tipo de palhaço que estavam usando na arte deles, e eles conheceram essa garota por acaso em um clube, eles se gostaram e passaram a andar juntos e festejar. Ela veio para a turnê e se vestiu como um palhaço. Pra mim isso foi surreal porque eu sou "O Palhaço" e ali estava uma mulher sedutora vestida de palhaço. Eu sempre tento captar sexualidade nas minhas fotos, é por isso que o preto é tão vazio e o branco tão destacado. Nós estamos sempre numa busca interior, mas eu estou lá em cima, e ela lá embaixo. Então esse foi um daqueles incidentes onde eu estou fazendo um retrato qualquer e me surpreendo com uma coisa maior. Eu estava lá para fotografar a banda, mas eles a trouxeram e aqui está ela, e quem pensaria isso? Então é lindo, mas tenha cuidado. Tenha muito, muito cuidado. Porque é muito maternal, mas ao mesmo tempo é sádico. É quase uma metáfora como uma louva-deus fêmea vai deixar o macho procriar e no auge do estímulo ela acerta um nervo do cérebro pra que ele continue fertilizando, mas ela vai comer o corpo dele inteiro. Isso é tipo uma caçada. Isso é muito a mulher e muito o mundo. Isso são as regras do mundo."
Fonte: Headbangers Blog
Postado por
:~~~~ ® G¡®L σf вℓσg © :~~~~~~™©
às
15:52
0
comentários
29 de out. de 2008
Corey:"O Kiss se tornou a Disney do rock"

O Kiss é conhecido por ser a primeira de muitas bandas de rock a usar maquiagem ou máscaras tanto para se esconder quanto pra criar uma identidade. Nos anos 70, Kiss era considerado um perigo à sociedade. Agora, as roupas exageradas e canções sobre festas e garotas são apenas coisas fúteis.
A banda de metal Slipknot de Iowa segue um esquema parecido, mas sua música e aparência vêm de um lugar muito mais obscuro, representando um mundo mais perigoso. Com máscaras grotescas e trajes, os nove membros do Slipknot parecem personagens de filmes de terror. Suas letras prevêem o fim do mundo.
E a Austrália não se cansa disso: a banda vendeu meio milhão de álbuns aqui e o último álbum, All Hope Is Gone, ficou em primeiro lugar, fazendo deles a segunda banda de metal mais popular no país, atrás apenas do Metallica.
Numa entrevista com a The Age antes do show, o vocalista Corey Taylor, que está com a mão enfaixada e rompeu um tímpano num salto de pára-quedas na Nova Zelândia, descreve os shows como "uma absoluta guerra":
"Isso consome o corpo e o espírito por um tempo. Não são apenas 4 caras zoando com suas roupas casuais. Isso é uma produção, uma batalha e uma celebração. Existem tantos sentimentos envolvidos nisso, às vezes você pode se perder entre tantas coisas. Nós realmente confiamos uns nos outros. Se um de nós está num dia ruim, nós sabemos. Dizemos: 'Caras, eu preciso de vocês hoje a noite'. E eles nos têm."
Os shows da banda se assemelham à uma reunião pagã tradicional. Mas Corey insiste que a mensagem é muito positiva: "Eu sempre tentei eliminar as tristezas com uma grande dose de positividade. Com nossa imagem obscura, logicamente nos perdemos um pouco. Mas pra mim isso sempre significou mais mostrar às pessoas uma razão pra viver do que uma razão pra desistir."
Diferente da última vez que vieram em 2005, no Big Day Out, dessa vez eles trouxeram tudo para a Austrália: 11 toneladas de equipamentos, incluindo fogos e controladores hidráulicos. "Eu cresci ouvindo grandes produções de bandas, então pra nós era importante levar um grande show pelo mundo." diz ele.
O palco é estendido feito um terreno de entulho, e os percussionistas Clown e Chris espancam os tambores e latões fixados em plataformas hidráulicas que se erguem e giram. No clímax do show, o extraordinário baterista Joey Jordison, que começa o show com galhos nas mãos, fica com a vida em risco quando sua bateria é içada a 5 metros de altura e começa a girar antes de retornar ao solo.
Corey Taylor agita o público e berra pra que "vão à loucura" enquantos chamas explodem ao fundo. A entrevista se encerra com o seguinte depoimento de Taylor:
"Logicamente existe um gênero de rock teatral, mas pra nós isso é apenas um pedaço do enigma. O que sempre esteve em questão foi o conteúdo e o motivo de vestirmos o que fazemos. Tem muito mais arte do que impacto. Kiss e Alice Cooper realmente quebraram muitas barreiras, mas nós somos diferentes deles. Eu sempre senti como se fossemos tipo se o Pink Floyd tivesse começado uma banda de metal. Duvido que tão cedo você vai ver o Slipknot jogando confetes pelo palco - O Kiss se tornou a Disney do rock."
Postado por
:~~~~ ® G¡®L σf вℓσg © :~~~~~~™©
às
06:02
0
comentários
Show em Israel cancelado
De acordo com a revista Metalist, o Slipknot anunciou que o show que fariam dia 2 de novembro no Hangar No. 1 em Tel-Aviv (Israel) teve que ser cancelado "por conflitos pessoais e familiares", segundo a banda.
Ainda não foram divulgados mais detalhes sobre o cancelamento.
Fonte: Blabbermouth
Postado por
:~~~~ ® G¡®L σf вℓσg © :~~~~~~™©
às
06:01
0
comentários
Entrevista com Corey na Nova Zelândia
David Farrier da 3news entrevistou Corey Taylor algumas horas antes do show na Nova Zelândia, dia 22 de Outubro. Em mais uma descontraída entrevista, Corey fala sobre o passado do Slipknot, sobre o show e também sobre a situação econômica mundial em função da política americana, acompanhe o vídeo legendado no link abaixo:(copie e cole no seu navegador)
http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/246034
Postado por
:~~~~ ® G¡®L σf вℓσg © :~~~~~~™©
às
05:38
0
comentários
Ao vivo em Melbourne: cobertura
O Slipknot se apresentou mais uma vez na Austrália, agora em Melbourne, no Rod Laver. Segue abaixo as informações que já obtivemos até o momento:
Setlist
01. Intro
02. Surfacing
03. The Blister Exists
04. Get This
05. Before I Forget
06. Liberate
07. Disasterpiece
08. Dead Memories
09. Psychosocial
10. The Heretic Anthem
11. Prosthetics
12. Spit It Out
13. Duality
14. Only One
15. (515)
16. People=Shit
17. (sic)
Fotos (copie e cole o link no navegador)
Primeira: http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/246014
última: http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/246033
Postado por
:~~~~ ® G¡®L σf вℓσg © :~~~~~~™©
às
05:37
0
comentários
27 de out. de 2008
Ao vivo em Sydney:cobertura

A banda tocou em Sidney, Austrália na noite do último dia 26 de Outubro. Seguem abaixo as informações:
Setlist/Vídeos
01. Intro
02. Surfacing
03. The Blister Exists
04. Get This
05. Before I Forget
06. Liberate
07. Disasterpiece
08. Dead Memories
09. Psychosocial
10. The Heretic Anthem
11. Prosthetics
12. Spit It Out
13. Duality
14. Only One
15. (515)
16. People=Shit
17. (sic)
Fotos (copie e cole o link no navegador)
Primeira: http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/245939
Ultima: http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/245957
Postado por
:~~~~ ® G¡®L σf вℓσg © :~~~~~~™©
às
14:54
0
comentários
Ao vivo em Brisbane: cobertura

Os nove homens mascarados estavam atrás de uma cortina escura até a bateria de Joey Jordison começar a soar. Slipknot aparece no palco em meio a uma fumaça densa e roxa, Joey exibe suas luvas bizarras com forma de galho pra platéia. Eles tomam as posições e permanecem imóveis por um tempo. Corey Taylor ruge e Jim Root introduz o riff de Surfacing, uma faixa do álbum de 1999.
Uma explosão enorme pega todo mundo de surpresa e a fumaça serve apenas pra adicionar mais insanidade às primeiras músicas. Os jatos de fogo são frequentemente acionados ao ar atrás de Joey, perto da lona. A massacrante percussão de The Blister Exists toma lugar acompanhada do ritmo marchante da bateria. As primeiras de muitas baquetas são arremessadas ao moshpit; entra Get This. Mesmo que esteja longe de ser a música mais séria da banda, é levada com a mesma intensidade e convicção que todas as outras do set.
E tá aí um ponto que vale a pena lembrar: Os membros da banda estão seguindo a idéia de vestirem-se de acordo com suas habilidades. O guitarrista Mick Thomson e o baixista Paul Gray podem ser um pouco mais do que arbustos dançantes que têm sólidas contribuições musicais que alimentam a banda, suas presenças dão contraste à energia exibita por Corey, Clown e Chris. O mesmo pode ser dito ao sampler cabeça-de-espetos Craig Jones - que sempre foi um mistério - e ao DJ Sid Wilson, que revesa sua performance entre andar pelo palco com uma bengala e se agarrar à percussão de Clown. O show de Corey Taylor é admirável: sua forma física, roupa apertada e enorme potencial de voz, conduzem a banda por Disasterpiece e Before I Forget.
Mas a banda não ignora o material antigo, que os colocou nos olhos e nos ouvidos dos jovens rebeldes do mundo: na verdade, a maior parte do setlist é pro lado dos dois primeiros albums. Iowa de 2001 é representado por The Heretic Anthem e a abertura adicional da música People=Shit, enquanto as faixas do primeiro álbum dominam a set. A inclusão surpreendente de Prosthetics e Only One apenas provam um setlist realmente desejado pelos fãs, que se empolgam a cada palavra, riff ou batida da bateria. A performance de Joey é excepcional, principalmente considerando sua recente fratura no tornozelo que forçou a banda a cancelar as apresentações no Reading e Leeds Festival. Equanto Taylor é a voz e o ator principal, Jordison continua sendo o cérebro por trás de tudo: a maioria da produção de palco é feita pelo cara atrás da bateria.
Ironicamente para uma turnê que seria para divulgar o quarto álbum, "All Hope is Gone", o Slipknot inclui apenas duas músicas novas dentro de um set devastador de oitenta minutos: o segundo single Dead Memories e o riff de serra-elétrica do single anterior, Psychosocial. Taylor agradece a platéia por garantir o primeiro lugar no Aria Charts, um fato que marcou a popularidade da banda na Austrália além das turnês esgotadas. O rap rápido durante Spit it Out prepara o palco para a música principal do Subliminal Verses, Duality, cuja a letra é cantada e acompanhada por milhares de fãs.
As batidas de Crahan nos latões são divertidas, mas as hidráulicas de 360 graus presas na bateria do Jordison durante a última música (SIC) garantem que a apresentação de hoje automaticamente assume o status de lendária entre os fãs de rock de Brisbane. Enquanto Shawn Crahan fica balançando uma bandeira da Austrália dada por um fã, e depois de conquistarem o Riverstage e satisfazerem os fãs de Brisbane sem nenhuma sombra dúvida, a expectativa é que o Slipknot repita a super bem produzida produção de palco pelo resto do mundo.
Fonte: FasterLouder.com.au
Postado por
:~~~~ ® G¡®L σf вℓσg © :~~~~~~™©
às
14:51
0
comentários
Vídeo completo do Slipknot na Music Choice
A Music Choice está apresentando o Slipknot no quadro 'BIG!' do programa Rocktober, que está dedicando o mês de Outubro à grandes bandas da atualidade. Relembre a notícia postada aqui. O site da Music Choice disponibilizou o vídeo do programa, e não perdemos tempo na tradução, veja no vídeo abaixo tudo o que acontece com a banda no camarim antes das enérgicas apresentações.
http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/245837 (copie e cole o link no navegador)
Postado por
:~~~~ ® G¡®L σf вℓσg © :~~~~~~™©
às
14:36
0
comentários
26 de out. de 2008
Clipe de Dead Memories estréia mundialmente
http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/245934(copie e cole o link no navegador)
O clipe de Dead Memories no Headbangers Blog está disponível apenas para residentes dos Estados Unidos, mas o usuário thenight do fórum oficial postou um link onde podemos ver o vídeo na íntegra após uma pequena propaganda.
O vídeo também pode ser visto pelo YouTube, pelo player abaixo:
Conseguimos o clipe em alta resolução, pra fazer o download acesse este tópico no fórum.
Shawn falou ao "Headbangers Blog" sobre o processo de criação do clipe de "Dead Memories":
"Eu venho fazendo os tratamentos de direção, roteiro e trabalhando na maioria dos nossos vídeos desde o começo. Eu sempre fui o cara. Não que eu queira ser um diretor ou escrever roteiros e editar. Eu só não me interesso nas idéias das outras pessoas. Eu não estou num ponto da minha carreira em que eu me preocupo em trazer artistas malucos pra nos moldar como uma escultura para expressarem a arte deles. Eu sempre fui o cara que precisou forçar sua opinião e falar "Você vai ser o co-diretor do vídeo. Você vai filmar porque é bom nisso".
E a edição é minha idéia. E foi um momento bem sério pra mim porque eu senti que o Slipknot precisava ir numa direção diferente das coisas que nós estávamos fazendo. Eu olhei bem a "Dead Memories", e é uma música muito pessoal para o Corey, então eu sentei com ele e apresentei minha idéia de ter todas aquelas salas no vídeo. Eu o fiz escolher o que seria cada sala, e basicamente, o Paul Brown me guiou e me forçou pra fazer isso.
Pra mim, fazer isso é importante. Eu quase posso sentir o cheiro e o gosto do que eu vejo e das pequenas coisas, pequenas edições me fazem ficar com lágrimas nos olhos. Então é uma honra poder trabalhar dirigindo um vídeo, e acho que as pessoas nunca viram algo desse tipo vindo da gente. Está lá cara. Está lá porque está na hora. Eu não quero mais perder tempo nas idéias fundamentalistas das pessoas sobre o que eles pensam que o Slipknot é. Nós já demos o suficiente. Nós demos pra todo mundo um pouco do que eles precisavam pra nos promover, nos vender, nos apresentar. Nós fizemos isso porque queremos causar um impacto no mundo inteiro.
E esse é um vídeo muito caro. Na verdade é um curta metragem, e a maioria das pessoas acharam que nós íamos copiar demais, e nós copiamos, mas é assim que a gente gosta. E todo o propósito desse curta metragem era ser uma experiência pra ajudar o Corey acabar a "Dead Memories". Eu levei isso muito a sério. Ele achava que tinha terminado quando colocou letras em uma melodia, mas adivinha? Eu vou fundo e forçá-lo em oito categorias dessa insanidade na sua cabeça. E é arte, então quem entende o que significa? Quem se importa com o que significa? Apenas entenda o que significa pra você.”
Fonte: Headbangers Blog
Postado por
:~~~~ ® G¡®L σf вℓσg © :~~~~~~™©
às
16:38
0
comentários
Dead Memories: Single

Foi confirmado o tracklist oficial do single de Dead Memories. O disco contará com as três faixas a seguir:
01. Dead Memories (Edit) 03:42
02. Dead Memories (Alternate Edit) 04:00
03. Dead Memories (Album Version) 04:28
As duas primeiras faixas são versões alternativas da música, encurtadas, possívelmente versões para rádios.
Postado por
:~~~~ ® G¡®L σf вℓσg © :~~~~~~™©
às
16:30
0
comentários
Entrevista de Corey Taylor na Triple-J

Corey Taylor foi entrevistado recentemente por Andrew Haug da Triple J's "Full Metal Racket". Corey fala sobre o processo de composição do All Hope Is Gone e também informações sobre o envolvimento com o Stone Sour e Anthrax, além da turnê do final deste ano. O áudio da entrevista, com 22 minutos de duração (incluindo duas músicas que foram tocadas) você pode ouvir no seguinte link http://www.zshare.net/audio/50365085bc8b8124/
Trouxemos pra vocês a tradução completa da entrevista.
Andrew: Estamos aqui com o vocalista do Slipknot, Corey Taylor como você está?
Corey: E aí, cara? Como é que tá?
Andrew: Nada mal. Estou sabendo que alguns membros do Slipknot estiveram com os ossos quebrados, como estão as coisas na banda nesse aspecto?
Corey: Ahm, acho que capengando, é a melhor forma de se dizer. Sid já está andando, isso é bom. E Joey está caminhando, então... devemos já estar prontos pra mandar ver.
Andrew: Eu já sei o que houve com o Sid, mas o que aconteceu com Joey?
Corey: ...cara, eu não sei, falando sério. Tudo que eu ouvi foi que ele estava no backstage e pisou de mal jeito. E o fizemos tocar pelos 5 shows seguintes e então descobrimos que ele tinha quebrado algo por dentro, dizemos "aiiii, isso não é bom." Sorte que descobrimos bem no último show da turnê Mayhem. Infelizmente tivemos que cancelar grandes shows pela Europa, mas nós sabíamos que se forçássemos isso, e não o deixássemos descansar e se recuperar, estaríamos correndo o risco de perder os shows agendados para Outubro e Novembro. Então ficamos em estado de alerta e, fizemos o possível.
Andrew: Será que não agravou depois dos 5 shows, ainda mais sendo um baterista, e usando muito pedal-duplo, muito trabalho para o tornozelo, ele não reclamou da dor nesse período?
Corey: Ah, constantemente. (Risos) Depois dos shows ele estava quebrado, isso estava matando ele. E mesmo que seu pé estivesse do tamanho de uma bola de futebol... foi insano. Mas depois um especialista veio olhar e disse "Cara, isso tá quebrado. Tá bem feio." Daí todos nós nos acalmamos e decidimos tirar um tempo de descanso pra depois terminar o ano com chave de ouro.
Andrew: Vamos falar do novo álbum All Hope Is Gone, que não difere muito do álbum anterior, percebi que exploraram muito as melodias. Você acha que o seu envolvimento com o Stone Sour influenciou no novo material do Slipknot?
Corey: Não acho, sinceramente. Eu ainda acho que esse álbum é mais pesado do que o Vol.3.
Andrew: Aham
Corey: Uma coisa que tem sido dita é que o pessoal tá achando que esse álbum é mais leve do que qualquer coisa que já lançamos. Eu digo, "Você está louco? Você já ouviu o álbum?". É muito engraçado, sabe? Pra falar a verdade acho que é o álbum mais pesado que lançamos por um bom tempo. Sim, tem muita melodia nele, mas é balanceada com uma boa e pesada dose de atitude.
Andrew: Foi isso que eu quis dizer, a melodia está no vocal e musicalmente continua arrebatador.
Corey: Com certeza. A atitude continua lá. Eu sempre serei um cara que defenderá uma linha de melodia até a morte. Eu deixei bem claro que uma linha forte de melodia é muito mais pesada do que 10 mil gritos. Então acho que se você encontrar o equilibrio entre os dois, você está no ponto. Sério, cara, acho que este é o nosso álbum mais forte. Ele tem o caos, mas também tem o controle, sabe? As músicas são fortes, as performances são fortes. Já foram 4 meses e eu continuo ouvindo. Estou muito envolvido nesse álbum, vamos dizer assim.
Andrew: Como foi a volta do Slipknot para fazer o álbum, e como está a relação dos outros membros com a banda agora? Foi um processo diferente dessa vez pra fazer a montagem das músicas para o All Hope Is Gone?
Corey: Foi bom, foi muito bom, cara. Nós nos juntamos e percebemos muita coisa. Descobrimos muitas das razões pelas quais não nos uníamos antes, sabe? E isso foi porque nós tratávamos uns aos outros com a mesma energia que nos tratamos por anos, ao invés de olhar ao redor e perceber que todos nós havíamos mudado, todos nós tínhamos crescido de fato, e definitivamente tinhamos evoluído um pouco. Então uma vez que percebemos isso, uma vez que abraçamos isso, foi muito mais fácil se reconectar, sabe?
Pra mim esse álbum começou no meio da turnê do Stone Sour. Eu comecei a escrever letras e coisas que eu queria dizer provavelmente 8 meses ou um ano antes de qualquer tipo de música escrita. Quando estava na hora de montar as coisas, eu não tinha dúvidas sobre nada que eu queria dizer. E por sorte, pelo modo que eu escrevo, eu estava preparado pra adicionar coisas a isso e dizer "Nossa, eu estou mandando muito bem dessa vez". Então eu acho que são minhas letras mais fortes até hoje; acho que a performance é de longe a melhor. É o melhor álbum que eu já fiz na minha carreira. E eu acho que quanto mais as pessoas ouvirem mais elas entenderão, sabe?
Andrew: O que fizeram os outros membros? Algum outro membro colaborou bastante com idéias?
Corey: Todo mundo compõe. Todo mundo escreve e coloca idéias à mesa. Jim escreveu bastante. Joey e Paul se juntaram e fizeram a demo de umas 7 músicas. Jim e Joey se juntaram e compuseram algumas coisas, eu compus algumas coisas. Mick trouxe idéias, Craig também trouxe umas idéias dessa vez, então todos estavam lá pela música, sabe? E quando você tem essa quantidade de criatividade e acontece tanta coisa que você diz "Nossa! Que diabos é isso? Pra nós nunca foi um problema fazer a montagem das músicas, o problema é quando se diz "Nossa, o que vamos escolher pra colocar nesse álbum? Temos muitas boas idéias."
Andrew: Vamos falar de uma outra notícia que me deixou curioso, você foi especulado como vocalista do Anthrax. É uma coisa que tem chances de acontecer no futuro?
Corey: Eu conheço aqueles caras há muito tempo e isso é algo que viemos especulando e comentando, e quanto mais nos falávamos, mais sério ficava. E eu estava pronto, chegamos ao ponto que eles me enviavam as demos e eu começava a escrever, sabe? Tendo idéias pra arranjos e tudo mais, mas infelizmente a gravadora veio em cima e disse "Você não pode fazer isso, você já está em duas bandas, em mais quantas bandas você quer estar?" e eu dizia "Eu quero estar em todas, eu não ligo, cara. Vamos mandar ver".
A gravadora voltou atrás e disse que eu poderia fazer o álbum mas eu não poderia sair em turnê, e pra mim, se eu vou fazer alguma coisa, eu vou fazer direito, não vou fazer meia-boca. Se eu não podia me comprometer no momento, eu não queria ficar segurando esses caras por nem um segundo, sabe? Infelizmente foi algo que não foi possível, mas eu continuo amigo daqueles caras e falamos muito sobre tocar juntos mais e mais, então... não se surpreenda se acontecer algo entre eu e o Anthrax.
Andrew: Que músicas estão em jogo? Eu sou um grande fã há anos e...
Corey: Eu ainda nem tive a oportunidade de tocar com eles.
Andrew: Sério? Tudo bem, como eram as músicas que eles enviaram pra você?
Corey: Eram todas originais. Foi muito bom, Foi muito pesado. Tem um grupo muito bom e muito potencial ali. Eu estava muito empolgado. Mas agora eu estou tentando ajudá-los a bolar algumas músicas, porque eles estão com um novo vocalista, estão procurando seguir para o estúdio e eu estou os ajudando a compor algumas linhas de melodia e tal, então está muito legal.
*Butcher's Hook*
Andrew: A turnê está próxima e vocês estão tocando com o Machine Head. Estão pensando num setlist extenso?
Corey: Tem algumas coisas que provavelmente tocaremos. Vai ser muito bacana, cara. Estamos tentando nos envolver o máximo possível nisso. Na verdade é um bom problema pra se ter, temos muitas boas músicas e não sabemos se todas elas entrarão. No momento estamos tentando incluir coisas novas e montar um set totalmente novo e ver o que os fãs acharão disso.
Pra nós, nós nunca queremos fazer o mesmo set toda vez, então em cada turnê tentamos mudá-la um pouquinho. E é o que estamos fazendo agora. Trocamos algumas coisas que estavam no set do Mayhem Fest que fizemos e colocamos algumas surpresas no lugar, estamos adicionando algumas outras músicas que não tocamos por um tempo.
Andrew: Agora sobre a banda visualmente, teve uma mudança nas máscaras, você acha que isso foi uma evolução pro Slipknot também, e não permanecer no mesmo lugar?
Corey: Pra mim sempre foi. Eu sempre tentei mostrar minha evolução através não só da música, mas através da máscara, sabe? Ela muda a cada álbum. Dessa vez eu queria... foi tipo uma reação ao meu caso com o Stone Sour, digamos assim. Então eu disse "Ooi, tudo bem, vou vestir algo que te deixe completamente incomodado, e eu estarei bem com isso." E está funcionando, aparentemente. Ninguém consegue olhar para a máscara por muito tempo antes de dizer "Minha nossa, o que está acontecendo com essa porcaria?"
Andrew: E aí você tira ela e fica satisfeito...
Corey: Sim, é bem bacana.
Andrew: O que está acontecendo no Stone Sour, sei que o Slipknot está te tomando muito tempo, mas, vocês estão pensando num novo álbum pra 2009?
Corey: Atualmente estamos tentando juntar algumas coisas, vocês me conhecem, eu nunca paro de escrever músicas. Quando a hora chegar teremos um amontoado de material, ainda mais com o Roy conosco agora, estamos todos com boas idéias, é bem legal. Então... sim, quando a hora chegar, com certeza estaremos prontos.
Andrew: Maravilha. Você poderia dar uma última palavra para os fãs australianos antes de vocês mandarem ver com o Machine Head daqui a algumas semanas pela Austrália.
Corey: Claro. Queremos ir lá e destruir. Sempre foi e sempre será um dos meus lugares favoritos pra tocar, e já faz um tempo desde que tocamos lá pela última vez, então... se preparem para o inferno.
Andrew: E que música você quer ouvir do último álbum All Hope Is Gone?
Corey: Qualquer uma? Posso ouvir qualquer uma?
Andrew: Sim, a escolha é sua.
Corey: This Cold Black. Toca essa, eu amo essa música.
Andrew: Ok, vamos ouvir Slipknot na Triple-J, obrigado Corey.
Corey: Valeu, cara.
*This Cold Black*
Postado por
:~~~~ ® G¡®L σf вℓσg © :~~~~~~™©
às
16:28
0
comentários
Trecho da matéria da Revolver com o Slipknot
Acompanhe abaixo um trecho da matéria contida naquela edição da revista Revolver com 10 capas do Slipknot.
(http://slipmaggotknot.blogspot.com/2008/09/revolver-magazine-preparou-para.html)
No começo...
Clown: Meu tio foi assassinado por uma gangue. O tiro passou pelo pára-brisa do carro, e quando ele saiu do carro pra correr, foi baleado nas costas. Eu tinha muita mágoa, revolta, e lembranças disso, então decidi começar uma banda que me desse púlpito pra falar pra muitas pessoas e os fizesse encarar isso dentro de mim.
Paul: A idéia básica do Slipknot começou em 1992 com Shawn, e todos nós sabíamos desde o começo que queríamos fazer algo com percussão extra.
Clown: As composições de Paul despertaram meu cérebro. Então eu fui até a casa da mãe dele e toquei bateria. Mas mesmo eu tendo começado na bateria, sempre soube que chamaríamos Joey. Era parte do plano. Eu estava moldando a doença. Eu era tipo o sol na água, fervendo a merda.
Joey: Conheci Shawn quando ele tinha uma antiga banda chamada 'Heads on the Wall'. Minha banda 'Modifidious' (que tinha também Josh Brainard e Craig Jones, que tocavam guitarra) tocou num show com eles. Eu assisti Shawn tocar, e ele estava destruindo na bateria, e estava irritado pra caralho. Eu pensei, "quero estar numa banda com esse cara. Não sei como, mas eu quero!"
Assim que conseguirmos os scans, traremos a tradução completa.
Thanks to ootp
Postado por
:~~~~ ® G¡®L σf вℓσg © :~~~~~~™©
às
16:25
0
comentários
Show da Nova Zelândia em 22/10

"É um trabalho assustador, mas alguém tem que fazer isso. Se você gostaria que o cantor da sua banda favorita de metal fosse um pouco esquisofrênico, Corey Taylor é o cara certo pra você;
Um minuto e o vocalista da banda de mascarados está agradecendo a multidão de Auckland por ter esperado três anos pelo retorno da banda à Nova Zelândia.
Logo depois ele os critica por não terem aplaudido o bastante, pedindo pra que chupassem uma certa parte de sua anatomia e gritando como um louco.
Sua imprevisibilidade, natureza agressiva é o foco de um show do Slipknot - que parece ser baseado numa mistura bizarra de puro metal e pesadelo.
Shawn Crahan caminha pelo palco envolvido numa irritação constante, encarando o público e descontando sua raiva num kit de percussão móvel no lado direito do palco. Durante uma versão violenta de Duality, Clown aparece usando um taco de baseball para espancar com prazer um latão vazio- Esperamos que ele seja assim apenas durante as performances da banda.
Com tudo isso acontecendo, é fácil esquecer que o Slipknot faz música. Durante um percurso de 4 álbuns em 13 anos, eles provaram que existe substância por trás das amáveis máscaras.
Explodiram na abertura com empolgantes versões de Surfacing e The Blister Exists, Slipknot continuou a todo vapor com a famosa Before I Forget, favorita no jogo Guitar Hero.
Continuaram com clássicos como People=Shit e The Heretic Anthem, músicas que ficam muito melhores ao vivo quando o refrão é acompanhado e cantado por uma multidão envolvida numa roda de moshpit e suor. Prosseguiram com a raramente-tocada Prosthetics, música do primeiro álbum da banda, lançado em 1999.
Como o All Hope Is Gone foi lançado a pouco mais de um mês atrás, o set trouxe a maioria das músicas de álbuns mais antigos. Uma das duas músicas novas que tocaram, se chama Psychosocial, o vocalista pediu pra galera ir à loucura com ela, dava pra saber que Corey se juntaria a eles."
Fonte: stuff.co.nz
Destaque Corey Taylor foi entrevistado recentemente por Andrew Haug da Triple J's "Full Metal Racket". Corey fala sobre o processo de composição do All Hope Is Gone e também informações sobre o envolvimento com o Stone Sour e Anthrax, além da turnê do final deste ano.
Fotos:
Primeira foto: http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/245838
última:http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/245938
Postado por
:~~~~ ® G¡®L σf вℓσg © :~~~~~~™©
às
15:37
0
comentários
O olho de um Palhaço: Clown na arte da fotografia


O olho de um Palhaço: A visão surreal, bonita e horrorizante do percussionista Shawn Crahan.
Como vocês devem saber, além de tocar percussão no Slipknot e bateria no Dirty Little Rabbits, Clown também é um fotógrafo sério.
Quando ele não está compondo ou criando música, geralmente está manipulando câmeras modernas, filmes Polaroid, scanners ou Photoshop pra criar imagens que são tanto bonitas quanto perturbadoras. Quando ele está criando porta-retratos, Shawn inspira seus cliques em seus próprios medos, frustrações e fascinações com sexo, morte e sonhos. O Headbanger's Blog está fazendo com Shawn Crahan uma série semanal de imagens, veja a primeira foto de Clown da série e leia seu fascinante e bizarro comentário.
"É basicamente um auto-retrato de uma máscara do Iowa que eu vesti. Auto-retratos, pra mim, são um dos mais fundamentais e importantes aspectos de experimento com minha própria arte. Eu nunca gostei muito de como eu sou fisicamente, então estou sempre explorando a mim mesmo. Analiso meu corpo inteiro através da fotografia como uma forma de me abrir e deixar muitos medos meus irem embora. É um experimento que estou fazendo pra me curar um pouco em relação à forma que eu me sinto comigo mesmo.
Este é um dos meus auto-retratos favoritos, porque foi num momento muito difícil da minha vida. Eu tinha essa máscara escura feita e eu literalmente a vesti no palco por duas vezes por mais ou menos 30 segundos. Simplesmente não funcionou. Não sei se era o látex ou os outros materiais que a compõem ou simplesmente o que senti, mas não encaixou. Me explorei muito sozinho com essa máscara em particular durante o ciclo do Iowa.
Pra mim, isso é um bom exemplo de um auto-experimento por intermédio de uma escolha - essa escolha foi a fotografia. Então, isso sou eu confrontando meus medos e é muito pesado pra mim, porque está sempre na máscara, ou poderia estar fora da máscara. Na verdade elas são a mesma coisa.
Em relação a imagem, é uma foto digital. Eu manipulo câmeras. Digamos que as desmonto. Por exemplo, tem um porta-filme atrás das câmeras de filme, e tem todo aquele mecanismo que mantém o filme fixo. Bem, eu vou tirar isso, então o filme estará flutuando e nada encaixará. Essa foto em particular foi feita com muitos vidros e camadas de coisas na frente. Mas é tudo líquido e cores. O que eu faço basicamente na minha arte é montar tudo depois que a foto está feita.
Sempre houve um problema com a profundidade da realidade na fotografia, principalmente se você vai trazer isso para uma realidade tocável, porque quando você quer usar tinta e papel, fica bem diferente de olhar isso numa tela. Então eu coloco estas imagens em algo como o Photoshop e deixo preto o que é preto e branco o que é branco. É assim que você destaca o vermelho um pouco mais. Depois de tirar as fotos, você as retoca. É a revisão. E revisão é uma coisa muito necessária.
Tenho essa foto desde 2001 e a revizei uma dúzia de vezes. Até me embaralhei um pouco com o brilho e contraste ontem antes de enviá-la, pois estou num novo laptop e a foto esteve parada num disco rígido por muito tempo, ela criou independência. Quando foi exibida ontem, ela tinha algumas coisas a dizer."
Postado por
:~~~~ ® G¡®L σf вℓσg © :~~~~~~™©
às
15:33
1 comentários