7 de fev. de 2010

Slipknot's Masked Ball: entrevista com Chris Fehn





O State Journal Register fez uma entrevista com o percussionista Chris Fehn #3 sobre as turnês, os shows e um possível álbum novo do Slipknot.

Veja, abaixo, na íntegra:

O Slipknot não foi a primeira banda de metal a usar um disfarce, mas é difícil pensar em outros artistas que foram tão definidos pela aparência. Mas isso não se aplica aos integrantes do Slipknot, que adotaram números de zero à oito pra usar no lugar dos nomes no palco.

Eles não são obrigados a usar as máscaras assustadoras para vender ingressos e álbuns, muito pelo contrário: a música deles é tão intensa que pode levar a pessoa mais alegre a loucura. No grande público, o Slipknot é conhecido como aqueles malucos que usam máscaras medonhas, e são eles que fazem o show principal na terça feira no Praire Capital Convention Center.

O percussionista Chris Fehn, também conhecido como #3 no grupo de Des Moines, disse que foi a atração pelo “lado obscuro da vida” que o levou a ouvir metal.

Chris: Quando eu era criança, obviamente eu não nasci em uma família que ouvia metal, era desconhecido. Era aquela sensação de algo que eu não deveria fazer.

Fehn, 37, cresceu ouvindo bandas como Exodus e Metallica, que não eram exatamente comuns no subúrbio de Ankeny, Iowa.

Chris: Iowa é um lugar muito religioso, a música me deu um lugar com os meus amigos e tudo isso. Usar uma camiseta do Slayer na escola não era qualquer coisa, você tinha que ter orgulho de usar.

Chris entrou para o Slipknot em 1998, um pouco antes do lançamento do álbum “Slipknot” em 1999. Com a oportunidade de tocar no Ozzfest daquele ano, o Slipknot ficou conhecido muito rápido, e o primeiro cd deles virou cd duplo de platina.

O último álbum, “All Hope is Gone” alcançou o primeiro lugar ano passando na lista da Billboard Top 200 e a European Top 100. Chris atribui esse sucesso as turnês incansáveis da banda.

Chris: Nós trabalhamos muito no começo, fizemos turnê na Europa em todos os lugares que pudemos e depois fomos de novo. Foi graças a isso: continuar trabalhando e tocando pra aumentar a base de fãs;

Como era de se esperar, o Slipknot só é bem apreciado ao vivo (máscaras e macacões não saem nos cd’s ou MP3) e Chris diz que nada poderia combinar mais com a adrenalina que passa nas veias dele enquanto ele espera pra tocar na frente de 20.000 fãs.

Chris: É a melhor droga do mundo. É maravilhoso, é como pular de um avião. É a melhor sensação que você pode ter como um ser humano, principalmente quando você sabe que os ingressos se esgotaram. Isso é sempre um lembrete do motivo da gente fazer isso.

Graças ao trabalho e a ética, os integrantes do Slipknot já estão na estrada faz quase 1 ano antes que a turnê de “All Hope is Gone” pise em Springfield, seguida por outra turnê Européia. O novo álbum foi divulgado como o mais agressivo da banda, e dá pra notar. Mas também tem algumas faixas mais calmas, como Dead Memories por exemplo que de acordo com o Corey, tem a letra mais emocionante que ele já fez.

As máscaras do Slipknot mudaram para refletir no novo álbum, e mesmo sendo novas, não fogem muito das originais. Chris fiz que fez pequenas alterações na máscara dele, aquela com o nariz de 17cm que parece ter saído do filme “A Clockwork Orange”.

Chris: Nós sempre gostamos de trazer coisas novas pros fãs e pra gente. É como estamos nos sentindo no momento, e isso mantém interessante, não deixa estagnar em um ponto só e ficar chato.

Fehn disse que o Slipknot não tem planos de voltar ao estúdio tão cedo. Com os projetos paralelos do Corey e Jim, e Joey assumindo responsabilidade com outras bandas, Chris disse que o quinto álbum do Slipknot vai ser trabalhando quando esses outros projetos tiverem suas férias. Deixando a hostlidade de lado, Chris diz que o Slipknot está ótimo e todo mundo está se dando muito bem.

Os ingressos para o show de terça feira custam US$37,50, Fehn disse que a banda tenta manter um preço relativamente baixo, pelo menos para uma banda como o Slipknot.

Chris: Economicamente é muito ruim agora, mas o show é tão bom, são ótimos $30 dólares gastos. Você pode escapar de tudo por quatro horas, se divertir e ver um show maravilhoso.

A banda faz o show junto com os canadenses do 3 Inches of Blood.

The Eye of a Clown: After Show





Seguido de uma longa pausa de uma semana, Clown está de volta. Ele tirou a poeira de suas caixas de fotografias e refrescou sua memória para nos trazer uma de suas fotos mais notáveis. “After the Show” (Depois do Show), uma foto de uma garota de cabelos azuis, simples, as mãos danificadas e com o esmalte das unhas descascando – que nos faz nos perguntar se ela trabalha com algum tipo de máquina, ou pior.


“Esse é um mundo em que normalmente eu não faço parte. Eu procuro me divertir o máximo que puder antes do show e durante o show, e depois do show eu quase sempre fico hibernando ou escondido em algum canto e desapareço. Fico indisponível para qualquer coisa. Mas ás vezes eu sinto aquela energia que está por lá quanto saímos do palco e eu posso dizer que é aí que o circo pega fogo – o show da hora pós-show. Essas são duas moças adoráveis que estavam no meio da festinha, ou sei lá onde. Eu senti a energia e decidi que precisava mover minha bunda, sair do canto escondido e entrar lá pra ver se tinha algo que valesse a pena para tirar uma foto.

Eu observei e estudei, depois tirei, e senti que essa é uma das boas, pois há muita textura e saturação indo da cor do cabelo azul dela, para o rosa de seus dedos, para as unhas descascadas, e para a chama na ponta do cigarro. Depois você presta atenção na outra garota, que tem ar atiçador com um copo de cerveja ao seu lado no chão. Então, eu só estou vagando pelos cantos da minha mente depois de um ótimo show e tentando encontrar algum outro potencial que normalmente eu não encontraria.

Eu estou perseguindo minha própria arte, meu conhecimento em base de experiências, e os tomando como vida. Para mim, essa fotografia é toda sobre a banda. Todo mundo ficou tipo, “Nossa, o cabelo dela é tão azul,” e eu fiquei, “Cara, olha só pra mão dela. É tudo que você precisa perceber.”

- Shawn "Clown" Crahan

* Fonte: Headbanger's Blog

Corey: "Fred Durst é a última pessoa com quem quero ficar preso em um elevador"

Na Kerrang Magazine de amanhã, o vocalista do Slipknot, Corey Taylor, revela que a ultima pessoa com quem ele iria querer ficar preso num elevador seria com ninguém menos que o vocalista do Limp Bizkit, Fred Durst.

“Eu já o elogiei no passado – ele é um bom homem de negócios, ERA um bom homem de negócios – que seja!” Taylor disse a Kerrang! “Ele sempre quer falar comigo e eu realmente nunca tenho nada pra dizer a ele. Se eu ficasse preso com ele num elevador, não teria escolha a não ser conversar”.

Felizmente não há elevadores no Download Festival desse verão, onde as duas bandas estarão tocando, então acreditamos que você está a salvo, Corey. Agora os hotéis próximos, entretanto, são outra história...

* Fonte: Kerrang.com

Paul Gray: "Voltaremos a América do Sul depois da Europa"

O site PureGrainAudio realizou uma entrevista com o baixista do Slipknot Paul Gray, aonde ele fala sobre o futuro da banda, os planos para a turnê e muito mais:


Qual a maior banda de metal no mundo agora? Se você disse 'Metallica' é melhor voltar para os anos 80. Nos útlimos cinco anos, o Slipknot tornou-se uma das maiores e mais populares bandas de rock no mundo inteiro. Os rapazes chegaram a notoriedade internacional a partir do lançamento do álbum 'Vol.3 (The Subliminal Verses)', em 2004, e têm conseguido manter-se no topo com o seu quarto álbum de estúdio, 'All Hope Is Gone', lançado no verão passado. Atualmente, a banda está se preparando para alguns shows no Canadá antes de outras apresentações nos Estados Unidos para, então, rodar pela Europa. Recentemente nós tivemos a sorte de conversar com Paul Gray, baixista do Slipknot, também conhecido como #2, para falar sobre a banda e seu mais recente trabalho. Paul é, sem dúvidas, um dos mais legais e agradáveis músicos que eu já tive o prazer de entrevistar; aqui vai a entevista.

Quais são as suas conclusões sobre a extensa turnê do 'All Hope is Gone'?

Paul: Tem sido uma turnê realmente incrível, cara. Olhando pra trás é incrível pensar que fomos tão bem, digo, temos os melhores fãs no mundo. Do jeito que as coisas estão indo com a economia e tudo mais, sair e gastar dinheiro para ver uma banda é tipo que difícil, entende? Nós fomos bem recebidos em todos os lugares que tocamos, então é realmente incrível. Nós estamos tipo admirados, entende? Nós somos totalmente, qual a palavra que eu posso usar... agradecidos pelo fato de nossos fãs ficarem lá por nós. E, você sabe, só por estarem lá já somos agradecidos.

Qual a lembrança mais engraçada dessa turnê, no último ano? Alguma experiência se destaca?

Paul: (Risos) A lembrança mais engraçada da turnê? Hmm, vejamos... eu tenho várias lembranças estranhas dessa turnê, acho que algumas memórias bêbadas e outras coisas ridículas. A mais engraçada eu não sei. Nós levamos essa turnê bem a sério. Tivemos bons momentos, mas acho que algumas das festas alcoólicas após shows foram muito hilária. Pessoas cambaleando e desmaiando... Você sabe, se alguém desmaia, nós colocamos fogo (risos). Nós fazemos muita merda, cara, você não iria querer desmaiar. Se você está bebendo com a banda então é melhor ficar acordado!


Eu li que você queria fazer do 'All Hope is Gone' o álbum mais pesado do Slipknot. Você acha que conseguiu cumprir esse objetivo?

Paul: Eu realmente acho que é o nosso álbum mais pesado, definitivamente tem colhões. Não acho que nós tenhamos necessariamente decidido tentar fazê-lo o nosso álbum mais pesado ou qualquer coisa assim, digo, ele meio que saiu assim. No álbum anterior, 'The Subliminal Verses', nós estávamos experimentando muitas coisas. Nós também fizemos isso dessa vez. Fomos pra lá com um grupo de músicas em que já tínhamos trabalhado e usamos uns três estúdios diferentes. Tivemos o estúdio de gravação principal, mas usamos outros lugares, para o caso de alguém ter um riff de guitarra ou levadas na bateria e quisesse gravá-los, por exemplo. Acabamos com todo esse material, então tentamos pegar as melhores músicas que tínhamos feito. E ainda temos mais ou menos umas dez músicas boas que nem sequer tocamos e que ninguém ouviu. Definitivamente acho que é o nosso álbum mais pesado até agora. Acho que soa melhor do que todos os outros álbuns e foi muito divertido fazê-lo, cara. Sabe, é estranho também, mas alguns dos riffs são riffs muito, muito antigos. Coisas que nós fizemos há quinze anos atrás, que renovamos e que acabaram ficando pesadas. Definitivamente eu não penso que nós tenhamos tentando fazê-lo um disco pesado, mas ele acabou sendo pesado.


Após o imenso sucesso do 'Vol.3', vocês entraram em um grande hiato antes de começarem a fazer o 'All Hope is Gone'. O que você pessoalmente faz durante essas férias entre álbuns e turnês?

Paul: Eu fiz duas coisas: Saí em turnê com a banda de um amigo meu, 'Reggie and the Full Effects', que não tem nada a ver com o Slipknot. Eles lançaram um novo álbum, então perguntaram se eu tocaria baixo na turnê e foi muito legal, como uma turnê meio underground, algo que eu não fazia desde, sei lá, o começo do Slipknot. Foi bem incrível na verdade, me diverti muito, tocamos em lugares pequenos e tal... Também escrevi algumas coisas pra TV e para filmes com outras pessoas. Não faço idéia se elas um dia serão aproveitadas. Acho que você as faz e então senta e espera, torcendo para que alguma delas seja de fato lançada. E é isso, saí muito com a minha esposa, pois me casei recentemente, então passei muito tempo com ela. E descansei, cara. Me mantive ocupado em casa e escrevi algumas coisas, só isso.

Eu sempre fui curioso sobre os processos de composição e gravação com o Slipknot, já que são muitos membros na banda. Vocês escrevem individualmente ou se encontram e de alguma forma entrosam as idéias?

Paul: Um pouco dos dois, entende? Nos últimos álbuns eu e o Joey nos encontramos um pouco antes do resto e juntamos algumas idéias. No entanto nada é fixo, as pessoas trazem as idéias e nós meio que partimos daí. E também existem vezes em que simplesmente fazemos uma jam, até que alguém apareça com uma idéia e nós comecemos a trabalhar em cima dela. Não existe um jeito previamente pensado de fazer, é realmente um pouco de tudo, não temos um caminho estruturado para escrevermos. Mas nenhuma música está pronta até que todos concordem ou coloquem um pouco do que querem, mesmo que eles não estejam lá quando a música for escrita. Até que ela seja examinada por todos, não é uma música terminada. É mais ou menos isso, não existe um jeito fixo de compor.


Você tem uma música preferida no "All Hope is Gone"?

Paul: Na verdade eu tenho alguns que eu amo cara, amo a "All Hope is Gone", "Gematria" essas são as minhas preferidas. E "Snuff" também, que é a música mais melosa do CD, mas ela tem algo de diferente, não saiu como era de se esperar, então eu diria que essas são as favoritas, mas eu gosto de todas, acho que todas as músicas do CD são fortes, é estranho, porque normalmente quando estamos fazendo um CD, eu nunca escuto, mas esse eu deixei no meu carro pra ouvir com calma e fiquei surpreso. Então são as duas músicas que eu gosto mais, mas toda são boas.

Eu li algums comentários do James Root dizendo que ele estava um pouquinho decepcionado com a produção do All Hope is Gone e que o produtor Dave Fortman "não conseguiu colocar todo mundo no mesmo ritmo." Como você se sente sobre a produção desse álbum?

Paul: Sabe, o Jim... eu o conheço e sei como ele se sente, tiveram certas coisas no processo de gravação que ele não gostou. Algumas pessoas gostam do Dave Fortman e outras não. Eu pessoalmente achei que foi bom, nós já fazemos isso faz tempo e nem acho que precisamos de produtor mais, nós pré-produzimos nossas coisas antes então acho que por isso o Jim disse essas coisas. Estamos pagando todo esse dinheiro pra alguém quando nós mesmo podemos fazer essas coisas e ter o mesmo resultado sabe? Eu achei que o Dave foi bom, trabalhar com ele foi legal, ele teve umas idéias diferentes, mas acho que não acontecereia de novo (trabalhar com o Dave). Mas eu entendo bem o que o Jim estava falando porque a gente tinha um monte de músicas e acho que algumas dessas músicas que a gente trouxe pro álbum, umas demos, não tiveram muita atenção e acho que foi isso que o Jim quis dizer. Mas eu adoro o álbum e tenho certeza que o Jim também mas tiveram coisas que foram deixadas pra trás. Mas ainda temos material e podemos trabalhar nisso. Acho que a gente concorda que vamos olhar pra trás um pouco nas coisas que ficaram pra trás e ver como elas vão funcionar da próxima vez.

Com quatro álbuns de estúdio e quase 10 anos de banda vocês tem muita coisa pra escolher o que entra nas turnês. Vocês se focam mais nos dois últimos álbuns ou tem uma mistura entre o velho e o novo Slipknot?

Paul: Com certeza tem uma mistura entre o velho e o novo, sabe? A gente toca músicas de todos os álbuns. Tem bastante coisa pra escolher, no começo da turnê, a genet só tocava uma música desse cd novo e o resto eram músicas dos outros três cd's, mas quando o cd saiu, nós ficamos mais entusiasmados e começamos a tocar mais músicas do All Hope is Gone. Nós escolhemos aquela quantidade de músicas em cada álbum. Mas está ficando mais e mais difícil fazer um set list quando se tem tantas músicas e pouco tempo para toca-las. Então a gente tenta adivinhar as músicas que as pessoas querem ouvir mais e as músicas que queremos tocar, as que são divertidas pra gente. Tem umas músicas que os fãs podem não ligar muito de ouvir no show, mas a gente ama tocar então nós tocamos. Nós fazemos uma votação ou coisa do tipo e todo mundo fica satisfeito, então nós tentamos fazer um pouco de tudo.

Você obviamente é um dos membros fundadores do Slipknot lá do meio dos anos 90. Como você se sente ainda estando com a banda por quase quinze anos? Você vê isso continuando por mais anos ainda?

Paul: Sabe de uma coisa; eu sei que isso vai continuar por um bom tempo. Eu não nos vejo sendo uns Rolling Stones da vida ou alguma merda assim [risos], mas eu definitivamente nos vejo tocando por um
bom tempo ainda. Enquanto estivermos nos divertindo... e a coisa disso tudo é que, nós amadurecemos como uma banda, e aprendemos como dar a cada um de nós seu devido espaço e tempo. Nós daremos um tempo agora entre os álbuns, por que nos dois primeiros que gravamos, entramos em turnê, e já fomos gravar de novo; isso nos pressionou muito, nos deixou quase que de saco cheio uns dos outros, e foi daí que veio a pausa antes do Subliminal. E aí, depois do Subliminal fizemos outra pausa e provavelmente também faremos uma depois desse, deixar cada um com seus negócios e tornar a próxima volta mais divertida.

É, isso definitivamente deixa a banda renovada.

Paul: Deixa mesmo. E todos voltam cheios de novas idéias. Enquanto estivermos sempre abertos uns com os outros sobre nossos sentimentos, sobre como as coisas vão indo e todos dando a cada um seus devidos espaços, sim, nós continuaremos com isso.

Vocês têm uma grande turnê planejada para este verão. Você poderia nos dar uma prévia dos planos da banda pelo resto de 2009 e 2010?

Paul: Claro, vamos ver; nós vamos logo fazer uns shows no Canadá, voltaremos um pouco para os EUA. Depois iremos à outra turnê pela Europa – lá faremos alguns festivais e shows individuais. Também estamos tentando agendar alguns shows em lugares onde não tocamos há um tempo; voltaremos a América do Sul depois da Europa, e nós conversamos sobre a África do Sul, também estamos tentando ir até a China, e é meio difícil fazer shows por lá. Eles não deixam muitas bandas tocarem lá, mas eu acho que a Bjork ou sei lá quem insultou alguém e agora estão barrando muitas bandas de rock por lá. Mas ainda estamos tentando cara, eu sei que estamos lutando muito para fazer shows lá. E depois voltaremos para o Canadá, uma corrida pelos EUA e provavelmente para por aí. Acho que estaremos em turnê até 2010, e aí encerraremos. Não nos vejo indo além de 2010, mas não posso lhe dizer se ainda faremos mais turnês ou algo assim. Não sei o que nos resta para fazer nesse ponto, provavelmente será aí que daremos uma pausa, faremos outras coisas. Aí talvez no final de 2011 voltaremos. Não posso dizer com tanta certeza, não é nada concreto. Eu sei que faremos, como eu disse, a turnê do Canadá, EUA, Europa, partes da Ásia e depois obviamente a América do Sul. Então vai ser divertido cara, nós recebemos e-mails de fãs de todas as partes do mundo. E alguns lugares são bem difíceis de se conseguir tocar, tem muita política envolvida. Alguns dos fãs podem não entender, estão sempre tipo “nós queremos que vocês toquem no nosso país”, mas alguns países não nos querem lá, entende? Nós realmente estamos tentando ir a todos os lugares possíveis, desde o meio do leste até... acredite se quiser, temos muitos fãs no meio do leste, mas tem uns lugares que não tem como ir, você sabe, coisas políticas. Nós só estamos tentando chegar a todos os lugares e tocar para o máximo de pessoas possível; eu acho que esse é o plano até o ciclo terminar.

Slipknot na RockSound

A revista Rocksound liberou um trecho da matéria do Slipknot em comemoração aos 10 anos do lançamento do primeiro álbum:

Corey: "Teve um contrato pra gente antes da Roadrunner. Nós fizemos um show em Las Vegas de abertura para o Amen, algumas pessoas dessa outra garvadora viram o show e imediatamente fizeram um contrato. O cara responsável pelo recrutamento das bandas disse que se nós éramos o futuro da música, que ele preferia morrer."

Shawn: A época do Iowa foi brutal. Tinha muita coisa que era desnecessária quando se fazia arte. As pessoas falavam em expectativas, previsões, toda aquela porcaria de que a gravadora precisava de dinheiro.

Corey: É tudo brutal nessa banda. Ninguém esta a salvo (No one is safe) e nós sabemos que não são apenas letras de uma música, é a verdade.

3 de fev. de 2010

Vídeos do show solo de Corey Taylor

Como anunciamos aqui, na última sexta-feira 24, Corey Taylor se apresentou com a Junk Beer Kidnap Band em uma casa de shows em Des Moines, Iowa.

Foram postados no Youtube trechos de duas apresentações daquela noite. Assistam abaixo:

Clown fala sobre clipe de Sulfur na 'Kerrang!'

Na última edição da revista Kerrang!, o Slipknot os leva debaixo d’água pelo seu novo clipe de Sulfur. Você verá não apenas o comentário de Clown como também algumas fotos da gravação do vídeo.

Aqui vai um trecho do artigo:

A água estava ficando cada vez mais suja, então por respeito e amor aos meus amigos, eu entrei por último.
Quando se entra no tanque, você se sente um pouco confortável com o ambiente, mas isso certamente também lhe dá algo para pensar.
- Shawn "Clown" Crahan

Agora que a gravação terminou, Crahan está confiante de que o vídeo irá mostrar um lado da banda que nenhum fã já viu antes.

Capa do single de Sulfur divulgada




O site canadense da Roadrunner Records publicou a capa e a tracklist do novo single do Slipknot: 'Sulfur'. Veja abaixo:

Sulfur
Tracklist:
1. Sulfur (Radio Mix - Edit)
2. Sulfur (Radio Mix)

Corey e The Junk Beer Kidnap Band em show secreto

Corey Taylor e a 'The Junk Beer Kidnap Band' vão fazer um show secreto na People's Court em Des Moines, Iowa, na sexta feira, dia 24 de abril, entre as 22:00h e 01:00h. Vai ser um show de aquecimento para a apresentação deles no Rockfest em Kansas City dia 30 de maio e no Lazerfest em Des Moines no dia 31.

O show vai será no Drake Rela Festival, onde também se apresentam Lucky Boys Confusion de Chicago e o 90 Minutes de Kansas.

A 'The Junk Beer Kidnap Band' foi anunciada como uma banda de rock com disco music (imaginem uma mistura de Edgar Winter e Prince). Durante os ensaios, Corey trouxe um material novo que estava trabalhando mas não encaixava nem no Slipknot e nem no Stone Sour.

A banda vai tocar músicas próprias e alguns covers.

Guitarrista do Trivium fala sobre o Slipknot








Spiritech da Pyromusic.net entrevistou Corey Beaulieu, guitarrista do Trivium, segue abaixo um trecho em que ele cita o Slipknot:

PyroMusic.net: Como anda a turnê com o Slipknot?
Corey Beaulieu: Aquilo foi demais, foi uma das melhores turnês de todas, mas com certeza a melhor que já fizemos nos Estados Unidos, e a maior também. O público deles é ótimo e foram muito receptivos com a gente, isso fez muito bem pra gente e tivemos a chance de tocar pra muitas pessoas que não conheciam o Trivium. Foi uma turnê maravilhosa e ficamos muito felizes quando eles nos chamaram. Então vai ser legal tocar com o Slipknot em mais uns dois shows no Canadá.

PyroMusic.net: É nesse ponto que vocês queriam chegar? De tocar para bandas com muitos fãs que ainda não conheciam vocês?
Corey Beaulieu: Sim, o Slipknot é uma banda pesada e com muitos fãs, mas especialmente na América, eles são grandes e famosos, vendem muitos discos e conseguem alcançar pessoas nas rádios que nunca ouviram falar de bandas como a minha, que ainda não estão no mainstream e no rádio o tempo todo. Então eles vão nos shows, porque gostam de música pesada, eles vem pelo Slipknot, e acabam vendo nosso show e conhecendo uma banda nova que provavelmente não ouviriam em outro lugar. Então foi bom pra gente, ganhamos muitos fãs, conseguimos abranger um bom número de pessoas que são fãs em potencial mas que ainda não tinham ouvido nossa música. Foi uma ótima turnê, e não poderíamos pedir nada melhor que isso.

Shawn Crahan fala sobre clipe de Sulfur

Ontem foi a estréia mundial do novo clipe do Slipknot 'Sulfur'. O percussionista Shawn "Clown" Crahan, que dirigiu o clipe junto com o diretor de arte P.R. Brown, falou sobre a produção e sua opinião do vídeo para o Headbangers Blog.

Este é o terceiro vídeo que eu fiz com Paul Brown e com cada vídeo nós aprendemos mais sobre cada um e sobre a arte do Slipknot, e é a partir deste tal conhecimento que construímos cada projeto. É ótimo dar uma volta e conhecer pessoas novas, mas as vezes é melhor ficar com o time que tá ganhando.

Quando eu escrevo uma relação das coisas, sempre penso "O que o Slipknot não tem feito? O que podemos começar a fazer, que irá divertir e ao mesmo tempo prover conhecimento, ao invés de uma música velha e uma dança?". O nosso negócio pode ser rotineiro, então eu preciso que a banda seja capaz de fazer algo inédito, então podemos olhar pra trás mais tarde e dizer: "Deus, isso era tão diferente, divertido e tão artístico!".

E este vídeo é baseado numa arte visual denominada "Ascension" por Bill Viola, que é do Centro de Artes de Des Moines. Você vai até aquela sala e ela é totalmente escura, e este cavalheiro salta numa quantidade de água. Então ocerrem vários disparos por cerca de 30 minutos e o som diminui aos poucos, é amedrontador.

Então, neste vídeo, nós somos o tratamento. Gostamos de dar aos nossos fãs o máximo que podemos, e mesmo que estejamos cansados das nossas performaces, nós vamos estar sempre tentando levar isso até os reinos mais distantes. Então eu descobri desta vez que nós mudaríamos as performaces ao vivo, filmando grupos de três, ao invés de colocar a banda inteira em um cenário, porque a câmera não iria alcançar todos, perderia o que estou fazendo, porque estaria focando no Joey. O primeiro grupo era Corey, Mick e Craig. E aí o segundo, que era Joey, Sid e Paul. E o terceiro, que era Chris, Eu e Jim.

Quando eu penso em enxofre, me direciono cegamente ao cheiro e isso é algo que as pessoas ou amam ou odeiam, e se você odeia, pode ser sufocante. Então eu fui em um universo paralelo e incoporei a água como algo que sufoca você, ao invés de derivar e contrariar, e apenas mostrar a fumaça amarela do enxofre ou algo assim. Fizemos 11 cenas em um tanque de água e todos nós ficamos dentro dele, e todos tivemos nossos problemas. Essa foi a primeira vez que eu vi todo mundo preocupado com algo que tinhamos que fazer pela nossa arte. Era realmente estranho mergulhar naquela água suja, e era um tanque de 5 metros quadrados e parecia que você ia ser escaldado ali dentro, que ia bater com a cabeça na estrutura que segura o vidro e arrancaria seu nariz fora.

E então estavamos mais assustados ainda, porque eles tinham que ter uma equipe de paramédicos ali, que pudessem nadar e te salvar se você tivesse se afogando. Eu olho para o vídeo para ser capaz de acreditar no que tivemos que fazer. Aquilo era perigoso. Qualquer coisinha que fizéssemos de errado ali, sairíamos machucados. Já é o meu vídeo favorito, porque teve todo aquele pavor. Usamos uma lente 45, a mesma que usaram no filme "Gladiador", que torna tudo bem nítido, então o movimento está realmente na sua cara e você realmente sente o que cada membro está fazendo e nós curtimos demais. Este clipe provavelmente será o melhor que já vimos e acho que ele revela mais do que vimos em nós mesmos.

- Shawn Crahan

22 de nov. de 2009

The Eye of a Clown :Cris




Para a maioria de seus posts semanais no HeadbangersBlog.com, o percussionista Shawn “Clown” Crahan nos envia imagens que foram manipuladas tanto no estágio de desenvolvimento quanto na pós-produção. Essa semana, entretanto, ele nos mandou uma composição de imagens de seu companheiro percussionista Chris Fehn, que foi criada usando o modo pré-definido de uma câmera digital. Ao sobrepor onde cada uma das 16 fotos de mesmo tamanho, Crahan empregou matemática, criatividade e sorte para criar a impressionante imagem desta semana.


Eu tenho uma câmera Nikon Cool Pix 950 e, como muitas outras câmeras digitais, você pode configurá-la para tirar uma única foto ou uma a cada segundo. Essa câmera, em particular, tem uma pré-definição para tirar 16 fotos, iniciando no canto esquerdo. Então se você olha para essa imagem, a primeira foto está no canto esquerdo, depois segue para a direita, então desce a fileira, recomeça no primeiro quadro na esquerda e segue em zigue-zague até a última imagem. Eu realmente estava tentando imaginar como poderia usar todas as imagens pra colocar o rosto dele em seu próprio rosto e decidi que era tudo uma questão de fazer no tempo certo.

Então eu tirei várias fotos individuais, então eu cheguei perto dele, tirei essas fotos do seu cabelo e fui aumentando e diminuindo o zoom, chegando perto, me afastando, tudo para tentar fazer essa coisa e criar algo do nada. O assunto é Chris Fehn usando uma das máscaras que fizemos de nossos rostos, e elas são muito perturbadoras por que não tem movimento. Não há respiração ou movimento. Elas são máscaras de morte.

Eu fiz essa foto como um experimento em pegar algo pré-definido e tentar desenvolver algo a mais a partir disso. A máquina é matemática real. Ela vai tirar 16 fotos e fazer uma só. Eu sou a favor de ir contra a programação por que quando você adiciona o orgânico à máquina você gera acidentes positivos. Este sou eu procurando pelo bom acidente, colocando o humano junto ao programado e tentando refazer a fórmula.

E isso é uma coisa que todos nós deveriamos estar fazendo nesse mundo, pois se nós revermos continuamente algo que não tem funcionado e tentarmos fazer melhorar, pode não ser tão benéfico como destruir completamente o que foi feito. Alguma vezes, destruir completamente o que é pode te levar próximo do que precisa ser. E esse é um grande problema que o mundo enfrenta agora.

Nós pensamos que somos tão espertos. Nós já entendemos tudo, temos todas essas leis, todas essas regras e todas essas metas que queremos atingir. Mas se algúem ainda não entendeu, nós não estamos atingindo nenhuma das nossas expectativas. Nós não estamos realmente entendendo nada. Nós podemos dizer que há um buraco na camada que envolve a terra, que camadas de gelo polar estão derretendo, mas nos todos estamos de fato fazendo algo sobre isso? Talvez precisemos ir contra o que conhecemos e o que pensamos para resolver o problema.

- Shawn Crahan

15 de nov. de 2009

Slipknot patrocina evento de arte em Iowa

A lista de patrocinadores para a noite de arte na sexta feira em Valley Junction inclui uma mistura de empresários, dois restaurantes, uma empresa de construção e um banco. Mas temos um novo patrocinador esse ano: Slipknot.

Os famosos músicos de Iowa aparentemente descobriram um interesse em aquarelas delicadas e poesia, mas tem outra razão pra essa participação. A mulher de Shawn, Chantal, deu uma força com o Slipknot.

"Todos eles amam arte, então achei que era uma boa hora de ajudar a comunidade"

As jóias dela ficarão expostas na 2 AU Gallery, enquanto o projeto do Shawn (um livro com polaroids que contam a história da banda na estrada) pode fazer parte mais pra frente.

A exposição conta com obras de arte de artistas nacionais e internacionais.

Fonte: Des Moines Register

Fotos do aniversário de Paul Gray

Paul adicionou em seu Myspace algumas fotos da comemoração de seu 36º aniversário, comemorado no último dia 8 de Abril.

Veja clicando aqui, aqui e aqui.

Nas fotos, o baixista do Slipknot pode ser visto com amigos e com sua esposa.

www.myspace.com/sktpaul2

5 de nov. de 2009

Novas fotos de Clown no Twitpic

Shawn postou em seu Twitpic (um recurso adicional ao Twitter) algumas fotos do "Dead Memories Holes" e do prédio abandonado do "All Hope is Gone".

Para ver essas e outras fotos, acesse o Twitter do Shawn clicando aqui.

The Eye of a Clown: Clownhead



Na mágica, é importante que as mãos sejam mais rápidas que os olhos. O oposto geralmente se encaixa na fotografia, um meio na qual a mente tem de prever o que está vindo antes do dedo puxar o gatilho. É como ser um bom atleta ou sobreviver num campo de batalha. O que você vê não é o bastante, e quase sempre pode ser enganoso. Para obter sucesso, é essencial acreditar em seu instinto, sentir, e ter um sexto sentido indefinível.

Nesta última atualização em “The Eye of a Clown,” Shawn Crahan escolhe uma fotografia aterrorizante para explicar como uma boa captura fotográfica vem quando se menos espera, e só quando se está preparado a imagem realmente se revela.


Este é um dia na vida de alguém na minha profissão e eu me lembro disso claramente. Eu realmente faço o máximo que posso para estar apto a levar minha câmera onde quer que eu vá. Se eu pudesse, a teria dentro dum supermercado, enquanto estivesse fazendo sexo, enquanto estivesse dirigindo. Eu tento manter o hábito de levá-la a todos os lugares em casos de certas manifestações. Neste dia em particular eu fui recompensado.

Eu tenho pouca sorte de encontrar chuveiros em lugares. Tenho pessoas que trabalham comigo que me ajudam a pegar minhas roupas depois dos shows e tudo mais que preciso para tomar um banho – shampoo, condicionador, sabonete, toalha – e saio do palco já caminhando diretamente para essa área que fica bem longe de todos. Porque sempre há gente conversando bobagens sobre o show, e estou pouco me fodendo. Sempre dou o melhor de mim, e se eu ferrei com alguma coisa ou algo estava errado, não quero refletir no que todos têm a dizer. Quero refletir no que eu penso e no que eu digo. Então eu me isolo.

Neste dia em particular, eu entrei nesse banheiro extremamente gelado, tinha minha câmera comigo e não fazia idéia do que eu estava para presenciar. Tirei todas as minhas roupas, as joguei num canto para que não pudessem ser vistas. Tirei minha máscara e a joguei no chão. Coloquei meu corpo de bunda pelada no pequeno Box. Tomei um banho, e saí. Foi isso que eu vi.

Essa é a minha máscara, e esse é o porquê se tem que esquecer de todas as idéias fundamentais que te mantém fora do alcance de ter sua câmera consigo o tempo todo. Eu senti que essa foi a epítome do que eu faço. As pessoas querem falar merda sobre nossas máscaras, o que fazemos e a nossa arte. Mas aquela coisa está viva. Essa é a máscara da época de Iowa. Tinha um pentagrama no meu rosto, um “6” cravado na testa e o lado esquerdo do cérebro estava exposto. Eu me cobriria de sangue pelo período daquele álbum. Todo show era como uma performance viva, e quando eu arrancava aquela performance, ela sangrava. Era tão real, e eu tinha de tirar aquilo do meu rosto para sobreviver.

Eu não fiz nada aqui. Todo o cenário é o mundo de todos os meus dias, e eu sinto essa foto – mesmo sendo tirada por uma câmera mais simples e provavelmente não é uma imagem tão boa – isso é vida. É mais ou menos como uma foto de uma cena de um crime. Todos sonham em ser um rockstar e todos querem tudo. Bom, isso resume a minha vida – fria, molhada, cansada, acabada, machucada. Mas ao mesmo tempo é linda, limpa, mortal e perigosa. É tudo, e assim eu me sinto sortudo de ter tirado essa foto. E para mim, é outra experiência de como absolutamente não saber o que vai acontecer e no instante seguinte ter a oportunidade de capturá-la quando aparece, e também ter o instinto de dizer, “Isso é algo que eu preciso conseguir.”

- Shawn Crahan

* Fonte: Headbanger's Blog

Corey fará sua primeira apresentação solo no Rockfest




Korn, BuckCherry, Shinedown e Drowning Pool estão entre as bandas confirmadas para o Rockfest 2009, que acontece no dia 30 de Maio no The Liberty Memorial na cidade do Kansas, em Missouri nos EUA.

Ano passado, os ingressos para o evento esgotaram em algumas semanas, e agora o maior festival de um único dia do país está atraindo mais de 50 mil pessoas da própria cidade do Kansas e dos arredores.

Este ano conta ainda com a primeiríssa apresentação solo do vocalista das bandas Slipknot e Stone Sour, Corey Taylor. Taylor, que esteve presente em no programa "Johnny Dare Morning Show" na KQRC 98.9, para falar a respeito do quanto estava animado para sua primeira apresentação solo.

O evento conta com 2 palcos, onde terão performaces das bandas KORN, BUCKCHERRY, SHINEDOWN, COREY TAYLOR, SAVING ABEL, REV THEORY no palco principal, e DROWNING POOL, DUFF MCKAGAN'S LOADED, DOPE, THE PARLOR MOB, BURN HALO, CROOKED X, THE FEDERATION OF HORSEPOWER no segundo palco.