14 de nov. de 2008

Slipknot pequeno resumo

1995, Des Moines (IOWA). O ar seco cortava as gargantas, muitas bandas novas e pouca inovaçao. Foi quando empapuçados dessa maresia, Paul Gray (o único não nascido em Des Moines, o baixista do SlipKnot), encontra o homem que pode mudar a sua vida, Shawn (percussionista, o Palhaço). Juntos decidem formar uma banda... isso era o começo de uma nova era na cidade.

Juntos começam a ir atrás dos músicos para a banda, e emcontram Chris Fehn (o cômico 2º percussionista, Pinochio), também Sid (o DJ, da máscara de Gás), Craig Jones (o misterioso Sampler, com sua máscara de mergulho com espetos pontiagudos), Mick (uma espécie de máscara de ferro, que lembra muito Jason Vorhees de Sexta Feira 13, dominando a guitarra).

Duas percussões, um absurdo de barulho e ainda assim muito empenhados, os caras do Slipknot encontram o baterista Joey Jordson (baixinho com uma máscara simples branca e sem expressão) que viria a ser consagrado como um Deus do speed metal, um baterista excepcional.

Formação perfeita, muito barulho e composições próprias, mas ainda faltava um vocalista. Alguns integrantes da formação original vão até um show de uma banda chamada Stone Sour e ficam chocados. O vocalista era perfeirto, com muito peso e muita melodia,

“Lembro-me que eles foram ao sex shop onde eu trabalhava e disseram: se você não entrar para a nossa banda, a gente te espanca...” (Corey Taylor, vocalista com uma mascara que parece apenas uma deformação da natureza).

Uma vez, devido à popularidade que incomodava os membros do Slipknot, algo que não parecia um fanatismo sincero, fizeram um show com dois telões e imagens absurdas de pessoas comendo fezes, rituais satânicos, muito sangue, sacrifícios e pedofilia. Antes da metade do show 60% do publico foi embora chocado.

Gravaram 500 cópias da primeira demo. Um público considerável foi alcançado, e estavam prontos para gravar de verdade.

A banda começa a caracterizar seu visual. A todos foram designados números de 0 a 8, todos usando macacões idênticos com rótulos nas costas e o emblema da banda. Sobre as máscaras diz a banda que elas demonstram as característica interiores de cada um, e além disso influi muito na agressividade do som, porque são muito desconfortáveis e machucam muito.

Apoiados pela Roadrunner, gravam um CD com mesmo nome da banda, lançado no dia 29 de junho de 1999. Junto com o 1º CD oficial aparece o integrante Jim Root (o monstro psicótico munido de uma guitarra furiosamente rápida e pesada).

Neste mesmo ano o SlipknoT também teve a oportunidade de tocar no OzzFest de 1999, de acordo com muitas revistas estrangeiras, a grande oportunidade que os caras tiveram para divulgar a banda. Sucesso inevitável, o Slipknot domina o mundo. Hits como "Spit It Out" e "Wait and Bleed" destroem com muito peso e fusões de hip hop, fuck e thrash metal.

Depois de um tempo vieram muitas perguntas quanto ao lançamento do segundo álbum ("Iowa"). Em meados do ano 2000 a banda entra em etúdio para gravar o álbum. Foi então que novas perguntas surgiram, mas agora a respeito da qualidade do CD. A banda iria conseguir manter o feito do seu primeiro álbum?

Em meados de agosto de 2001 foi lançado "Iowa", álbum com o mesmo nome do estado onde nasceram todos os responsáveis por aquilo que viria a ser considerado um dos nomes mais brutais da história da música. Existiam aqueles que achavam que o Slipknot nao conseguiria alcançar a mesma qualidade e o mesmo feito do primeiro álbum. Se enganaram. O 3º CD do Slipknot é extremamente pesado, porém o som é muito definido, um speed thrash metal melódico. Letras como "People=Shit" demonstram toda a sua raiva pelo mundo, pelas pessoas e pela sociedade. Melodias como a de "Gently" aproximam a banda do metal gótico. "Heretic Anthen" é de uma velocidade surpreendente, uma letra perturbadora e um feeling sentimetal.

Em 2003, em meio a rumores de um quarto CD e do fim da banda, o bateista Joey toca guitarra na banda MurderDolls e o vocalista Corey lidera sua antiga banda StoneSour, ambas ótimas bandas mas que não chegam perto do peso e da furia voraz da união dos monstro, palhaços, assasinos de filmes e aberrações

Dead Memories Versão Extendida

http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/246504

10 de nov. de 2008

Psychosocial para Melhor Vídeo de 2008 na Fuse, segunda etapa

Psychosocial foi indicada como um dos melhores vídeos de 2008 pela Fuse. O Slipknot venceu a primeira batalha contra o Metallica, agora você precisa votar para que a banda vença o Avenged Sevenfold.

A competição é feita por chaves, como num campeonato, e você pode votar apenas uma vez por dia, então peça pros seus amigos votarem também todos os dias! Acesse FuseTV (http://www.fuse.tv/music/best-of-2008/)para votar. Desça um pouco a página e você verá na parte direita-superior a chave 'Slipknot x Avenged Sevenfold'. Vamos levar Psychosocial ao título!!!
Vote todos os dias para o Slipknt continuar no topo!

9 de nov. de 2008

Entrevista com Corey Taylor na Rússia

Momentos antes do show que o Slipknot fez na Rússia, dia 05 de Novembro, Corey Taylor deu uma entrevista para o A-One. Falou sobre a expectativa do show, revelou um segredo sobre o clipe de 'Dead Memories', entre outras coisas interessantes, não deixe de ver o vídeo legendado no endereço abaixo:
http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/246382




Obs: O clipe foi dublado em russo, portanto, infelizmente faltaram algumas pequenas frases. Thanks to ArmaX for publishing the english-based version of this interview.

Ao vivo na Finlândia:cobertura

Na noite do último dia 7 de Novembro, o Slipknot se apresentou em Helsinki, Finlândia. Seguem abaixo as informações divulgadas até este momento sobre o show:


Setlist/Vídeos
1. Intro
2. Surfacing
3. The Blister Exists
4. Get This
5. Before I Forget
6. Liberate | vídeo
7. Disasterpiece
8. Dead Memories
9. Psychosocial
10. The Heretic Anthem
11. Prosthetics
12. Spit It Out | vídeo
13. Duality
14. Only One
15. (515)
16. People=Shit
17. (sic) | vídeo
Sid Wilson deixando o palco de bengala: vídeo


Fotos
Só foram adicionadas duas apenas
http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/246380
http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/246381

7 de nov. de 2008

Shawn Crahan: The Eye of a Clown

O Percussionista do Slipknot, Shawn Crahan (mais conhecido como Clown) provou mais uma vez que não é bom apenas em bater em latões. Além de se expressar em edições de vídeos, ele tirou muitas fotos criativas ao longo dos anos. Em uma coluna semanal no HeadbangersBlog.com, ele comenta suas fotos. Abaixo, a terceira foto da série, e o comentário de Clown em seguida:







Essa foi tirada de uma Polaroid com camadas de diferentes coisas para obter toda a distorção que eu preciso porque nada é perfeito. Eu não passo muito tempo tentando criar, eu só deixo tudo acontecer. Ela foi tirada em Cedar Rapids, Iowa, e Slipknot estava lá tocando. Se você olhar no fim do corredor, verá o ônibus da turnê. Eu fui contratado para fazer algum artwork para o Wu-Tang Clan, então me coloquei numa pequena jornada pra achar algo que pudesse representar o Wu-Tang Clan. Eu acredito que se você se empenhar em encontrar alguma coisa, aquilo vai te encontrar e você encontrará aquilo.

Isso representa esse experimento na minha arte. Você tem que sair e procurar por isso. Não estará do seu lado. Sim, você pode ter suas ferramentas, fazer isso aparecer e me provar o contrário. Claro que podemos fotografar tudo que esteja na nossa frente pelo dia todo, mas é interessante sair e se convencer de que você achará tal coisa. Então, eu saí e achei isso.

Eu amo esse tipo de coisa porque eu sou fascinado com a morte e sou fascinado com a aleatoriedade de tudo, menos da vida humana. Isso é muito bonito em diversos níveis. A chave da vida desse pássaro é voar, e ele está quebrado e morto, não existe mais vôo. Mas ainda parece que o vôo continua por causa da forma que os órgãos e tudo ficaram na frente da lente. Usei o efeito 'fisheye' pra adquirir um movimento. É tudo que eu amo olhar porque isso é tão importante e faz quase todo o resto tornar-se desnecessário. Estou olhando pra algo que voa e está morto. Ele pode fazer algo que eu não consigo, mas acho que sou humano e acho que sou muito especial. E eu olho pra isso e é tão aleatório. Foi atingido e você pode ver a direção que estava indo.

Acho que é muito importante na arte continuar a olhar pra sua própria mortalidade, então eu faço muito isso. Eu saio e procuro por isso, não é por nenhhum motivo mórbido, mas pra estudar. É isso. É uma batida de carro. É um acidente de bicicleta. Isso é tudo que não queremos enxergar, mas está bem na frente de nossas janelas e é real e surreal e pesado. Eu estava na minha, a alguns centimetros da último espirro de sangue, sentindo o cheiro. Os fãs estavam por ali e não tinham nem idéia de que era eu. Eu estava esperando as pessoas sairem do foco, só pra ter isso. E isso, pra mim, é uma gratificação instantânea.

Atualização: fotos na Rússia

Copie e cole o link no navegador para ver as fotos do dia 5/11/2008
Priemira: http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/246256
Ultima:http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/246379

Entrevista com Corey e Facecage








Na edição de outubro da revista "Status Ink", você pode conferir uma pequena entrevista com Corey Taylor, falando sobre a "The Great Big Mouth Records" (GBM) e uma entrevista com a banda de Des Moines "Facecage" que tem Corey como produtor de dois álbuns.


Scans

(copie e cole o link no seu navegador)
Primeiro: http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/246243
último :
http://flog.clickgratis.com.br/slipilove/246251

Tradução da matéria
Jason Cox: A idéia genial da GBM parece ser colocar o centro-oeste em evidência. Que efeito isso tem não só no centro-oeste, mas na indústria musical em geral?

Corey Taylor: A idéia da GBM é dar uma chance para as bandas que eu estou envolvido, e lançar os álbuns. É algo provisório ainda, mas eu espero que isso se torne permanente logo.

JC: Qual a sua opinião sobre a industria musical de hoje em dia?
Corey: Sabe, se você tivesse me perguntado isso ano passado, eu teria avacalhado. Mas nós estamos vendo bandas independentes e talentosas se dando muito bem mesmo sem a ajuda da indústria. Serve para mostrar: eles não podem decidir do que NÓS gostamos. Nós que dizemos isso a eles, e eles vão lembrar disso se escutarem e vão sair ganhando também.

JC: O que seria bem diferente entre as bandas que assinaram com a GBM e a luta que você teve pra conseguir um espaço com o Slipknot e o Stone Sour?
Corey: Todo dia pra mim é uma chance de aprender com o passado. Ninguém sabia o que esperar com o Slipknot. Ninguém acreditou que o Stone Sour faria sucesso. Agora a indústria está dando chances para pessoas como eu. Eu tenho uma mente e palavras de opinião e criatividade. E também sou muito sexy haha!!

JC: O que você espera mudar com essa atitude da GBM?
Corey: GBM era o fim. A nova gravadora vai ser mais feroz, mais aberta e mais na sua cara. Nós vamos lembrar as pessoas que elas nunca devem duvidar do poder do centro-este. Nós vamos ENTERRAR VOCÊS.

JC: Você tem alguma coisa para falar que quer ver incluído no artigo?
Corey: Nós vamos ter algo de verdade o mais rápido possível. E quando isso acontecer, apenas as pessoas com VONTADE, TALENTO, PERSEVERANÇA e pessoas com VONTADE de trabalhar devem nos procurar. Não vamos perder tempo com porcarias. Eu dou meu tempo para aqueles que se dão valor.



Corey Taylor, vocalista do Slipknot/Stone Sour, nunca teve medo de mostrar suas opiniões sobre a indústria musical. Falando o que quer para todos, toda hora, por qualquer razão que ele ache necessário. Taylor é um cara dentro desses negócios que sabe o que isso causa e todos os seus segredinhos sujos, e não tem medo de dar passos e tentar mudar tudo isso. “The Geat Big Mouth Records” é provavelmente o maior “FODA-SE” que já gritaram na cara das grandes gravadoras. Se juntando com os amigos de longa data do Facecage, Corey Taylor se definiu de novo como o líder do movimento do metal no centro-oeste. Tem pouco reconhecimento para essas bandas, o que os faz mais dedicados que qualquer um no país. Recentemente eu tive o prazer de falar com os integrantes do Facecage e consegui pegar os fatos sobre a GBM e o Facecage direto da fonte.

JC: Onde, como e porque a Facecage se juntou?
Fred: É engraçado que entre todas as entrevistas que fizemos, você é a primeira pessoa que pergunta como a banda se formou. É uma pergunta muito interessante. Onde e quando é fácil. Des Moines, Iowa no verão de 2001. Nós estávamos tocando na casa do nosso primeiro baterista em um dos quartos vagos, e escrevendo as músicas que resultariam no nosso primeiro álbum.
Fizemos os primeiros shows em Fevereiro de 2002 e o cd “Facecage” saiu em Julho de 2002. E o porquê: juntamos todo o nosso desejo de fazer e vender música com a vontade de criar uma plataforma para uma nova maneira de fazer música profissionalmente. Nós queríamos derrubar as paredes políticas e todo o desconforto nisso, criar um novo ambiente para mostrar nossa arte. O circuito do metal é um grupo de pessoas difíceis, as músicas são agressivas e as pessoas também, muitas vezes com um motivo.
Você precisa ter vontade e paixão para que isso dê certo, mas não existem motivos para atrapalhar pessoas que não te representem um certo medo. Essa energia pode ser usada para apoiar o sucesso dos negócios de todos, ao invés de tentar atrapalhar todo mundo. As pessoas ficaram apavoradas com esse conceito no começo, mas nós começamos a conquistar tudo que sempre planejamos.

Matt: Era um tempo parado na cena de Des Moines porque o Slipknot tinha acabado de assinar um contrato e sair em turnê. E as três bandas principais ou tinham ido embora ou acabado por causa disso, isso forçou de certa maneira, muitos músicos e fãs em pensarem “Ok, e agora?”
Por exemplo, eu fiz muita coisa pelo Slipknot, sempre ajudei quando pude, eles tocaram na minha festa de aniversário de 21 anos! Eu faria qualquer coisa pra ajudar aqueles caras, eu fui o primeiro Maggot, e eles te diriam isso. Eu estava esperando os músicos certos para começar minha própria banda. Shawn Crahan (percussionista do Slipknot) me disse um dia “Pára de enrolar e faz logo essa droga, é a sua hora”.
Esse foi um dos melhores conselhos que eu já recebi, simples e direto. Era a hora de novas bandas aparecerem naquele cenário morto de Des Moines, e eu queria ser o primeiro. Conheci o Fred na casa do nosso ex-baterista e eu sabia que tocaria e escreveria com ele por muito tempo.

JC: Como você descreveria sua música, como soa e como é a resposta das pessoas?
Matt: Pura. Sem enrolação, heavy metal na sua cara. Sem compromisso e perigoso. Música perigosa para pessoas perigosas. Os fãs de metal não são burros, eles enxergam através de todo o lixo que anda nas rádios. Eles nos vêem exatamente como somos, uma banda que não vai se vender, uma banda que nunca vai comprometer sua integridade por dinheiro e mentiras. Por isso a reação das pessoas têm sido tão incrível. Os fãs estão loucos por bandas que não vão se vender para os executivos em Los Angeles só por um hit nas rádios. Você deveria ver algumas bandas que tocaram com a gente ou que nós vimos. Muito triste. Ver o que acontece nos bastidores dessa indústria com 95% das bandas é bem desmotivante. Ver essas bandas desonrando seus nomes puxando saco dos outros me deixa enjoado. Puxar saco de uma banda só para abrir alguns shows na turnê e ouvir merda de outras bandas pelas costas depois.
Eles precisam justificar a falta de talento falando muita porcaria e puxando o saco para parecerem um pouco decentes quando estão no palco. Muitas bandas não tem princípios. Nós não temos nada além de princípios altíssimos não só para as nossas músicas, mas para os fãs e os shows.
Os fãs ficaram esperando a noite toda lá fora para ver o Facecage tocar, eles nos amam, e nós os amamos. Mas no palco, tudo pode acontecer, nós damos tudo nos shows, e o inferno se abre. Eu sangro em quase todo show. Tem muita automutilação e masoquismo na minha performance, mas não importa o quando machucados estamos, nós sempre vamos conhecer todo mundo e conversar. Eles amam isso, e nós também.

JC: Existe alguma mensagem ou causa por trás da música do Facecage?
Fred: A música é sobre força interior. Sobre a luta interior e a fraqueza, transformando essa energia em confidência e força. É sobre explorar o lado escuro da dor e do prazer, e defender seus desejos e vontades, ao invés de ficar com vergonha e medo.
Nós vivemos num mundo distorcido e corrupto. E se as pessoas se incomodassem com isso, mudariam, então pra que lutar? Abrace isso.

Matt: Exatamente! Tudo tem dois lados, sempre tem o bom e o ruim. Tem um anjo e um diabo dentro de todo mundo, ficar do lado de qualquer um deles o tempo todo não é saudável, mas poucos acham um equilíbrio. Os que conseguem achar esse equilíbrio são as pessoas que conseguem mudar o mundo. Se você controla os dois, se torna uma pessoa iluminada, capaz de qualquer coisa. E se você falhar, a culpa é sua e de ninguém mais. Força pessoal e crescimento. O maior pecado na vida é não vivê-la ao máximo, você precisa colocar um recipiente de vitalidade na vida todos os dias, e espremer até a última gota. Tem muita propaganda nesse país que te ensina o contrário. Igrejas, escolas e o governo colocaram esse modo de pensar como se fosse errado. Eles chamam isso de ruim, mas não é. É a natureza humana.

JC: Conseguir uma base de fãs tão grande na sua região não é nada fácil. Porque você acha que as pessoas gostaram tanto da Facecage?
Fred: É porque nós somos o que nós dizemos que somos. Nós temos um exemplo e temos uma mensagem de união e força que dá coragem para as pessoas. Quando alguém se torna um fã da Facecage, eles viram parte da família de verdade, nós somos acessíveis. Se alguém quer falar com a gente depois de um show, nós estamos lá.
Respondemos todos os e-mails e tentamos ficar o mais próximo possível. Quando dizemos que queremos conhecer todos os fãs, é verdade. Metal não é mais apenas um estilo musical, é uma subcultura, mas uma subcultura sem noção do que realmente é, o que traz muitas brigas e discussões. Nossa música é agressiva e poderosa, mas a raiva e a frustração são levadas por todos os altos e baixos, não por um ódio eterno.
Tem muita coisa nesse mundo que podem te irritar todos os dias, não tem motivos pra lutarmos contra nós mesmos. Eu acho que outras pessoas também se sentem assim, e se envolvem num clima de camaradagem.

Matt: Como eu disse antes.. sem compromisso e pura! 95% das bandas de hoje são uma merda, elas são montadas por uma gravadora que não sabe nada sobre música, ou param de gravar o que realmente gostam por um pagamento, ou tem pouco ou nenhum talento, pronto. Nosso talento e nosso coração estão nos shows, tocamos em cada um deles como se estivéssemos ganhando um milhão de dólares, e mostramos isso no palco.

JC: Como vocês descrevem os fãs mais devotados do Facecage, e qual foi o encontro mais memorável com um fã?
Matt: Nunca me surpreende quantos fãs devotados nós temos. Temos muitos fãs na Inglaterra que fizeram um monte de coisas da Facecage e ficaram jogando no palco no festival de Donnington. Jogaram coisas pelo palco todo! (risos) Durante o show do Iron Maiden. Espero que eles não tenham ficado bravos, é uma das minhas bandas preferidas.
Muitas das minhas letras podem ser ligadas com bondage e muitas mulheres se identificam com isso. Uma mulher me deu uma carta uma vez, pedindo que eu a criasse como um cachorro no meu armário. Literalmente. Alimentar, dar água, mandar dela. Dominação total.

JC: Num show, que música você acha que tem a melhor resposta do público?
Matt: Há! Depende da platéia. Eu tenho que admitir, tocar a música mais pesada que nós temos num festival grande com Staind, Hinder e Filter, me da uma certa satisfação.

JC: Corey Taylor disse: “Se eu aprendi algo, é que a indústria tem que ser feita pelo estilo de música que as pessoas querem, e é isso que nós estamos tentando fazer”.
Você diria que a indústria está indo nesse caminho?
Matt: Está longe de melhorar, olhe as gravadoras. Elas estão falindo. Contratando bandas que podem ser moldadas da maneira que eles querem, e essa banda tem um tempo de vida muito curto, as pessoas acabam descobrindo isso. Principalmente os fãs de metal.
Os tempos estão mudando... E as gravadoras mentem e destroem a indústria musical.

JC: Como a idéia de se comprometer com a Great Big Mouth Records se concretizou?
Fred: Great Big Mouth foi uma junção de idéias de muitas pessoas, e representa o trabalho e a dedicação de todos os envolvidos. Tudo começou depois que gravamos “III”. Denny Harvey, nosso empresário na época, e Corey Taylor estavam trabalhando duro para vender nosso álbum ou nos achar uma casa. Nós como banda, estávamos nos certificamos que tínhamos tudo que fosse necessário para pegar a estrada e nunca mais olhar pra trás, aquilo não era nossa casa. Nós tivemos um retorno positivo de muitas gravadoras, tanto na música quanto na organização, mas não tinha ninguém que quisesse assinar com a gente. Foi nesse tempo que o Corey e Denny estavam falando em manter a Facecage independente e começar do zero com uma gravadora nova. Todo mundo se impolgou de imediato com a notícia. Corey ficou feliz em ter alternativas para continuar chamando atenção para a Facecage, e Danny estava feliz que não assinamos com nenhum tirano, e nós adoramos a chance de continuar fazendo o que sabemos fazer de melhor. Depois que decidimos seguir esse caminho, fomos com tudo. GMB lançou os álbuns com as capas novas e partimos daí. Logo de cara teve muita atenção do circuito musical do metal, e nós tivemos muita ajuda dos caras do Sanctuary Management e eles sempre nos apoiaram.
Temos sorte de tantas pessoas acreditarem na gente, todo mundo fez as coisas no seu tempo, como seu próprio dinheiro. Todas essas pessoas são parte da família, grande ou pequena, é importante e muito apreciada.

Matt: Nós chegamos num ponto em que o nosso nome está bem espalhado por aí, e isso nos ajudou na qualidade dos álbuns e dos shows. Nós falamos com mais de uma dúzia de gravadoras e todas elas apontaram um caminho frustrado pra gente. Toda gravadora quis mudar nosso nome, despedir integrantes, escrever músicas menos pesadas e usar certas roupas. Basicamente ser algo que não somos. Eles queriam nos transformar em tudo que abominamos. Teve uma hora que recebemos um acordo ENORME. Tudo que teríamos que fazer era escrever uma quantidade certa de música ara as rádios. O que nos falaram foi “Nos de algo que soe como as mesmas coisas que já tem por aí”. Era muito dinheiro, então nós sentamos e conversamos sobre isso.
E tomamos uma decisão. Fodam-se eles, nossa integridade é mais importante, nossos fãs são mais importantes. Não assinaremos nada se não for algo que seja exatamente como nós queremos. Foi na mesma época que nosso amigo Corey Taylor estava tendo umas frustrações. Ele viu o progresso que nós havíamos feito também. Ele também nos viu chegando em ruas sem saída com essas grandes gravadoras. Era o tempo da Facecage junto com o Corey, de dar uma voz a verdadeira música da região.

JC: Qual é a verdadeira missão por trás da GBM?
Fred: É sobre o sucesso da nossa maneira, nós não vamos nos tornar o que as pessoas acham que devemos ser. É hora de um novo underground que não seja controlado por dinheiro, empresários mercenários e idiotas egocêntricos que acham que sabem do que as pessoas gostam. Obviamente as pessoas gostam da Facecage, elas apenas "não ouvem”.
Bom, fodam-se elas, não queremos que elas ouçam. E assim que a gente conseguir fazer a GBM um sucesso com a Facecage, nós estaremos prontos pra trazer uma banda nova.

Matt: Mostrar música que é feita pelos fãs, não pela música. Aí está a diferença, como eu disse, 95% das bandas não prestam, só estão aí pelo dinheiro. GBM e a Facecage não faz música apenas pra eles, mas para as pessoas. Para os fãs e o que eles querem ouvir, não pelas gravadoras e seus dólares, pouco nos importa o que um idiota em Los Angeles acha da nossa música. GBM e Facecage são músicas sem fronteiras e sem enrolação. Nós eliminamos o grande executivo da gravadora que molda as bandas e lança para as massas. Se ninguém quer fazer do nosso jeito, nós vamos fazer sozinhos. Sem enrolação e mantendo a integridade, somos fãs de música de verdade fazendo música de verdade.

JC: Desde o surgimento da Great Big Mouth Records, o que mudou para a Facecage?
Matt: Definitivamente nos deu mais confiança de alguém que já existe na cena, que está frustrado com isso e a vê de verdade, tem a mesma visão que a gente, e confia o nome dele na nossa banda. Só ajuda o processo de subir aquele degrau mais rápido.

JC: Como os fãs responderam a essa mudança?
Matt: Nós fizemos o que poucas bandas fazem. Nós falamos sobre gravadoras nos oferecendo contratos, nós tornamos público que queriam nos mudar, e com isso, acabar com os fãs que nós temos.
Nós deixamos claro que não teríamos nada a ver com isso, deixamos os fãs sabendo de tudo e eles gostaram. Nós somos um grupo de músicos que eles podem acompanhar. Acho que eles sempre vão agradecer e se lembrar disso, eles sabem que a GBM os representa, assim como o que eles e nós queremos.

JC: O Facecage é amigo do Corey Taylor faz tempo, o processo de gravação e distribuição do álbum “III” influenciado de alguma maneira pelo envolvimento do Corey? Se sim, como?
Fred: Eu acho que a experiência toda teve uma grande melhora com a ajuda do Corey. Como produtor ele tem um jeito de trazer o melhor da gente. Ele tem idéias incríveis e um ótimo ouvido. Ele nos fez tentar coisas que desafiavam nossas idéias, e todas ficaram melhores por isso. Corey não ficou ali apenas falando o que era bom e o que era ruim. Estávamos todos ali, com o volume no máximo, sentindo aquilo. Às vezes o Corey tinha uma idéia, pegava a guitarra e ficávamos ali ouvindo. As idéias vieram de forma rápida e fácil e todas ficaram boas. Às vezes a transição de amizade e negócios pode ficar estranha, mas não no nosso caso. Nós tivemos tanta química nos ensaios que tudo fluiu muito naturalmente.

Matt: Corey é um gênio da música. Ele pode se encaixar em qualquer tipo de projeto e faze qualquer tipo de música. Ele viu como trabalhamos duro e tudo que conquistamos sozinhos e ficou impressionado. Ele veio até nós ao mesmo tempo em que fomos atrás dele para que ele produzisse. Foi na hora certa, e deu muito certo. Fomos direto ao trabalho de escrever e gravar. Durante todo o tempo com o Corey produzindo e nos focando como nunca. O fato de ele ser um amigo ajudou ainda mais porque ele não precisava segurar as críticas, é muito inspirador ver um dos melhores vocalistas do mundo curtindo a sua música.
E agora, estamos em estúdio de novo para gravar o quarto álbum, produzido de novo por Corey Taylor!

JC: O que podemos esperar para ver no futuro com a Facecage e a GBM?
Fred: Nosso próximo álbum vai ser insano, acho que os fãs vão notar a maturidade do som, e vai ser chocante o suficiente para arrumar mais fãs. Facecage sempre anda pra frente, nunca pra trás. Vão ter grandes surpresas logo logo.

Matt: O céu é o limite. O quarto álbum vai sair logo, mais shows e mosh pits ainda maiores! Nós estamos mais bravos que nunca, nós vemos o mundo da música como ele realmente é... um jogo. E isso nos irrita muito. Queremos ser uma daquelas bandas que fazem a diferença e abre portas para outras bandas também. Nós estamos chegando lá, mesmo com todas as dificuldades. Quanto mais pessoas apreciarem nossa arte do jeito que é, melhor, tudo é possível no mundo da are. Pode ser lindo, ou pode ser a coisa mais feia que você já viu ou ouviu na sua vida, tudo ao mesmo tempo. A Facecage está chegando, estejam vocês preparados ou não!

5 de nov. de 2008

Nova postagem no MySpace do Slipknot

Quero agradecer a todos os fãs que gostaram da Slipknot DINGS eletroeletrônicos. Temos conjunto com DING para obter 10% de desconto de todos os itens Slipknot DING na loja, que podem ser encontradas em www.dinglife.com/Slipknot. Quando estiver fazendo suas compras, basta inserir código promocional. A promoção só será executada por uma semana, portanto certifique-se de modo que consiga aproveitar o quanto puder!

Ao vivo na Russia: cobertura





O Slipknot se apresentou na noite do dia 5 de Novembro em Moscou, na Rússia. Foi a primeira apresentação da banda no país.

Fique de olho neste post. Ele será atualizado ao longo do dia, assim que mais informações forem divulgadas.


Setlist/Vídeos
01. Intro
02. Surfacing
03. The Blister Exists (vídeo)
04. Get This
05. Before I Forget (vídeo)
06. Disasterpiece
07. Dead Memories (vídeo)
08. Eyeless
09. Psychosocial
10. The Heretic Anthem (vídeo)
11. Prosthetics
12. Spit It Out
12. Pulse Of The Maggots
13. Eeyore
14. Duality
15. Only One
16. 515
17. People = Shit
18. (sic) (vídeo)


Curiosidades
- A volta de músicas como Eyeless, Pulse Of The Maggots e Eeyore ao setlist
- Foi feito o famoso Jumpdafuckup na Spit It Out. Segundo o Corey, fizeram porque a banda nunca tinha estado em solo russo antes (vale lembrar que neste ano eles "aboliram" o jumpdafuckup dos shows)


Thanks to Slipknot1.ru

4 de nov. de 2008

Psychosocial está concorrendo ao Melhor Vídeo de 2008 na Fuse.

Psychosocial foi indicada como um dos melhores vídeos de 2008 pela Fuse. A banda precisa de sua ajuda pra vencer essa. A competição é feita por chaves, como num campeonato.

Nesta primeira semana, o Slipknot está enfrentando o Metallica, então precisamos que todos vocês acessem e votem no Slipknot esta semana. Você só pode votar uma vez a cada rodada, então peça pros seus amigos votarem também! Acesse FuseTV para votar. Desça um pouco a página e você verá no canto direito-superior a chave 'Slipknot x Metallica'. Vamos levar Psychosocial ao título!!!

(copie e cole o link no navegador)



http://www.fuse.tv/music/best-of-2008/

3 de nov. de 2008

Europe Music Awards 2008

Chega ao fim a votação do European Music Awards, que será realizado em Liverpool, Inglaterra, dia 06 de Novembro, próxima quinta-feira. A premiação será apresentada por Katy Perry, e será transmitida ao vivo pela MTV, sendo vinculada aqui no Brasil às 18h no horário de Brasília.

O Slipknot está concorrendo na categoria 'Rock Out' com as bandas Metallica, Paramore, Linkin Park, e 30 Seconds To Mars.

Baterista do Mushroomhead diz ter gostado de 'All Hope Is Gone'







O baterista Skinny do Mushroomhead deu recentemente uma entrevista para a The Gaunlet sobre o segundo DVD da banda. Dentre as perguntas realizadas, o entrevistador questionou o álbum favorito de 2008 na opinião de Skinny, você pode ouvir a entrevista aqui, o diálogo segue abaixo:

Skinny: Eu gostei do Slipknot.

Gaunlet: Sério?

Skinny: Sim. Acho que foi muito interessante. Parece que em algumas músicas eles retornaram ao velho estilo. E buscaram avançar no som.

Gaunlet: Um pouco mais melódicas...

Skinny: Aquela Psychosocial, soa bem mais heavy metal do que um 'blastbeat'. Acho que 'All Hope Is Lost'... ou seria 'Gone', não importa, aquilo foi muito legal, cara. Olhei aquilo e falei "Nossa, isso é muito bacana." Chega de toda aquela coisa que tem há 10 anos de "Mushroomhead vs. Slipknot"... não, cara. Na verdade eu gosto de muita música, sabe? Eu já conheci Joey e Paul pessoalmente, uma vez em Cleveland, Lamb Of God também estava lá, e outras bandas que estavam em turnê. Eles vieram à Cleveland e nos introsamos bem com os caras do Lamb Of God. Nos sentamos e batemos um papo por um tempo, Joey foi simpático e me pagou uma bebida e nós nos falamos.

Melhores filmes de terror para Corey Taylor

A The Pulse of Radio informa: Não é surpresa de que Corey seja um grande fã de filmes de terror, então pedimos pra ele listar seus vídeos favoritos para assistir no dia das bruxas.

"'A última profecia' é um filme maravilhoso. E é ainda mais intrigante por ser baseado em fatos reais. 'Donie Darko' é um filme completamente cruel. Mas se tratando de suspense, cara, tem o 'Um drink no inferno', e todos os 'Halloween'. Os dois primeiros foram muito bons, os outros foram meio banais, mas se você realmente quiser entrar no espírito de dia das bruxas, estes são os filmes, cara."

Fonte: Blabbermouth

03/11: Feliz aniversário, Mick Thomson!





Biografia

Nome: Mickael Thomson

Data de nascimento: 03/11/1973

Nickname: Log/Seven

Número: #7

Função: Guitarrista

Estado Civil: Sem informações

Projetos Paralelos: Nenhum

Máscara: Desde que se juntou a banda, Mick já usou vários estilos de máscara. Já usou uma de hockey modificada. Durante o Iowa ele usou uma bem metalizada. Atualmente Mick está usando uma máscara futurista com um olhar bem assustador.

Sobre Mick: Mick é um monstro, um cara muito alto. Ele dava aulas de guitarra antes de entrar no Slipknot, e pelo que eu sei, dá até hoje. Mick é um grande fã de gatos e seriais killers. Mick parou de usar guitarras BC Rich em 2004, porque ela não tinha o que ele necessitava. Assim, atualmente ele usa uma Ibanez, e não pretende largar.

Como músico, iniciou notadamente cedo suas experiências, que datam 1992, aos seus dezesseis anos; alguns anos depois, entre 1995 e 1996, ingressaria no Slipknot, onde seria universalmente reconhecido. Freqüentemente as pessoas acham que Mick é o guitarrista solo, mas em algumas músicas, o guitarrista solo é James Root, o #4.
Mick tem senso eclético, apreciando desde Jimi Hendrix a Beatles, de Kiss a Sepultura, conferindo a sonoridade de seu grupo uma amplitude considerável; logo, grande parte dos riffs são compostos por ele, como Left Behind e Disasterpiece. Embora não tenha gravado o MFKR, já aparece no álbum.

Declarações: “Sou fã número 1 da masturbação.”

Anders (ex-membro) sobre Mick: “Eu e ele já fomos pescar juntos diversas vezes. É um bom garoto, embora seja fascinado por seriais killers.”

Josh Rand, guitarrista do Stone Sour fala sobre o próximo álbum.

"Nosso plano é começar os ensaios para o novo álbum no outono de 2009, entrar no estúdio no começo de 2010 e lançar pelo verão. Eu tenho que dizer que todos nós estamos muito felizes em ter o Roy (Mayorga, bateria) no processo de criação dessa vez. Eu ouvi diéias de todo mundo e eu pressinto que esse vai ser o álbum mais diversificado do Stone Sour até hoje!"

Josh vem trabalhando em um novo projeto chamado "Moonshot", uma banda de rock com vocal feminino.
Três músicas estão disponíveis no Myspace ( http://www.myspace.com/moonshotband) da banda, "Blood Red", "Feedback", e "Riptide"

O segundo cd do Stone Sour e disco de ouro "Come What(ever) May" está disponível em edição especial com seis músicas bônus, quatro clipes e um show completo gravado em Moscou.

Fonte: Blabbermouth

Aviso Oficial:

Comunicado postado no Myspace oficial do Slipknot:


Pedimos desculpas a todos os nossos fãs de Tel Aviv, mas fomos forçados a cancelar o show. O cancelamento era inevitável, dois integrantes tiveram que viajar para resolver causas familiares. Faremos o possível para retornar futuramente!

Queremos deixar claro para todos que ESTAREMOS NA RUSSIA!!! Com certeza NÃO DESAPONTAREMOS OS FÃS RUSSOS!!! Mal podemos esperar para chegar e conhecer os lugares e a cultura da Rússia. SE PREPAREM PARA O SHOW DE SUAS VIDAS!!!!

Fonte: MySpace